sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Boas Festas

"Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
 
Cora Coralina


Horário de férias


           A partir do dia 2 de janeiro a 24 de fevereiro de 2012, a biblioteca irá funcionar no horário das 8h às 19h e não abrirá aos sábados.

           A sala 618 estará fechada neste período. 

           Lembramos que...

           Durante o período de férias a biblioteca estenderá o prazo de empréstimo para alunos de graduação:
      
          - Empréstimos no período de 20/12/2011 a 20/02/2012 terão prazo de 15 dias para devolução;

         - Renovações neste período, também terão prazo de 15 dias, porém com limite de até 4 vezes;

        - Reservas poderão ser feitas normalmente;

       - A partir do dia 21/02/2012 o prazo de devolução e as quantidades de renovações voltarão ao normal.

       Em caso de dúvidas, entrar em contato com a biblioteca pelo ramais 8735 ou 8736 ou através do e-mail biblio@ufcspa.edu.br.

       Boas Férias!!!!

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Confira ideias para acumular menos e treinar o desapego no Natal

Eliminar excessos para começar o ano mais leve é um dos clichês da hora: quase ninguém discorda, tampouco põe em prática. E fica todo mundo na mesma, depois da overdose de compras e presentes. Mesmo para quem já adotou uma vida simples, a época é um desafio, diz o empresário americano Dave Bruno, 40. Autor de "100 Thing Challenge" (O Desafio das Cem Coisas, Harper Collins) e da proposta de viver com poucos itens, ele dá ideias para aliviar a "bagagem".

Folha - Qual é o maior desafio do Natal para você?

Dave Bruno - É nos sentirmos obrigados a dar algo especial, que mostre à pessoa "Gastei um bom dinheiro com seu presente". Dar e receber presentes é bom, mas, nessa época, parece que a única forma de expressar afeto é por meio de objetos. O desafio é dar coisas simples. Mas, também, saber recusar presentes em excesso de forma gentil. É difícil, porque as pessoas ficam ofendidas se você diz não querer presentes.

A crise econômica pode ajudar a mudar hábitos de consumo?

Se a crise nos ensinar a ser mais responsáveis e éticos com a economia, pode trazer benefício. Mas já vimos outras situações em que as pessoas esquecem essas lições e voltam a consumir loucamente.

Por que é tão difícil mudar?

Muita gente pensa: "Amanhã, vou doar minhas coisas e me tornar uma pessoa diferente". Não funciona. É mais fácil pensar que, ao longo de um ano, você vai viver com menos e continuar sendo alguém comum. Sugiro eliminar um pouco de cada vez. Comece pelo armário: escolha um conjunto de roupa diferente para usar a cada dia, por duas semanas, e passe dois meses só com essas peças. Assim é fácil perceber o que você precisa e que não é tão difícil viver com menos.

Na sua lista de cem coisas, você contou todos os seus livros como um só item. Isso pode?

Sem flexibilidade, não dá para vencer o desafio. Se há um grupo de objetos muito significativos para você, pode contar como um item só.

Mesmo se for uma coleção com cem pares de sapatos?

Não há nada de errado em gostar de sapatos, eles são maravilhosos. O que você precisa pensar é o que espera daquele monte de coisas.

Você fica mais feliz vivendo com menos coisas?

Quando você se livra do excesso, fica feliz. Depois passa, a vida continua. Isso é o que faz muita gente desistir. Parar de acumular coisas pode ser bom para o planeta, mas você não vai virar um herói só porque limpou seu armário.


Clique na imagem para ampliar

IARA BIDERMAN

De São Paulo

FONTE: Folha.com, 21/12/2011

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Recesso de fim de Ano


Em virtude do recesso de fim de ano, a Biblioteca não irá funcionar na semana
 de 26 a 31/12/2011.

