quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Feliz 2011


      
                    Desejamos um Ano Novo com Saúde, Paz e muitas realizações!
              Que em 2011 o nosso Blog seja um ponto de encontro com notícias e informações de interesse de todos os nossos leitores!!

              Grande abraço!!


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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal


               A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida.


                     A equipe da Biblioteca da UFCSPA deseja a todos os seus usuários e aos leitores do Blog, um Feliz e Abençoado Natal!


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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Horários de férias acadêmicas

                  


            Informamos que o horário de funcionamento da Biblioteca estará reduzido entre os dias 3/01/2011 a 18/02/11 e será das 8 h às 19 h, de segunda a sexta-feira.

            Informamos também que a Sala 618 - Sala de Pesquisas on line, estará fechada no período de 24/12/2010 a 18/02/2011.


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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Novas aquisições

Informamos abaixo a relação das novas aquisições da Biblioteca no mês de Outubro.



AQUISIÇÕES DO MÊS DE OUTUBRO / 2010


(em ordem de título)


TONIOLO NETO, João; PINTARELLI, Vitor Last; YAMATTO, Talita Hatsumi (Org.). À Beira do leito: geriatria e gerontologia na prática hospitalar. Barueri: Manole, 2007. 300 p. 3 Ex.






CARVALHO, Hernandes F; RECCO-PIMENTEL, Shirlei Maria. A célula. 2. ed. Barueri: Manole, 2007. 380 p. 3 Ex.






STEFANELLI, Maguida Costa; CARVALHO, Emilia Campos de (Org.). A comunicação nos diferentes contextos da enfermagem. Barueri: Manole, 2005. 159 p. (Enfermagem). 3 Ex.






BAZZETT, Terence J. An introduction to behavior genetics. Sunderland: Sinauer, 2008. 476 p. 3 Ex.






BARROS, Alba Lucia Bottura Leite de et al. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 440 p. 2 Ex.






MARTINI, Frederic H.; TIMMONS, Michael J.; TALLITSCH, Robert B. Anatomia humana. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 870 p. Tradução de: Human anatomy; Inclui 1 CD-ROM e "Atlas do corpo humano". 2 Ex.






GEIS, Pilar Pont. Atividade física e saúde na terceira idade: teoria e prática. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. 278 p. 5 Ex.






MARTINI, Frederic H. Atlas do corpo humano. Porto Alegre: Artmed, 2009. 151 p. Tradução de: Martini's atlas of the human body. 2 Ex.






LE CORRE, François; RAGEOT, Emmanuel. Atlas prático de osteopatia. Porto Alegre: Artmed, 2004. 247 p. Tradução de: Atlas pratique de médecine manuelle ostéopathique. 3 Ex.






CIARALLO, Cynthia Rejanne Corrêa Araujo (Org.) et al. Atuação do psicólogo no sistema prisional. Brasília: CFP, 2010. 153 p. 2 Ex.






SANTOS, Acácia Aparecida Angeli dos (Org.) et al. Avaliação psicológica: diretrizes na regulamentação da profissão. Brasília: CFP, 2010. 193 p. 1 Ex.






BIENFAIT, Marcel. Bases elementares técnicas de terapia manual e osteopatia. São Paulo: Summus, 1997. 174 p. Tradução de: Bases élémentaires techniques de la thérapie manuelle et de l'osthéopathie. 5 Ex.






McEWEN, Melanie; WILSS, Evelyn M. Bases teoricas para enfermagem. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 576 p. Tradução de: Theoretical basis for nursing. 3 Ex.






KOEPPEN, Bruce M.; STANTON, Bruce A. (Ed.). Berne & Levy Fisiologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 844 p. Tradução de: Berne and Levy physiology. 1 Ex.






GARCIA, Eduardo A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 1998-2009. 387 p. 1 Ex.






HALL, Susan J . Biomecânica básica. 5. ed. Barueri: Manole, 2009. 542 p. Tradução de: Basic biomechanics . 5 Ex.






BINSFELD, Pedro Canisio (Org.). Biossegurança em biotecnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 2004. 367 p. 3 Ex.






MOLINARO, Etelcia Moraes; MAJEROWICZ, Joel; VALLE, Silvio. Biossegurança em biotérios. Rio de Janeiro: Interciência, 2008. 226 p. 5 Ex.






CARVALHO, Paulo Roberto de. Boas práticas químicas em biossegurança. Rio de Janeiro: Interciência, 1999. 132 p. 3 Ex.






MARQUES, Amélia Pasqual. Cadeias musculares: um programa para ensinar avaliação fisioterapêutica global. 2. ed. rev. ampl. Barueri: Manole, 2005. 160 p. 3 Ex.






BERTAZZO, Ivaldo. Cidadão corpo: identidade e autonomia do movimento. São Paulo: Summus, 1998. 117 p. 5 Ex.






GAZZANIGA, Michael S.; HEATHERTON, Todd F. Ciência psicológica: mente, cérebro e comportamento. 2. impr. rev. Porto Alegre: ArtMed, 2005-2007. 624 p. 3 Ex.






BELSKY, Janet. Desenvolvimento humano: experenciando o ciclo da vida. São Paulo: Artmed, 2010. 607 p. Tradução de: Experiencing the lifespan. 5 Ex.






SPIRDUSO, Waneen W. Dimensões físicas do envelhecimento. Barueri: Manole, 2005. 482 p. Tradução de: Physical dimensions of aging. 4 Ex.






FURKIM, Ana Maria; SANTINI, Celia Regina Queiroz Salviano (Org.). Disfagias orofaríngeas. 2. ed. rev. atual. ampl. Barueri: Pró-Fono, 2008. 2 v. 5 Ex.






ORTIZ, Karin Zazo (Org.). Distúrbios neurológicos adquiridos: linguagem e cognição. 2.ed. São Paulo: Manole, 2010. 484 p. 3 Ex.






