segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Pesquisa de uso dos Recursos e Satisfação dos serviços da Biblioteca

Em junho passado, foi realizado um estudo de uso dos recursos e satisfação dos serviços prestados pela Biblioteca.

O trabalho foi desenvolvido através de questionários aplicados a uma amostra de 45 estudantes de cursos de graduação e pós-graduação da universidade.

Foram distribuídos 5 questionários por curso, com exceção do curso de Medicina que tiveram 7 alunos respondentes, nos três turnos em que a biblioteca fica aberta.

Os dados qualitativos estão apresentados em forma de tabelas e os dados quantitativos em forma de gráficos. Quanto as questões abertas foram descritas e analisadas.

Seguem os resultados:


Gráfico 1 - Perfil - Ano de graduação


Gráfico 2 - Perfil - Acesso à internet

Gráfico 3 - Permanência dos alunos na Biblioteca

Tabela 1 - Grau de satisfação com os recursos disponibilizados pela biblioteca





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Cigarro vicia mais que maconha, diz estudo

Pesquisa afirma que 9% dos que experimentam a erva ficam dependentes; tabaco marca 32% e álcool, 15% .

Uso prolongado da droga aumenta, porém, riscos de doenças mentais, bronquite, cancer e depressão.


Maconha é coisa de jovem: o usuário típico deixa a erva conforme vai envelhecendo, diz um estudo internacional que revisou os principais trabalhos já feitos sobre o tema.
Psiquiatra afirma que a legalização aumentaria o uso
De acordo com o "Cannabis Policy", publicação de 300 páginas lançada nos EUA, a droga ganha do álcool e do tabaco em segurança. Nove por cento dos que experimentam maconha tornam-se dependentes, contra 32% do tabaco e 15% do álcool.

Segundo os dados de Robin Room, da University of Melbourne, líder do trabalho, a droga causa relativamente poucos acidentes de trânsito. "Essa é a principal preocupação relacionada aos efeitos agudos da maconha", escreve Room, "porque ela reduz a atenção e a coordenação motora".

Dados mais recentes mostram que a maconha duplica a chance de acidentes. O álcool é pior: aumenta mais de dez vezes o risco. "Aparentemente, os motoristas que fumaram maconha dirigem mais devagar."




FAZ MAL, MAS QUANTO?

O estudo de Room esteve no centro de uma polêmica entre dois cientistas brasileiros. Ronaldo Laranjeira, da Unifesp, citou o trabalho em artigo nesta Folha, listando doenças relacionadas à erva e argumentando que é falácia dizer que ela é segura.

Em resposta, Sidarta Ribeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, acusou o colega de distorcer o estudo, que sugere a legalização da droga, porque "seus danos são modestos". Ambos elogiam o currículo de Room e seu trabalho.

O "Cannabis Policy" lista problemas relacionados ao uso contínuo da maconha, mas faz considerações sobre a limitação do seu impacto.

Relata a relação entre seu uso na gravidez e a redução do peso do bebê ao nascer, mas menos do que no caso do tabaco. Cita ansiedade e insônia como sintomas comuns de viciados que tentam abandonar a erva.

Usuários têm mais chance de ter bronquite e câncer no pulmão. Room estima que um homem de 44 anos que fumou maconha por toda a vida diariamente tem 3% mais risco de sofrer infarto.

A maconha aumenta em mais de duas vezes o risco de esquizofrenia. Ainda assim, cientistas calculam que, para evitar um caso da doença entre jovens adultos, seria preciso fazer com que 5.000 pessoas não fumassem a erva.

O risco de depressão é mais de duas vezes maior. Mas não há como excluir a hipótese de que depressivos fumem como automedicação -é difícil saber qual a causa e qual a consequência.

O mesmo ocorre com a evasão escolar. É a erva que deixa os adolescentes desanimados com a vida ou jovens sem rumo procuram mais as drogas?

Mesmo assim, Room acredita que a erva não é especialmente problemática. "Os riscos à saúde do tabaco e do álcool são muito maiores."