Suas atividades retornam no dia 2 de janeiro de 2012 com horário a ser definido.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Prazos de Empréstimo durante as Férias


Durante o período de férias a biblioteca estenderá o prazo de empréstimo para alunos de graduação:

- Empréstimos no período de 20/12/2011 a 20/02/2012 terão prazo de 15 dias para devolução;

- Renovações neste período, também terão prazo de 15 dias, porém com limite de até 4 vezes;

- Reservas poderão ser feitas normalmente;

- A partir do dia 21/02/2012 o prazo de devolução e as quantidades de renovações voltarão ao normal.

Em caso de dúvidas, entrar em contato com a biblioteca.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lei eleva preço do cigarro e proíbe fumódromos

Por sugestão do Ministério da Saúde, presidenta vetou propaganda institucional de fabricantes de cigarro

A presidenta Dilma Rousseff sancionou na quinta-feira (15) a nova Lei do Fumo, que estabelece um preço mínimo de venda de cigarro no varejo, aumenta a carga tributária sobre o produto e proíbe o fumo em locais fechados – os fumódromos, sejam eles privados ou públicos – e a propaganda nos pontos de venda. O Ministério da Saúde deve regulamentar a questão dos fumódromos e da propaganda.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, considera a nova lei um avanço no combate ao tabagismo. “A luta contra o tabaco tem que ser incansável por aqueles comprometidos com a saúde pública do nosso país”, diz.

Segundo ele, a meta estipulada pelo Ministério da Saúde é reduzir a frequência de fumantes em diferentes grupos, principalmente a iniciação de adolescentes e adultos. Conforme previsto no Plano de Ações Estratégicas para Enfrentamento às Doenças Crônicas Não Transmissíveis, a expectativa é chegar a 2022 tendo reduzido a frequência de fumantes de 15% para 9% na população adulta.

A presidenta Dilma vetou o artigo que permitia a propaganda institucional de fabricantes de tabaco em eventos, como havia sugerido o ministério da saúde. O artigo vetado ia totalmente de encontro com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, em especial a Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco.

Pela nova lei, também fica proibida a propaganda comercial de cigarros nos pontos de venda, sendo permitida somente a exposição dos produtos – desde que acompanhadas por mensagens sobre os malefícios provocados pelo uso do fumo. Outra obrigatoriedade prevista pela nova lei é o aumento de avisos sobre os malefícios do fumo, que deverão aparecer em 30% da área frontal do maço de cigarros, partir de 1º de janeiro de 2016.

Fica estabelecida em 300% a alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o cigarro. O aumento no preço do produto está previsto para o início de 2012. Com o reajuste do imposto e o estabelecimento de um preço mínimo, o cigarro subirá cerca de 20%, em 2012, chegando a 55% em 2015.

A sanção da lei representa um avanço, pois deve contribuir para frear o consumo de cigarros no país. A combinação do aumento do tributo com uma regra de preço mínimo ataca as duas frentes para a redução do consumo: preço de um lado e combate à pirataria do outro.

Assista: Vídeo do ministro sobre a nova Lei do Fumo.



FONTE: Ministério da Saúde, 15/12/2011

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mais sete grupos de alimentos terão redução de sódio


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com representantes da indústria alimentícia, assinou, na terça-feira (13/12), nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. Nesta etapa, serão detalhadas as metas para os alimentos que estão entre os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados). O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas (ver no fim do texto) devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.

A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. “Esta segunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020”, considera o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.


FONTE: ANVISA, 14/12/2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Shakespeare tem muito a ensinar sobre medicina

Ricardo Bonalume Neto

de São Paulo

O autor de peças clássicas como "Hamlet" e "Romeu e Julieta" não foi apenas um dos mais importantes dramaturgos da história. William Shakespeare (1564-1616) também tem muito o que ensinar sobre medicina, segundo o médico britânico Kenneth Heaton, da Universidade de Bristol, no Reino Unido.
Os sintomas e as sensações de muitos personagens indicam que Shakespeare tinha uma noção particularmente aguçada do relacionamento entre mente e corpo.