ORTIZ, Karin Zazo (Org.). Distúrbios neurológicos adquiridos: fala e deglutição. 2. ed. Barueri: Manole, 2010. 387 p. 3 Ex.






CAILLIET, Rene. Doenças dos tecidos moles. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 503 p. Tradução de: Soft tissue pain and disability. 5 Ex.






CAILLIET, Rene. Dor na mão. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 295 p. Tradução de: Hand pain and impairment. 3 Ex.






WILKINS, Robert L.; STOLLER, James K.; KACMAREK, Robert M. [Ed.]. Egan Fundamentos da terapia respiratória. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 1386 p. Tradução de: Egan's fundamentals of respiratory care. 4 Ex.






NELSON, Roger M.; HAYES, Karen W.; CURRIER, Dean P. (Ed.). Eletroterapia clínica. 3. ed. Barueri: Manole, 2003. 578 p. Tradução de: Clinical electrotherapy. 3 Ex.






MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia básica. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 365 p. Tradução de: Before we are born: essentials of embriology and birth defects. 2 Ex.






MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 536 p. Tradução de: The developing human: clinically oriented embriology. 2 Ex.






BIESEK, Simone; ALVES, Letícia Azen; GUERRA, Isabela (Org.). Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. 2. ed. rev. ampl. Barueri: Manole, 2010. 516 p. 3 Ex.






WATKINS, James. Estrutura e função do sistema musculoesquelético. Porto Alegre: ARTMED, 2001. 383 p. Tradução de: Structure and function of the musculoskeletal system. 3 Ex.






GROSS, Jeffrey; FETTO, Joseph; ROSEN, Elaine. Exame musculoesquelético. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 469 p. Tradução de: Musculoskeletal examination. 1 Ex.






VAISBERG, Mauro; MELLO, Marco Túlio de (Coord.). Exercícios: na saúde e na doença. Barueri: Manole, 2010. 468 p. 5 Ex.






KISNER, Carolyn; COLBY, Lynn Allen. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 5. ed. Barueri: Manole, 2009. 972 p. Tradução de: Therapeutic exercise: foundations and techniques. 4 Ex.






BIENFAIT, Marcel. Fáscias e pompages. São Paulo: Summus, 1999. 107 p. Tradução de: Tascias et pompages. 3 Ex.






WILMORE, Jack H; COSTILL, David L; KENNEY, W. Larry. Fisiologia do esporte e do exercício. 4. ed. Barueri: Manole, 2010. 594 p. Tradução de: Physiology of sport and exercise. 2 Ex.






O'SULLIVAN, Susan B.; SCHMITZ, Thomas J. Fisioterapia: avaliação e tratamento. 5. ed. São Paulo: Manole, 2010. 1506 p. 6 Ex.






SACCHELLI, Tatiana.; ACCACIO, Letícia Maria Pires; RADL, André Luis Maierá. Fisioterapia aquática. Barueri: Manole, 2007. 350 p. (Manuais de fisioterapia). 5 Ex.






DRIUSSO, Patricia; CHIARELLO, Berenice. Fisioterapia gerontológica. Barueri: Manole, 2007. 290 p. (Manuais de fisioterapia). 3 Ex.






DUTTON, Mark. Fisioterapia ortopédica: exame, avaliação e intervenção. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1720 p. Acompanha DVD; Tradução de: Orthopedic assesment, evaluation & intevention. 4 Ex.






DELIBERATO, Paulo César Porto. Fisioterapia preventiva: fundamentos e aplicações. Barueri: Manole, 2002. 362 p. 1 Ex.






JOSÉ, Fábio Freire; LEITÃO FILHO, Fernando Sergio Studart; MENEZES, Isabel Bueno Santos. Gestão do conhecimento médico: guia de recursos digitais para atualização profissional. Porto Alegre: Artmed, 2009. 468 p. 2 Ex.






MENDES, Ricardo Alves; LEITE, Neiva. Ginástica laboral: princípios e aplicações práticas. 2. ed. rev. ampl. Barueri: Manole, 2010. 216 p. 5 Ex.






MURRAY, Robert K.; GRANNER, Daryl K.; RODWELL, Victor W. Harper: bioquímica ilustrada. 27. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2007. 620 p. Tradução de: Harper's illustrated biochemistry. 2 Ex.






CAMPION, Margaret Reid (Ed.). Hidroterapia: princípios e prática. Barueri: Manole, 2000. 332 p. Tradução de: Hidrotherapy: principles and practice. 4 Ex.






HAYES, Karen W. Manual de agentes físicos: recursos fisioterapêuticos. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 212 p. Tradução de: Manual for physical agents. 3 Ex.






CHIN, James. Manual de controle das doenças transmissíveis. 17. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 561 p. Tradução de: Control of communicable diseases manual. 3 Ex.






KROEMER, K. H. E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 327 p. Tradução de: Fitting the task to the human. 5 Ex.






PRENTICE, William E; QUILLEN, William S; UNDERWOOD, Frank. Modalidades terapêuticas para fisioterapeutas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 472 p. Tradução de: Therapeutic modalities for physical therapists. 3 Ex.

 
 
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sábado, 23 de outubro de 2010

Livros novos chegando...



             A Biblioteca começou a receber os livros solicitados para atender as disciplinas dos cursos!

          Na medida do possível, os mesmos estarão sendo disponibilizados para consulta e empréstimo e poderão ser consultados através da página da Biblioteca, no link "Aquisições do Mês".
 
               Tenham todos ótimos estudos!


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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

16 de Outubro – Dia Mundial do Anestesista


Parabéns aos Anestesistas pelo seu dia!



Um livro para mudar vidas


Cadeirante desde os 19 anos, Juliana Carvalho, 28 anos, publicitária, lançou  este ano o livro Na Minha Cadeira ou na Tua?, sobre sua experiência desde que uma inflamação de medula (mielite transversa por lúpus) a paralisou da cintura para baixo. Em entrevista ao caderno Vida de Zero Hora, do dia 9 de outubro, ela falou sobre a repercussão e o estigma que os portadores de deficiência ainda têm de suportar no país.