Fonte: Folha de São Paulo, segunda-feira, 30 de agosto de 2010. p. C7 Link




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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Acesso ao Portal da Capes

Informamos que o acesso ao Portal Periódicos (CAPES) está normalizado.

O Portal Periódicos (CAPES) pode ser acessado pela home page da Universidade da seguinte forma:

ACESSO RAPIDO

Biblioteca

Periódicos Capes

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mostra SAÚDE NA TELA


          Oferecendo o debate de temas como o aborto, a indústria do cigarro, o fast-food e a eutanásia, o CineBancários, através do Projeto Saúde na Tela, coloca em cartaz a partir do dia 24 a Mostra Saúde Tela.


          Com Entrada Franca e em três sessões diárias, a seleção proporcionará a reflexão sobre um assunto que interessa e reflete na vida de todas as pessoas em qualquer lugar do mundo.


          Esta mostra conta com o financiamento do Projeto Saúde na Tela, parceria entre SindBancários, Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Unidade Básica de Saúde (UBS) e o Governo Federal, através dos Ministérios de Cultura e da Saúde.







sábado, 14 de agosto de 2010

Cirurgia robótica em ginecologia



Método é menos invasivo que a laparoscopia

Tendência em cirurgias minimamente invasivas, a cirurgia robótica é promessa para quem sofre de doenças ginecológicas como a endometriose, o câncer cervical e os miomas em quadro avançado e que não teria um bom resultado com a laparoscopia comum. Nesse tipo de intervenção, médicos usam robôs como mãos e braços para obterem maior precisão nas operações. Desde o mês de maio, cirurgias com esta tecnologia entraram para o protocolo de dois hospitais em São Paulo, ampliando as opções de tratamento ginecológico para as mulheres.

– O robô é uma forma mais avançada da laparoscopia, cirurgia feita por um instrumento chamado laparosópio através de uma incisão no umbigo. Este método permite que o médico visualize o que está sendo operado em três dimensões, e não em duas como na tradicional. Os braços do robô, que são comandados pelo cirurgião através do computador, são flexíveis e podem fazer os mesmos movimentos que um pulso humano. Mas o cirurgião continua sendo essencial, já que é ele quem vai comandar todos os movimentos do robô. O médico precisa ser extremamente capacitado para poder operar o aparelho e monitorar o estado de saúde do paciente – avalia o cirurgião Arnold Advincula, da Universidade de Michigan, que veio ao Brasil especialmente para treinar os médicos brasileiros.

O médico americano afirma que as cirurgias robóticas vão ser cada vez mais freqüentes e que elas representam um grande avanço no tratamento de uma série de doenças, em especial as ginecológicas:

– Agora, vamos poder operar casos mais complexos que muitas vezes não podiam ser resolvidos cirurgicamente com a laparoscopia comum. Casos mais complicados de endometriose, de tumores cervicais, histerectomias e a remoção de miomas e cistos agora serão resolvidos cirurgicamente de forma menos arriscada – completa Advincula.


Benefícios para o paciente

O ginecologista Mauricio Abrão, presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose e um dos primeiros médicos a utilizar a tecnologia robótica em suas pacientes, garante que a novidade vai trazer muitos benefícios. Além de um menor sangramento e, em alguns casos, um menor número de incisões, a recuperação também costuma ser mais rápida.

– Estamos realizando cirurgias em casos mais complicados, assim como em áreas do corpo onde evitávamos a intervenção cirúrgica por causa do número elevado de nervos. A precisão das cirurgias robóticas é infinitamente maior. Porém, as pacientes não devem ficar alarmadas, achando que o robô pode esfriar as relações entre médicos e pacientes. Nós, no Brasil, somos privilegiados neste quesito e acho que a situação vai continuar assim – avalia o médico.

Por enquanto, existem apenas dois robôs no Brasil, um no hospital Sírio Libanês e outro no hospital Albert Einstein, ambos em São Paulo. Nos Estados Unidos, 500 robôs já estão sendo utilizados por centros médicos de todo o país. Além das cirurgias ginecológicas, a laparoscopia robótica pode ser utilizada na retirada de tumores diversos, entre eles o de próstata.