E essa característica parece ser quase única dele. Heaton analisou um número semelhante de peças e poemas contemporâneos de outros autores e notou que esse traço não era tão comum.


"Shakespeare era excepcional no uso de distúrbios sensoriais para expressar perturbações emocionais", escreveu Heaton na revista "Medical Humanities".

Ele estudou 42 obras do "Bardo" e 46 de outros autores, como John Marston.


MÉDICOS MELHORES

Ele argumenta: "Muitos médicos relutam em atribuir sintomas físicos à perturbação emocional. Isso resulta em atraso no diagnóstico, excesso de investigação e tratamento inadequado. Eles poderiam ser médicos melhores estudando Shakespeare."

"Na minha carreira de gastroenterologista, vi muitos pacientes com sintomas funcionais, sem nenhuma causa orgânica, especialmente síndrome do cólon irritável. Perguntando a eles sobre suas vidas quando os sintomas começaram, ficou óbvio que era geralmente em momentos de angústia emocional, hoje chamada de estresse", disse Heaton à Folha.

As mudanças sensoriais examinadas no comportamento e na descrição dos personagens de Shakespeare são induzidas por estresse, mas o texto nem sempre permite um diagnóstico preciso.

Heaton descobriu cinco ou seis casos de vertigem ou tontura em obras de Shakespeare e só uma em outros autores; 11 ou 12 casos de falta de ar contra dois; três casos de surdez no britânico e nenhum nos seus contemporâneos; entre outros exemplos.

"Esse estudo demonstrou que Shakespeare frequentemente usa sensações corporais desagradáveis como sinais de estresse mental e faz isso muito mais do que seus contemporâneos."

Por exemplo, a heroína trágica Julieta sente "um fraco medo frio" passando por suas veias antes de tomar a poção que simularia sua morte.

"Alguém sentindo frio devido ao medo fica pálido; a frieza e palidez de Julieta vêm da diminuição do fluxo de sangue através da pele."

"Com demasiada frequência, cuidadores evitam tentar descobrir as emoções por trás de queixas físicas e preferem dar aos seus pacientes rótulos que evitam julgamento, como 'sintomas medicamente inexplicáveis'. Eles reconhecem o papel da ansiedade e da dor em gerar doenças orgânicas e de comportamento, mas negam o papel da emoção na produção dos sintomas", afirma.

"Shakespeare pintou esses sintomas como reações humanas naturais aos estresses da vida", conclui o médico.


FONTE: Folha de São Paulo, 12/12/2011

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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aberta convocação para contratações na Atenção Básica

Iniciativa conjunta entre ministérios da Saúde e da Educação lança edital para adesão de secretarias de saúde e instituições de ensino superior. Objetivo é atrair médicos e outros profissionais de saúde para regiões com maior carência.


O Ministério da Saúde lançou edital de convocação para a adesão de municípios ao Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica (Provab), que prevê estímulos a profissionais de saúde recém-formados que optarem por atuar em ações básicas de saúde. Esta é mais uma medida coordenada pelo governo federal para a contratação e fixação de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) em locais mais isolados ou carentes. A estimativa é que 3,7 mil vagas sejam abertas para preenchimento já a partir do próximo mês de fevereiro, sendo duas mil vagas para médicos, mil para enfermeiros e 700 para cirurgiões-dentistas.

O Provab é uma iniciativa conjunta entre os ministérios da Saúde e da Educação direcionado à contratação de médicos, enfermeiros e cirurgiões-dentistas para Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de municípios com populações em situação de pobreza, isolados dos grandes centros ou com dificuldades de contratação desses profissionais para o SUS. “Nosso esforço é ampliar a assistência principalmente aos usuários do SUS que ainda têm dificuldades para acessar serviços e profissionais de saúde. Com isso, esperamos reduzir as desigualdades regionais relacionadas à presença e permanência de profissionais de saúde à disposição da população”, analisa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

CONVOCAÇÃO – O edital de convocação é direcionado às secretarias de municipais e estaduais de saúde e também às instituições de ensino superior, que vão supervisionar e orientar os profissionais durante a participação no Provab (presencialmente e à distância). O pedido de adesão ao programa deve ser feito até o próximo dia 7 de janeiro.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Milton de Arruda Martins, destaca a importância do Provab para a ampliação do acesso da população aos serviços de saúde. “A ação vai estimular os profissionais recém-formados a atuarem nos locais onde a população brasileira mais precisa. Além disso, sabe-se que a atenção básica pode resolver mais de 80% dos problemas de saúde das pessoas, reduzindo idas a hospitais e evitando internações”, analisa o secretário.