- O livro é como se fosse um diário. O capítulo antes da lesão eu narro no presente. O depois, no passado, pois não posso viver do passado. Terminha no futuro, o futuro que eu quero - conta a autora.

Zero Hora - Como está a repercussão do seu livro?
Juliana Carvalho - Tenho até fãs. Me acham no Orkut. Tem pessoas que me mandam presentes pelo correio. No meu aniversário, dia 3, recebi um cartão, figurinhas e um colarzinho. Várias pessoas me escrevem.

ZH - O que elas te dizem?
Juliana - "Tu mudaste a minha vida".

ZH - Em que o livro ajuda as pessoas que passam pelo mesmo problema que você?
Juliana - O processo de recomeçar a viver eu já passei. Um mês depois da lesão, voltei a estudar e a trabalhar. Muita gente não consegue isso, fica meses, anos sem fazer isso.

ZH - Por que não conseguem?
Juliana - Porque se deixam abater. Acho que comigo foi diferente porque não tive aquela conversa com o médico: "Tu vais ficar de cadeiras de rodas". Eu não sabia o que estava acontecendo. Começou um formigamento na perna, e não parava. Aí, em 48 horas eu estava tetraplégica. Depois voltaram os movimentos dos braços.

ZH - O que foi o mais difícil?
Juliana - O sexo. Levei cinco anos para voltar a transar.

ZH - Como é?
Juliana - Eu sei o que eu sentia quando alguém tocava a minha pele. Está tudo no cérebro.

ZH - Hoje ainda há muito preconceito em relação a pessoas com deficiência. Por que isso ocorre?
Juliana - Para acabar com esse estigma, é preciso convivência. O preconceito é falta de informação. As pessoas não sabem como lidar, têm medo.

ZH - Você tem esperança de voltar a andar?
Juliana - A grande aposta é a terapia celular. Vai rolar. É questão de tempo.



Fonte: Zero Hora, 9 de outubro de 2010. Vida, p. 3.  


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Parabéns Professor



Parabenizamos a todos os professores e professoras pelo seu dia!!


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

12 de Outubro – Dia da Cirurgia Infantil

            Além do dia das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, amanhã se comemora o dia da Cirurgia Infantil, que, segundo Curti (1972) é uma especialização do final da década de 40 consolidada devido a visão da criança como criança, ou seja, com características próprias e não uma “miniatura do adulto”. Juntamente com a alta mortalidade observada quando esta era assistida em serviços cirúrgicos gerais e incidência predominante ou exclusiva de afecções.
            Para Vasconcellos e Melo (2005) o crescimento da cirurgia pediátrica só foi possível devido a avanços nos conhecimentos das particularidades anatômicas, fisiológicas, imunológicas e psicológicas das várias faixas etárias permitindo uma abordagem diferenciada de cada uma delas. E devido ao surgimento e aprimoramento das Unidades de Terapia Intensiva neonatais e pediátricas.
            Ainda que o bom entrosamento entre as equipes (cirúrgica, anestésica e clínica) seja de grande importância em qualquer tratamento cirúrgico, quando no tratamento de infantes este se torna imprescindível. Sendo também, fundamental o conhecimento científico aliado à sensibilidade de cada membro de uma equipe multidisciplinar na abordagem da criança.

            Aqui fica uma dica de vídeo, o cirurgião pediátrico Paulo Roberto Bueno falando sobre sua experiência em um hospital de Assis, SP.


            E, para quem tem interesse na especialidade, estão abertas as inscrições para a prova realizada pela Associação de Cirurgia Pediátrica com provas a serem realizadas entre os dias 19 a 21 de novembro em Belo Horizonte.

REFERÊNCIAS
BUENO, Paulo Roberto. Cirurgia pediátrica: uma brincadeira muito séria. Assis, [200-?]. 1 video online (11 min.): son., color. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=nGMWTeWPc9M&feature=related. Acesso em: 29 set. 2010.

CURTI, Primo. Cirurgia pediátrica. São Paulo: Sarvier, 1972.

VASCONCELLOS, Marcos Carvalho de; MELO, Maria do Carmo Barros de. Particularidades das faixas etárias pediátricas. In: PEREIRA, Regina Maria; SILVA, Ana Cristina Simões ; PINHEIRO, Paulo Fernando Martins. Cirurgia pediátrica: condutas clínicas e cirúrgicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.


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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Devolução de livros no Mezanino da Biblioteca

    
          Esclarecemos a todos os usuários, que por motivos técnicos, o monta-cargas (elevador de livros)  da Biblioteca está em manutenção.

          Em razão disso, estamos solicitando que a devolução seja feita no balcão de atendimento do Mezanino.

          Assim que o problema for solucionado, a devolução poderá ser feita também no balcão de atendimento do térreo.

          Agradecemos a compreensão.


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Trabalhar em local barulhento pode aumentar o risco cardíaco


Mariana Pastore
Colaboração para a Folha


O que é ruim para os ouvidos também pode fazer mal ao coração. Segundo estudo, pessoas que trabalham em locais ruidosos há pelo menos um ano e meio têm três vezes mais chance de sofrer um grave problema cardíaco do que quem trabalha em ambientes silenciosos.


Os pesquisadores da Universidade de British Columbia, nos EUA, examinaram, entre 1999 e 2004, mais de 6.000 pessoas com mais de 20 anos de idade. O estudo foi publicado na revista "Occupational and Environmental Medicine".
Os participantes foram solicitados a classificar o nível de barulho nos seus locais de trabalho e há quanto tempo estavam expostos a ele.

Após o cruzamento de dados, os pesquisadores concluíram que quem trabalhava em locais mais barulhentos tinha até três vezes mais chance de ter um ataque cardíaco ou dores no peito.