– Como toda nova tecnologia, a cirurgia robótica ainda é 30% mais cara do que a comum e não é integralmente coberta pelos planos de saúde, mas acredito que isto seja questão de tempo – completa Mauricio Abrão.

Fonte: Zero Hora


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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Livro "Por Amor também se casa"


O Doutor Henry Wolff, ex-professor de Endocrinologia da Universidade, está lançando o livro "Por amor também se casa", publicado pela Editora Movimento.

Nesse livro de contos, os relatos recriam e dramatizam momentos decisivos na trajetória de um médico em formação.


Sessão de Autógrafos
Data: 17 de agosto de 2010 (terça-feira)
Horário: a partir das 19 horas
Local: Livraria Cultura
Bourbon Shopping Country
Av. Túlio de Rose, 80 - loja 302 (segundo piso)
Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3028-4033

Sobre o autor:
Henry Wolff formou-se em Medicina em 1949. Orientou a formação de inúmeros médicos nas áreas da Endocrinologia e da Medicina Nuclear. Manteve uma coluna, denominada Self Médico, no jornal Zero Hora. Além de artigos, em revistas médicas, no Brasil e no exterior, publicou, em 1970, o livro 'Diabete Mélito', de distribuição internacional. Em 2007, publicou 'Mar da solidão', seu primeiro livro de contos. Retorna, agora, em 2010, com 'Por amor também se casa', nova série de contos em que a temática principal se relaciona e se volta à experiência médica, tanto de sua época de formação e de iniciação em prontos-socorros, quanto de sua experiência profissional como endocrinologista em sua clínica particular.



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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Problemas de acesso ao Portal da Capes

A Biblioteca encontra-se sem acesso ao Portal da Capes por tempo indeterminado.

Devido à troca de equipamentos e a aplicação de novas configurações de segurança e qualidade de serviços, efetuadas pelo NTI no último dia 31 de julho, ficamos sem acesso ao Portal da Capes em razão de que neste procedimento, houve a consequente troca de endereços IP's.

Já tomamos todas as providências necessárias para que o problema seja normalizado, mas dependemos das editoras pertencentes ao Portal, que devem fazer a alteração desses endereços IP's.

Desta forma, estamos aguardando que essas editoras façam as alteração necessárias para que possamos ter acesso ao Portal da Capes novamente.

Estaremos comunicando a comunidade acadêmcia assim que o problema for resolvido.



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domingo, 8 de agosto de 2010

Medicina ecológica


Livro mostra o que é a medicina ecológica
Uma das propostas é monitorar e reduzir o uso e a propagação desses químicos como forma de manter a saúde do homem e do planeta.


Em função dos desequilíbrios ambientais causados pelo homem, dentro dos próximos 20 anos, a humanidade corre um risco enorme de enfrentar uma poderosa doença infecciosa que poderá dizimar boa parte da população. A afirmação é do médico infectologista Alex Botsaris, autor do livro Medicina ecológica – Descubra como cuidar da sua saúde sem sacrificar o planeta (Nova Era, 182 pp., R$ 29,90). [...] Na obra, o autor introduz o tema, pouco conhecido no Brasil, e aponta as soluções que podem resgatar a saúde pública e contribuir para solucionar os problemas ambientais que afetam a qualidade de vida dos seres humanos.

Episódios de dano ao ambiente e à vida do homem têm sido relatados desde a época da Revolução Industrial. No mais recente deles, e talvez o mais grave dos Estados Unidos, uma explosão em uma plataforma petrolífera, em abril, transformou as águas do mar do Golfo do México no cenário de uma tragédia ambiental. Por muitos dias, toneladas de substâncias químicas foram despejadas na superfície do planeta, contaminando o ar, a água, os alimentos, a vida.

De acordo com o médico infectologista, os seres humanos estão cada vez menos saudáveis, mesmo com todos os avanços tecnológicos, principalmente porque vivemos num meio ambiente inadequado, agressivo e contaminado. Já existem estudos indicando que muitos dos problemas de saúde que afligem o homem de hoje podem estar associados à ingestão dessas substâncias tóxicas.