O PROGRAMA – Nesta primeira edição do Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica será firmado contrato de um ano com os profissionais que se inscreverem e forem convocados. Ao final desse período, os médicos que tiverem uma boa avaliação de desempenho terão uma pontuação adicional de 10% na nota do exames de residência médica que eles porventura estiverem cursando.

Durante toda a atuação nas unidades de saúde, os profissionais serão tutoriados pelas instituições de ensino superior participantes, que darão suporte presencial e à distância por meio do programa Telessaúde, coordenado pelo Ministério da Saúde para a oferta da chamada “segunda opinião” na assistência aos pacientes do SUS. O programa prevê a Teleassistência e a Teleeducação em Saúde, com destaque para a Atenção Básica.

RESPONSABILIDADES – O governo federal financiará a operação dos Núcleos de Telessaúde das unidades onde estarão atuando os profissionais, bem como das atividades dos tutores, além de cursos de especialização em Saúde da Família. A contratação dos profissionais será feita pelas secretarias municipais de saúde, com as quais será estabelecido o vínculo empregatício, de acordo com os procedimentos de seleção e admissão adotados pelos respectivos municípios. Também caberá às secretarias municipais o pagamento dos salários e o custeio de moradias, quando houver necessidade.

FONTE: Ministério da Saúde, 12/12/2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

9 de Dezembro - Dia do Fonoaudiólogo



                            Parabéns a todos os Fonoaudiólogos
                    e Fonoaudiólogas pelo seu dia!!

                   Neste ano, a data tem um motivo a mais para ser comemorada: os 30 anos de regulamentação da profissão. Um evento promovido pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia (CREFONO 7), em parceria com a UFCSPA, debaterá, na AMRIGS, os desafios atuais da profissão. Um dos destaques do encontro é a palestra da presidente da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBF) e professora da Universidade de São Paulo (USP), Dra. Mara Suzana Behlau, que falará, às 14h, sobre gestão de carreira em fonoaudiologia.

                   Às 15h, o tema será Planejamento de carreira com a psicóloga Dra. Maria Célia Lassance e a fonoaudióloga MS. Lígia Motta, em seguida, às 16h, haverá a palestra 30 anos de fonouadiologia: 30 anos de história com a fonoaudióloga, MS. Marlene Danesi e a fonoaudióloga Dra. Ana Paula Ramos. No encerramento, às 17h30, haverá uma apresentação cultural com o ator, músico e fonoaudiólogo Nilo Motta. O evento é gratuito.


Quando: Sexta-feira, 9/12  -  Horário: 14 h
Onde: AMRIGS - Av. Ipiranga, 5311 – Partenon – Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3014-2001 – (51) 3014-2021


FONTE: UFCSPA, 6/12/2011

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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Programa de Formação Online ProQuest - Dezembro/2011


Temos o prazer de informar a programação dos cursos online em português sobre as bases de dados ProQuest e ebrary no mês de dezembro.

Os cursos online da ProQuest são destinados tanto a bibliotecários como a estudantes, professores e pesquisadores.
Para mais informações sobre o curso e para se inscrever, clique nos links abaixo.