Segundo o cardiologista Carlos Alberto Pastore, do Incor, trabalhar sob constante ruído facilita a liberação de hormônios relacionados com o estresse: a adrenalina e o cortisol. "O gatilho que acelera o processo inflamatório das artérias é o estresse."

No entanto, para o médico, o estresse só é um problema quando passa a ser constante. Nesse caso, o estresse excessivo deve ser considerado um fator de risco como qualquer outro.

"Tudo aquilo que está relacionado à esfera emocional é um problema de saúde tão grave quanto o colesterol."

Fonte: Folha de São Paulo, 7 de outubro de 2010. Cotidiano, C5.

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Montaria reabilita vítimas de derrame, mostra estudo da Unicamp

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

Quando perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, o mestre de obras João Batista Cerqueira Viana não sabia se iria voltar a andar a pé. Muito menos a cavalo.

Terapia com cavalos é mais usada em crianças e jovens.
Mas foi em cima da montaria que ele recuperou sua capacidade motora, comprometida por um derrame.
Viana, 61, foi um dos pacientes avaliados em uma pesquisa sobre o uso da equoterapia na recuperação de vítimas de AVC (acidente vascular cerebral).

A pesquisa, apresentada na Unicamp como tese de mestrado da fisioterapeuta Fernanda Beinotti, mostrou que o uso terapêutico da montaria em cavalos, além de ser eficaz, pode dar resultados mais rápidos do que a fisioterapia convencional.


Segundo Beinotti, não há na literatura científica nenhum trabalho controlado sobre o uso em adultos que sofreram derrame. "Já vi relatos de casos isolados mostrando melhoras. Quis fazer um estudo com mais pessoas e um grupo controle."

A fisioterapeuta selecionou pacientes que tinham tido derrame havia mais de um ano e que não apresentavam outras doenças, como hipertensão ou diabetes. Todos tinham grau de comprometimento motor semelhante: já conseguiam andar, embora não com marcha normal.

Durante 16 semanas, metade dos voluntários recebeu três sessões de 30 minutos semanais de fisioterapia convencional. A outra metade realizou, na mesma duração, duas sessões de fisioterapia e uma de equoterapia.

Foram dez participantes em cada grupo. "Não é um número grande, mas, pela primeira vez, foi usado grupo de controle. Além disso, a padronização [das condições dos pacientes e dos tratamentos] permite algumas conclusões mais objetivas."
RESULTADOS

Segundo Beinotti, os resultados mais significativos foram a recuperação da habilidade de contrair e relaxar os flexores plantares (músculos dos pé), a melhora nos movimentos da perna, a melhora no equilíbrio e no padrão da marcha (forma de andar).

O neurologista Eduardo Mutarelli, do hospital Sírio-Libanês, vê lógica nesse processo de reabilitação, mas desconhece outros trabalhos sobre a ação da equoterapia em casos de derrame. "Essa é uma pesquisa pequena."

Para Mirto Prandini, chefe do departamento de neurologia e neurocirurgia da Unifesp, a pesquisa mostra boas possibilidades. "Como no estudo, vítimas de derrame que não têm outras doenças podem ser beneficiadas."

 
Fonte: Folha de São Paulo, 7 de outubro de 2010. Cotidiano, C5.
 
 
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nova temporada de "House"


           - Metade das pessoas que eu salvo não merecem uma segunda chance.

          Umas das máximas repetidas pelo dr. House, não se aplica ao própio personagem título do seriado médico.
          No próximo dia 28 de outubro, estreia a 7ª temporada na TV brasileira pelo canal Universal Channel. Nos Estados Unidos estreou no final de setembro.

         Elogiado pela crítica, o drama centrado nos intrincados diagnósticos que apenas House e sua equipe parecem ser capazes de decifrar, é também fenômeno de público na TV americana e no Brasil.

        Nesta nova temporada, o dr. House estará envolvido em um romance, mas segundo o seu temperamento, nem tudo será um mar de rosas, como também não vai ser a vida no hospital Princeton-Plainsboro.
Às vésperas da estreia da sétima temporada, a sexta está sendo lançada em DVD. Foi neste ano que, do vício em analgésicos aos relacionamentos fracassados, passando por traumas familiares e até a culpa pela morte da namorada do melhor amigo, House enfrentou quase todos os fantasmas que o assombravam desde a primeira temporada. Agora, parece pronto para outros.


House temporada a temporada:

O médico dribla o trabalho como pode para poder ver novela escondido. Nesse ano, enfrenta um farmacêutico milionário que manda no hospital e a ex-mulher, que aparece para que ele trate o atual marido dela.

Com a ex trabalhando no hospital, a série enfoca não só o que há entre os dois, mas os relacionamentos interpessoais de todos os médicos. O ano tem final emocionante, com House inconsciente após levar um tiro.

 Os problemas com a lei por causa do vício em medicamentos ficam mais fortes, mas a grande reviravolta é quando Foreman pede demissão: depois disso, Chase é demitido por House, e Cameron também parte, deixando o chefe só.

Os antigos colegas seguem no hospital e, depois de resistir, House enfim cria um processo de seleção a seu modo para montar uma nova equipe. O final é trágico, com um acidente de ônibus que mata um importante personagem.

Os problemas pessoais dos médicos ficam ainda mais fortes, e um deles acaba se suicidando. Isso tem consequências graves para House, que começa a usar metadona e tem até alucinações. Acaba o ano internado em um sanatório.

Após lutar para recuperar a sanidade e poder voltar à medicina, House consegue recuperar a equipe de médicos e até resolve assumir para si o que sente por Cuddy. Pena que ela já esteja em outra. 


Fonte: Zero Hora, segunda-feira, 4/10/2010. Segundo Caderno, p. 4-5


A Biblioteca possui o seriado House até a 3ª Temporada.