Uma das propostas da medicina ecológica é monitorar e reduzir o uso e a propagação desses químicos como forma de manter a saúde do homem e do planeta. “Enquanto não conseguirmos reverter esse processo, não adianta investir bilhões em medicamentos, porque a incidência das doenças que amedrontam a humanidade — como câncer, males cardíacos, Alzheimer e outras moléstias degenerativas do sistema nervoso — vai continuar crescendo”, alerta Botsaris.

O médico expõe em sua obra outro conceito novo e ainda pouco difundido por aqui: as formas modernas de estresse, como o estresse cerebral e o estresse continuado, também gerados pelo ambiente e os hábitos de vida. Doutor Alex relaciona essas formas de estresse com o aumento de problemas psiquiáticos na sociedade, como ansiedade, depressão, insônia e síndrome do pânico. Segundo sua pesquisa, são esses fatores que explicam uma grande alta no consumo de medicamentos psicoativos no Brasil, evidenciado no último relatório de vendas da indústria farmacêutica divulgado no início de 2010.

“Lutar para se conseguir um meio ambiente saudável é, sem dúvida, o primeiro passo na busca da saúde, seja para o indivíduo ou a sociedade. Por isso, é preciso resgatar o trabalho dos antigos sanitaristas: investir em prevenção por meio da eliminação dos problemas do meio ambiente e dos maus hábitos das pessoas, que estão levando à degradação da saúde da população”, acredita o médico infectologista. Ele lembra que há um longo caminho a ser percorrido, já que mudar condições ambientais e hábitos da população são processos lentos e difíceis.

Segundo Alex Botsaris, para melhorar a saúde pública no Brasil é preciso haver uma política voltada à solução de todos esses fatores. “São ações que dependem do Estado, da cobrança da sociedade, e que devem ficar em maior evidência no futuro próximo, com o aumento da crise ambiental do planeta”, conclui.

Sobre o autor

Alex Botsaris é graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), especialista em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo Hospital Claude Bernard (Paris) e em Medicina Chinesa pela Universidade de Pequim. É membro da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit – antigo IBPM); e da equipe do Programa Estadual de Plantas Medicinais (Proplan) da secretaria estadual de Saúde do Rio (SES/RJ). Ex-consultor da Natura e da Ybios (empresa de tecnologia em ativos naturais).

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Pirâmide alimentar atualizada prioriza alimentos integrais e exercícios físicos

Novo modelo foi criado em 2006.
Sabrina Silveira, Especial

A tradicional pirâmide alimentar, inventada no início dos anos 90, sofreu uma drástica reformulação há quatro anos. Mas apesar de ainda não ser muito utilizada pelos profissionais da área, a nova estrutura, montada pelo Departamento de Nutrição da Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, possui orientações importantes, como aumento do consumo de carboidratos integrais e óleos vegetais que fazem bem à saúde.

O que mais chama a atenção no esquema desenvolvido pelos americanos é a base de toda a pirâmide: exercícios físicos. Uma forma de alertar as pessoas para a importância de uma rotina de atividades físicas, assim como a rotina alimentar.

- Eles introduziram a atividade física para equilibrar. Assim como a alimentação é diária, os exercícios também devem ser - interpreta a nutricionista Anália Barhouch.

Os pesquisadores que criaram a nova pirâmide, acreditam que a antiga pode ter contribuído para aumentar o número do obesos nos Estados Unidos. A base da estrutura antiga eram os carboidratos como batata, arroz branco e massa, que no novo esquema estão no topo (onde a recomendação de consumo é menor).

Além de incentivar as atividades físicas e o consumo de alimentos integrais, a pirâmide criada por Harvard introduz grãos como castanha e nozes e recomenda redução da ingestão de carnes vermelhas em comparação ao frango, peixe e ovos, fontes mais magras de proteína.

- É muito difícil pegar a pirâmide e se guiar por ela. Isso é só uma forma ilustrativa de mostrar para o público. Sempre é necessário uma orientação profissional - recomenda Anália.



Leia a matéria com o gráfico aqui:


Fonte: Zero Hora, 3 de agosto de 2010.


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