Introdução à ebrary : 08 de Dezembro de 2011, 11:00 (horário de Brasília)

A ebrary, uma empresa pioneira no mundo dos livros eletrônicos (agora parte da ProQuest), oferece um extenso catálogo de títulos em formato eletrônico das editoras internacionais mais importantes, disponíveis através de compra ou assinatura. Mais de 4.300 bibliotecas e instituições em todo o mundo utilizam o conteúdo da ebrary, uma plataforma que vem se popularizando cada vez mais no Brasil. Participe desse seminário on-line de 60 minutos para obter uma introdução ao uso da plataforma e aos conteúdos da ebrary.

ProQuest Historic Newspapers : 09 de Dezembro de 2011, 15:00 (horário de Brasília)

Participe desse seminário on-line para obter uma introdução sobre a interface e o conteúdo da ProQuest Historical Newspapers, ou para atualizar seus conhecimentos sobre essa base de dados. Esse curso cobre o conteúdo, funções e recursos, bem como dicas de busca e utilização dessa coleção na nova plataforma ProQuest. Também tentaremos responder a suas perguntas e mostrar como acessar material de suporte adicional, como tutoriais e páginas de ajuda.

Módulo Administrativo ProQuest : 19 de Dezembro de 2011, 14:00 (horário de Brasília)
O Módulo Administrativo ProQuest é uma ferramenta que permite obter estatísticas de uso, personalizar a interface de usuário, configurar opções de autenticação e criar links para outros recursos eletrônicos, entre outras funcionalidades. Assista a este curso online para obter uma introdução às funções do novo módulo administrativo. Também tentaremos responder às suas perguntas e mostrar os materiais de suporte disponíveis, como a ajuda online e tutoriais. Público-alvo: Administradores das bases de dados ProQuest.

ebrary DASH! (Data Sharing, Fast) : 20 de Dezembro de 2011 11:00 (horário de Brasília)

A ebrary é a única plataforma de livros eletrônicos que permite publicar, integrar e compartilhar seu próprio conteúdo digital com a ferramenta DASH!® (Data Sharing, Fast). Use DASH! para criar bases de dados interativas de coleções especiais, documentos institucionais, produção acadêmica, documentos internos, ou qualquer outro documento em formato PDF. Disponível gratuitamente com as coleções ebrary Academic Complete, College Complete, Public Library Complete, e Government Complete. Participe desse seminário online para ter uma introdução à ferramenta DASH! e aprenda como criar suas próprias coleções de documentos. Público-alvo: Administradores da base de dados ebrary.

Atenção: É necessário registrar-se para participar dos cursos de formação online ProQuest. Ao registrar-se, você receberá um e-mail com as instruções para assistir ao curso. Caso não receba o e-mail de confirmação em até 24 horas, verifique sua caixa de spam, ou entre em contato conosco.

Agradecemos seu interesse pela ProQuest e ebrary!

Andréa Gonçalves, Relationship Manager, Latin America, CRB-7/6269
ProQuest
Av. das Américas, 700, Bl. 1 - 114/115
Rio de Janeiro, RJ 22640-100
Brasil
Tel: +55 21 7900 0097
Fax: +55 21 2132 7395

FONTE: E-mail, 6/12/2011

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Rio é o 1º hospital público do país a usar robô em cirurgia

Cirurgia robótica no Hospital Oswaldo Cruz, uma das poucas instituições onde a técnica está disponível em SP
Quase quatro anos após a chegada dos robôs para cirurgia minimamente invasiva em hospitais particulares do Brasil, o Inca (Instituto Nacional de Câncer), no Rio, também terá a tecnologia.

Será o primeiro hospital público do país (e o primeiro fora de São Paulo) a fazer cirurgias robóticas.

A Folha apurou que o robô deve chegar entre janeiro e fevereiro de 2012 no Inca. O instituto confirma que tem projeto para implantação do equipamento no primeiro semestre do ano que vem.


Esse pode ser o primeiro passo para a popularização das cirurgias robóticas, que têm crescido consideravelmente no país, tanto em número de operações quanto em áreas de atuação.