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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Prêmio Nobel de Medicina 2010

Robert Edwards com Lesley Brown, Louise Brown, primeiro bebê de proveta, e seu filho Cameron


O prêmio Nobel de Medicina, anunciado nesta segunda-feira, será entregue ao biólogo britânico Robert Edwards, criador da fertilização in vitro. O pesquisador desenvolveu um procedimento que permite fertilizar as células do óvulo humano em um tubo de ensaio e implantá-las no útero.

A pesquisa de Edwards culminou no nascimento de Louise Brown, primeiro bebê de proveta, em 25 de julho de 1978.

Segundo o comitê do Instituto Karolinska, que escolheu o ganhador do prêmio, "as conquistas de Edwards tornaram possível o tratamento da infertilidade, que afeta 10% dos casais em todo o mundo". Desde 1978, mais de quatro milhões de bebês foram concebidos através da técnica.

Leia mais: BBC Brasil 




sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aula Magna na UFRGS sobre células tronco

Será realizada no Salão de Atos da UFRGS, aula magna com o tema: Celulas tronco: uma esperança para a medicina regenerativa? A aula será ministrada pelo Prof. Dr. Antônio Carlos Campos de Carvalho* da UFRJ. Não perca!! Evento: Aula Magna "Celulas tronco: uma esperança para a medicina regenerativa?" Local: Salão de Atos da UFRGS Data: 14 de outubro de 2010 (quinta-feira) Horário: 10 horas *Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1976), mestrado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979) e doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983). É Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas atualmente encontra-se cedido ao Instituto Nacional de Cardiologia (INC) onde exerce o cargo de Coordenador de Ensino e Pesquisa. É também Professor Titular Visitante do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York. Tem experiência na área de Fisiologia e Biofísica, com ênfase em Fisiologia Cardiovascular, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação intercelular, células tronco e terapias celulares. Publicou mais de 110 artigos plenos em revistas indexadas e mais de 10 capítulos de livros. Orientou 8 pós-doutores, 26 doutores e 18 mestres. É membro da Academia Brasileira de Ciências e da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS). Atualmente é Membro do Conselho Diretor da Interational Union of Physiological Sciences. Em 2008 foi agraciado com a Ordem Nacional do Mérito Científico. Deixe seu comentário:

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Medicina Aeroespacial


           Especialidade médica (ainda não regulamentada no Brasil) teve seu início quando, em 1783, apareceram os primeiros balões tripulados, chamando a atenção da comunidade médica sobre as influências que as mudanças em altitude tinham sobre o organismo humano.
                   O trabalho da Medicina Aeroespacial envolve os cuidados de toda pessoa que sai do seu meio (a terra) para um meio diferente (o ar) com auxílio de uma máquina (uma aeronave). Sendo assim, trata dos aspectos médicos do vôo em tripulantes, passageiros, capacidade física, treinamentos, além de pesquisas de roupas especiais e comportamentos humanos nestes ambientes.
                    São poucos os cursos de especialização existentes, mas o mercado de trabalho está em crescimento devido ao aumento do número de aeroportos e expansão da aviação.


Leia mais:   As conquistas da medicina aeroespacial


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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Grey's Anatomy - 7ª Temporada

            Para os fãs da série Grey`s Anatomy uma boa notícia.
            A 7ª Temporada da série que estreou nos Estados Unidos dia 24 terá sua estréia no Brasil na próxima segunda-feira, dia 4/10 no canal SONY.


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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

MUDANÇAS NO TRÂNSITO DA REGIÃO





            Devido a reforma do túnel da Conceição, haverá mudanças no trânsito da Região Central de Porto Alegre a partir do dia 25/09, com bloqueio do túnel a partir do dia 9/10. Fique atento e confira as mudanças:



Figura 1 - Novas rotas
Fonte: http://www.novotunel.com.br/default.php?reg=6&p_secao=17

            Para maiores informações, acesse o site:
http://www.novotunel.com.br/, siga o twitter.com/Novo_Tunel ou ligue para a EPTC 118.

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GAÚCHOS CANSADOS E ACIMA DO PESO


            A pesquisa “Os Gaúchos e o Coração”, realizada com 1,5 mil gaúchos acima de 16 anos no período de 27 a 31 de julho em 25 municípios, revelou que o sobrepeso, o estresse e o tabagismo são as principais causas de doenças cardiovasculares no Rio Grande do Sul. Foram entrevistadas pessoas de ambos os sexos, como mostra o Gráfico 1.


Gráfico 1 - Sexo dos entrevistados
Fonte: Gráfico elaborado para o Blog.

            Os dados foram apresentados no dia 22 de setembro pelo presidente da Sociedade de Cardiologia do RS (Socergs), Gilberto Lahorgue Nunes, e pela diretora do Instituto Methodus, Magrid Sauer.
            Os dados dos Gráficos 2 e 3 sobre o peso e os hábitos dos gaúchos preocupa a Sociedade de Cardiologia pois, como observou Lahorgue, “Esse é um grande fator de risco, que aparece de modo mais pronunciado nas pessoas acima de 45 anos, faixa etária em que 60% apresentaram excesso de peso.”



Gráfico 2 - Peso dos entrevistados
Fonte: Gráfico elaborado para o Blog.



Gráfico 3 - Hábitos dos gaúchos
Fonte: Gráfico elaborado para o Blog.



            E, segundo Lahorgue, a pesquisa é uma radiografia do perfil da população e tem por objetivo traçar estratégias de esclarecimento sobre a importância dos cuidados para a saúde e as medidas de prevenção, sem deixar de considerar características relevantes como as do gráfico 4.


Gráfico 4 - Outras características
Fonte: Gráfico elaborado para o Blog.

            Lahorgue informou ainda que a maior proporção de fumantes foi observada entre o público com menor escolaridade, em que mais de 50% tem até ensino médio (Gráfico 5), e menor renda. “Noventa por cento das pessoas adquirem o hábito de fumar até os 20 anos, ainda quando estão na escola.” As principais doenças cardiovasculares desencadeadas são infarto agudo, angina (dor no peito), hipertensão (pressão alta) e acidente vascular cerebral (AVC).


Gráfico 5 - Escolaridade dos entrevistados
Fonte: Gráfico elaborado para o Blog.

            Magrid declarou ser “um estudo inédito, pois olhamos para o Rio Grande do Sul de forma abrangente”.
Aproveitando a divulgação da pesquisa, a Socergs lançou a campanha “Quem ama a vida cuida bem do coração” e até o próximo domingo (26/09/10) promove a Semana do Coração.

Adaptação de:
GAÚCHOS cansados e acima do peso. Correio do Povo, Porto Alegre, 23 set. 2010. p. 10.

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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Álcool gel é pouco eficaz, diz estudo


Lavar as mãos com álcool gel, uma medida preventiva muito popular durante a pandemia de gripe A em 2009, não aumenta a proteção contra o vírus H1N1.
É o que afirma estudo divulgado em 12/09 em conferência médica nos estados Unidos.


- Um desinfetante de mãos à base de álcool não reduz de forma significativa a frequência das infecções por rinovírus (responsáveis pelo resfriado, entre outros) ou o vírus da gripe - afirmam os autores do trabalho, desenvolvido pela Universidade de Virgínia financiada pela Dial Corporation, uma empresa de produtos de higiene e cuidados do lar.
O estudo foi apresentado em Boston, na conferência intercientífica sobre agentes antimicrobianos e quimioterapia, que reúne em torno de 12 mil especialistas em doenças infecciosas.
- Os resultados do estudo sugerem que a transmissão pelas mãos é talvez menos importante para a propagação do rinovírus do que se acredita - afirmam os autores.
Os cientistas concluíram que 12 de cada cem participantes do grupo que lavou regularmente as mãos com álcool gel foram contaminados com o H1N1, enquanto que no grupo que não usou desinfetante, 15 em cem contraíram a doença.


Fonte: Zero Hora, 13 de setembro de 2010. p. 37


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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Hospital Schlatter

Família Schlatter é tema de livro


A trajetória dos médicos Gabriel, Doris José e Theo Tássio Schlatter é o tema do livro Hospital Schlatter, do jornalista Renato Mendonça, que será lançado hoje, no Sarau Lírico do Museu de História da Medicina do RS (Independência, 270). Em 2002, Renato lançou a obra "O homem que enganou o tempo", que descreve a vida de Gabriel Schlatter, fundador do Hospital Schlatter.

A nova publicação reúne as biografias de três gerações da família que se envolveram ativamente com a Medicina gaúcha, especialmente na região do Vale do Rio Caí. Foi ali, na cidade de Feliz, que Gabriel fundou o hospital e uma pioneira Escola de Parteira. Ilustrado com mais de 130 fotografias, o livro contextualiza as vidas dos Sclatter junto às comunidades em que viveram e que transformaram. O evento - que tem entrada franca e começa às 18h30min - conta com um espetáculo de música erudita do barítono Jair Ferreira e do pianista Leandro Faber.

Depois do lançamento, o livro poderá ser adquirido na Livraria Cultura do Shoppingo Bourbon Country (ou pelo site http://www.livrariacultura.com.br/).



Fonte: Zero Hora, 1º de setembro, p. 62 e 2 de setembro, Segundo Caderno, p. 3.


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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pesquisa de uso dos Recursos e Satisfação dos serviços da Biblioteca

Em junho passado, foi realizado um estudo de uso dos recursos e satisfação dos serviços prestados pela Biblioteca.

O trabalho foi desenvolvido através de questionários aplicados a uma amostra de 45 estudantes de cursos de graduação e pós-graduação da universidade.

Foram distribuídos 5 questionários por curso, com exceção do curso de Medicina que tiveram 7 alunos respondentes, nos três turnos em que a biblioteca fica aberta.

Os dados qualitativos estão apresentados em forma de tabelas e os dados quantitativos em forma de gráficos. Quanto as questões abertas foram descritas e analisadas.

Seguem os resultados:


Gráfico 1 - Perfil - Ano de graduação


Gráfico 2 - Perfil - Acesso à internet

Gráfico 3 - Permanência dos alunos na Biblioteca

Tabela 1 - Grau de satisfação com os recursos disponibilizados pela biblioteca





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Cigarro vicia mais que maconha, diz estudo

Pesquisa afirma que 9% dos que experimentam a erva ficam dependentes; tabaco marca 32% e álcool, 15% .

Uso prolongado da droga aumenta, porém, riscos de doenças mentais, bronquite, cancer e depressão.


Maconha é coisa de jovem: o usuário típico deixa a erva conforme vai envelhecendo, diz um estudo internacional que revisou os principais trabalhos já feitos sobre o tema.
Psiquiatra afirma que a legalização aumentaria o uso
De acordo com o "Cannabis Policy", publicação de 300 páginas lançada nos EUA, a droga ganha do álcool e do tabaco em segurança. Nove por cento dos que experimentam maconha tornam-se dependentes, contra 32% do tabaco e 15% do álcool.

Segundo os dados de Robin Room, da University of Melbourne, líder do trabalho, a droga causa relativamente poucos acidentes de trânsito. "Essa é a principal preocupação relacionada aos efeitos agudos da maconha", escreve Room, "porque ela reduz a atenção e a coordenação motora".

Dados mais recentes mostram que a maconha duplica a chance de acidentes. O álcool é pior: aumenta mais de dez vezes o risco. "Aparentemente, os motoristas que fumaram maconha dirigem mais devagar."




FAZ MAL, MAS QUANTO?

O estudo de Room esteve no centro de uma polêmica entre dois cientistas brasileiros. Ronaldo Laranjeira, da Unifesp, citou o trabalho em artigo nesta Folha, listando doenças relacionadas à erva e argumentando que é falácia dizer que ela é segura.