"Quando o robô for para o SUS [Sistema Único de Saúde] e treinarem residentes, aí sim teremos mais cirurgiões especializados. O pessoal mais velho não tem tempo e paciência, não quer parar tudo e estudar fora", afirma Carlo Passerotti, coordenador da cirurgia robótica no Hospital Oswaldo Cruz.

Em 2008, foram feitas cerca de 160 cirurgias robóticas no Brasil. Neste ano, o número chegou a 611. O total de cirurgias em quatro anos está ao redor de 1.700.

Hoje, há apenas quatro robôs no Brasil, todos na cidade de São Paulo: um no Albert Einstein, dois no Sírio-Libanês (sendo um para treinamento) e outro no Hospital Oswaldo Cruz.

Criado para a cardiologia, o robô teve seu uso impulsionado pela urologia, principalmente em cirurgias de câncer de próstata, por causa do difícil acesso ao local.

Hoje, isso se expandiu e o robô é usado também na ginecologia, em cirurgias do tórax, do aparelho digestivo e para retirar tumores da cabeça e do pescoço.

A cardiologia do país também entrou na era do robô. O Hospital Albert Einstein já realiza cirurgias cardíacas robóticas e o Oswaldo Cruz deve fazer o seu primeiro procedimento na área ainda nesta semana, de correção de comunicação interatrial.

NOVIDADES

O lançamento de robôs de outras marcas também deve aumentar o número desse tipo de procedimento.

Especialistas afirmam que modelos do Canadá, Japão e da Alemanha serão lançados dentro de cinco anos, o que deve baratear o custo.

Atualmente, todas as cirurgias robóticas no mundo são feitas com o sistema da Vinci. Seu preço é uma das barreiras para um uso mais amplo --o modelo mais novo pode sair por US$ 2,8 milhões nos EUA.

Para o paciente, a diferença de preço entre uma cirurgia aberta ou laparoscópica varia de R$ 4.000 a R$ 8.000.

Outras novidades que vêm por aí são as novas versões do da Vinci, que incluem console duplo (dois cirurgiões poderão ver imagens do procedimento ao mesmo tempo), marcadores para tumor, que aparecem na tela, e até visualização à distância.

CAUTELA

Apesar dos benefícios da cirurgia robótica, como melhor visualização da área operada, movimentos mais precisos e preservação de órgãos em retiradas de tumor, especialistas pedem cautela.

Nem todos os procedimentos podem ser feitos com robô e nem sempre há relação de custo-benefício para justificar o uso da tecnologia, segundo Sérgio Arap, cirurgião de cabeça e pescoço e gerente médico do Centro Cirúrgico do Hospital Sírio-Libanês.

Há vantagem da robótica quando é difícil chegar ao lugar da cirurgia, como reto, cólon, pâncreas e fígado, para citar alguns. "Em câncer de laringe, é possível colocar as pinças do robô pela boca e remover o tumor sem cortes no pescoço e na mandíbula."

Na cardiologia, o cirurgião cardíaco Robinson Poffo, do Hospital Albert Einstein, afirma que uma vantagem é não abrir o peito do paciente.

"O que muda é o equipamento, o acesso e o impacto na evolução do paciente. Para fazer a ponte de safena, não precisa abrir o osso do tórax e esperar cicatrizar, o que pode levar até 60 dias."

Arap afirma ainda que hoje há muito marketing da cirurgia robótica, principalmente nos EUA.

"Lá há publicidade de cirurgias robóticas que não trazem vantagem nenhuma, como a retirada da tireoide, na qual se faz um corte maior do que é feito hoje. Por isso precisamos de protocolos de pesquisa para comparar as técnicas sem conflito de interesses da indústria."

MARIANA VERSOLATO

de São Paulo


FONTE: Folha.com, 5/12/2011

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Tem início a 14ª Conferência Nacional de Saúde

Começou ontem, quinta-feira (1/12), a 14ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. A Conferência é considerada o maior evento brasileiro na área da saúde e reúne mais de quatro mil pessoas, entre delegados e convidados.