Em resposta, Sidarta Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, acusou o colega de distorcer o estudo, que sugere a legalização da droga, porque "seus danos são modestos". Ambos elogiam o currículo de Room e seu trabalho.

O "Cannabis Policy" lista problemas relacionados ao uso contínuo da maconha, mas faz considerações sobre a limitação do seu impacto.

Relata a relação entre seu uso na gravidez e a redução do peso do bebê ao nascer, mas menos do que no caso do tabaco. Cita ansiedade e insônia como sintomas comuns de viciados que tentam abandonar a erva.

Usuários têm mais chance de ter bronquite e câncer no pulmão. Room estima que um homem de 44 anos que fumou maconha por toda a vida diariamente tem 3% mais risco de sofrer infarto.

A maconha aumenta em mais de duas vezes o risco de esquizofrenia. Ainda assim, cientistas calculam que, para evitar um caso da doença entre jovens adultos, seria preciso fazer com que 5.000 pessoas não fumassem a erva.

O risco de depressão é mais de duas vezes maior. Mas não há como excluir a hipótese de que depressivos fumem como automedicação -é difícil saber qual a causa e qual a consequência.

O mesmo ocorre com a evasão escolar. É a erva que deixa os adolescentes desanimados com a vida ou jovens sem rumo procuram mais as drogas?

Mesmo assim, Room acredita que a erva não é especialmente problemática. "Os riscos à saúde do tabaco e do álcool são muito maiores."


Fonte: Folha de São Paulo, segunda-feira, 30 de agosto de 2010. p. C7 Link




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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Acesso ao Portal da Capes

Informamos que o acesso ao Portal Periódicos (CAPES) está normalizado.

O Portal Periódicos (CAPES) pode ser acessado pela home page da Universidade da seguinte forma:

ACESSO RAPIDO

Biblioteca

Periódicos Capes

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mostra SAÚDE NA TELA


          Oferecendo o debate de temas como o aborto, a indústria do cigarro, o fast-food e a eutanásia, o CineBancários, através do Projeto Saúde na Tela, coloca em cartaz a partir do dia 24 a Mostra Saúde Tela.


          Com Entrada Franca e em três sessões diárias, a seleção proporcionará a reflexão sobre um assunto que interessa e reflete na vida de todas as pessoas em qualquer lugar do mundo.


          Esta mostra conta com o financiamento do Projeto Saúde na Tela, parceria entre SindBancários, Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Unidade Básica de Saúde (UBS) e o Governo Federal, através dos Ministérios de Cultura e da Saúde.







sábado, 14 de agosto de 2010

Cirurgia robótica em ginecologia



Método é menos invasivo que a laparoscopia

Tendência em cirurgias minimamente invasivas, a cirurgia robótica é promessa para quem sofre de doenças ginecológicas como a endometriose, o câncer cervical e os miomas em quadro avançado e que não teria um bom resultado com a laparoscopia comum. Nesse tipo de intervenção, médicos usam robôs como mãos e braços para obterem maior precisão nas operações. Desde o mês de maio, cirurgias com esta tecnologia entraram para o protocolo de dois hospitais em São Paulo, ampliando as opções de tratamento ginecológico para as mulheres.

– O robô é uma forma mais avançada da laparoscopia, cirurgia feita por um instrumento chamado laparosópio através de uma incisão no umbigo. Este método permite que o médico visualize o que está sendo operado em três dimensões, e não em duas como na tradicional. Os braços do robô, que são comandados pelo cirurgião através do computador, são flexíveis e podem fazer os mesmos movimentos que um pulso humano. Mas o cirurgião continua sendo essencial, já que é ele quem vai comandar todos os movimentos do robô. O médico precisa ser extremamente capacitado para poder operar o aparelho e monitorar o estado de saúde do paciente – avalia o cirurgião Arnold Advincula, da Universidade de Michigan, que veio ao Brasil especialmente para treinar os médicos brasileiros.

O médico americano afirma que as cirurgias robóticas vão ser cada vez mais freqüentes e que elas representam um grande avanço no tratamento de uma série de doenças, em especial as ginecológicas:

– Agora, vamos poder operar casos mais complexos que muitas vezes não podiam ser resolvidos cirurgicamente com a laparoscopia comum. Casos mais complicados de endometriose, de tumores cervicais, histerectomias e a remoção de miomas e cistos agora serão resolvidos cirurgicamente de forma menos arriscada – completa Advincula.


Benefícios para o paciente

O ginecologista Mauricio Abrão, presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose e um dos primeiros médicos a utilizar a tecnologia robótica em suas pacientes, garante que a novidade vai trazer muitos benefícios. Além de um menor sangramento e, em alguns casos, um menor número de incisões, a recuperação também costuma ser mais rápida.

– Estamos realizando cirurgias em casos mais complicados, assim como em áreas do corpo onde evitávamos a intervenção cirúrgica por causa do número elevado de nervos. A precisão das cirurgias robóticas é infinitamente maior. Porém, as pacientes não devem ficar alarmadas, achando que o robô pode esfriar as relações entre médicos e pacientes. Nós, no Brasil, somos privilegiados neste quesito e acho que a situação vai continuar assim – avalia o médico.

Por enquanto, existem apenas dois robôs no Brasil, um no hospital Sírio Libanês e outro no hospital Albert Einstein, ambos em São Paulo. Nos Estados Unidos, 500 robôs já estão sendo utilizados por centros médicos de todo o país. Além das cirurgias ginecológicas, a laparoscopia robótica pode ser utilizada na retirada de tumores diversos, entre eles o de próstata.

– Como toda nova tecnologia, a cirurgia robótica ainda é 30% mais cara do que a comum e não é integralmente coberta pelos planos de saúde, mas acredito que isto seja questão de tempo – completa Mauricio Abrão.

Fonte: Zero Hora


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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Livro "Por Amor também se casa"


O Doutor Henry Wolff, ex-professor de Endocrinologia da Universidade, está lançando o livro "Por amor também se casa", publicado pela Editora Movimento.

Nesse livro de contos, os relatos recriam e dramatizam momentos decisivos na trajetória de um médico em formação.


Sessão de Autógrafos
Data: 17 de agosto de 2010 (terça-feira)
Horário: a partir das 19 horas
Local: Livraria Cultura
Bourbon Shopping Country
Av. Túlio de Rose, 80 - loja 302 (segundo piso)
Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3028-4033

Sobre o autor:
Henry Wolff formou-se em Medicina em 1949. Orientou a formação de inúmeros médicos nas áreas da Endocrinologia e da Medicina Nuclear. Manteve uma coluna, denominada Self Médico, no jornal Zero Hora. Além de artigos, em revistas médicas, no Brasil e no exterior, publicou, em 1970, o livro 'Diabete Mélito', de distribuição internacional. Em 2007, publicou 'Mar da solidão', seu primeiro livro de contos. Retorna, agora, em 2010, com 'Por amor também se casa', nova série de contos em que a temática principal se relaciona e se volta à experiência médica, tanto de sua época de formação e de iniciação em prontos-socorros, quanto de sua experiência profissional como endocrinologista em sua clínica particular.



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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Problemas de acesso ao Portal da Capes

A Biblioteca encontra-se sem acesso ao Portal da Capes por tempo indeterminado.

Devido à troca de equipamentos e a aplicação de novas configurações de segurança e qualidade de serviços, efetuadas pelo NTI no último dia 31 de julho, ficamos sem acesso ao Portal da Capes em razão de que neste procedimento, houve a consequente troca de endereços IP's.

Já tomamos todas as providências necessárias para que o problema seja normalizado, mas dependemos das editoras pertencentes ao Portal, que devem fazer a alteração desses endereços IP's.

Desta forma, estamos aguardando que essas editoras façam as alteração necessárias para que possamos ter acesso ao Portal da Capes novamente.

Estaremos comunicando a comunidade acadêmcia assim que o problema for resolvido.



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domingo, 8 de agosto de 2010

Medicina ecológica


Livro mostra o que é a medicina ecológica
Uma das propostas é monitorar e reduzir o uso e a propagação desses químicos como forma de manter a saúde do homem e do planeta.


Em função dos desequilíbrios ambientais causados pelo homem, dentro dos próximos 20 anos, a humanidade corre um risco enorme de enfrentar uma poderosa doença infecciosa que poderá dizimar boa parte da população. A afirmação é do médico infectologista Alex Botsaris, autor do livro Medicina ecológica – Descubra como cuidar da sua saúde sem sacrificar o planeta (Nova Era, 182 pp., R$ 29,90). [...] Na obra, o autor introduz o tema, pouco conhecido no Brasil, e aponta as soluções que podem resgatar a saúde pública e contribuir para solucionar os problemas ambientais que afetam a qualidade de vida dos seres humanos.

Episódios de dano ao ambiente e à vida do homem têm sido relatados desde a época da Revolução Industrial. No mais recente deles, e talvez o mais grave dos Estados Unidos, uma explosão em uma plataforma petrolífera, em abril, transformou as águas do mar do Golfo do México no cenário de uma tragédia ambiental. Por muitos dias, toneladas de substâncias químicas foram despejadas na superfície do planeta, contaminando o ar, a água, os alimentos, a vida.

De acordo com o médico infectologista, os seres humanos estão cada vez menos saudáveis, mesmo com todos os avanços tecnológicos, principalmente porque vivemos num meio ambiente inadequado, agressivo e contaminado. Já existem estudos indicando que muitos dos problemas de saúde que afligem o homem de hoje podem estar associados à ingestão dessas substâncias tóxicas.

Uma das propostas da medicina ecológica é monitorar e reduzir o uso e a propagação desses químicos como forma de manter a saúde do homem e do planeta. “Enquanto não conseguirmos reverter esse processo, não adianta investir bilhões em medicamentos, porque a incidência das doenças que amedrontam a humanidade — como câncer, males cardíacos, Alzheimer e outras moléstias degenerativas do sistema nervoso — vai continuar crescendo”, alerta Botsaris.

O médico expõe em sua obra outro conceito novo e ainda pouco difundido por aqui: as formas modernas de estresse, como o estresse cerebral e o estresse continuado, também gerados pelo ambiente e os hábitos de vida. Doutor Alex relaciona essas formas de estresse com o aumento de problemas psiquiáticos na sociedade, como ansiedade, depressão, insônia e síndrome do pânico. Segundo sua pesquisa, são esses fatores que explicam uma grande alta no consumo de medicamentos psicoativos no Brasil, evidenciado no último relatório de vendas da indústria farmacêutica divulgado no início de 2010.

“Lutar para se conseguir um meio ambiente saudável é, sem dúvida, o primeiro passo na busca da saúde, seja para o indivíduo ou a sociedade. Por isso, é preciso resgatar o trabalho dos antigos sanitaristas: investir em prevenção por meio da eliminação dos problemas do meio ambiente e dos maus hábitos das pessoas, que estão levando à degradação da saúde da população”, acredita o médico infectologista. Ele lembra que há um longo caminho a ser percorrido, já que mudar condições ambientais e hábitos da população são processos lentos e difíceis.

Segundo Alex Botsaris, para melhorar a saúde pública no Brasil é preciso haver uma política voltada à solução de todos esses fatores. “São ações que dependem do Estado, da cobrança da sociedade, e que devem ficar em maior evidência no futuro próximo, com o aumento da crise ambiental do planeta”, conclui.

Sobre o autor

Alex Botsaris é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo Hospital Claude Bernard (Paris) e em Medicina Chinesa pela Universidade de Pequim. É membro da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit – antigo IBPM); e da equipe do Programa Estadual de Plantas Medicinais (Proplan) da secretaria estadual de Saúde do Rio (SES/RJ). Ex-consultor da Natura e da Ybios (empresa de tecnologia em ativos naturais).