Os participantes vão debater os desafios e as perspectivas do Sistema Único de Saúde (SUS) e aprovar propostas de melhorias. As atividades começaram na noite de quarta-feira (30/11), com um ato de Defesa do SUS, promovido pelos Movimentos Sociais, e com uma mesa de debate sobre o documentário “O veneno está na Mesa”, do cineasta Silvio Tendler.

Leia mais


Confira o hotsite da Conferência


FONTE: ANVISA

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1 de Dezembro - Dia mundial de combate à Aids

         Esta quinta-feira é o dia mundial de combate à Aids.

         Vídeo mostra a revolução que foi a introdução de remédios antirretrovirais na última década.

          A ONU tem a ambiciosa meta de erradicar novas contaminações de HIV no mundo.

         No entanto, a África Subsaariana, onde está a maioria dos infectados, enfrenta problemas cada vez mais graves para conseguir doações internacionais e combater a Aids.

Confira no vídeo a revolução que foi o uso de medicamentos antirretrovirais na última década e alguns dos desafios para se erradicar a doença no mundo. 



FONTE: Estadão.com.br/Saúde, 1/12/2011


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Expectativa de vida do brasileiro aumenta para 73,5 anos

Resultado de 2010 representa um aumento de 3 meses e 22 dias em relação a 2009, aponta o IBGE

A esperança de vida ao nascer no Brasil era de 73 anos, 5 meses e 24 dias em 2010, um aumento de 3 meses e 22 dias em relação a 2009, aponta o IBGE no estudo Tábuas Completas de Mortalidade 2010, divulgado nesta quinta-feira, 1. O resultado representa um acréscimo de 3 anos e 10 dias sobre o indicador de 2000.

A esperança de vida ao nascer das mulheres foi mais do que 7 anos maior do que a dos homens. Enquanto a esperança de vida masculina era de 69,73 anos em 2010, a das mulheres foi de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). Já a taxa de mortalidade infantil para o Brasil foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, o equivalente a uma redução de 28,03% em relação a 2000.

O estudo também informa que, em 2010, a chamada sobremortalidade masculina (relação entre as probabilidades de morte de homens e mulheres, por idade ou grupos de idade) teve seu pico aos 22 anos de idade, quando a possibilidade de um homem morrer era 4,5 vezes maior do que a de uma mulher. Em 2000, nessa mesma idade, a probabilidade de morte masculina era 4,0 vezes maior.


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A Tábua de Mortalidade da população para o ano de 2011, cuja divulgação está prevista para 29 de novembro de 2012, vai incorporar as informações mais recentes sobre população e óbitos, por sexo e idade, do Censo Demográfico realizado em 2010.
Divulgadas anualmente pelo IBGE, as Tábuas Completas de Mortalidade são usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo de aposentadorias. A Tábua de Mortalidade da população para o ano de 2011, cuja divulgação está prevista para 29 de novembro de 2012, vai incorporar as informações mais recentes sobre população e óbitos, por sexo e idade, do Censo Demográfico realizado em 2010.

Daniela Amorim e Felipe Werneck, de O Estado de S. Paulo
 
FONTE: Estadão.com.br/Saúde, 01/12/2011

Leia também: Expectativa de vida no Brasil sobe 3 meses em 2010
 
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Estudo de demografia médica aponta desigualdade na distribuição em todo o País


Levantamento elaborado por CFM e Cremesp pontua os principais desafios para o trabalho médico no Brasil; dados podem subsidiar políticas públicas
 
 Brasil é um país marcado pela desigualdade no que se refere ao acesso à assistência médica. Uma conjunção de fatores – como a ausência de políticas públicas efetivas nas áreas de ensino e trabalho, assim como poucos investimentos – tem contribuído para que a população médica brasileira, apesar de apresentar uma curva constante de crescimento, permaneça mal distribuída pelo território nacional, com vinculação cada vez maior aos serviços prestados por planos de saúde, pouco afeita ao trabalho na rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

Estas são algumas das conclusões da pesquisa Demografia Médica no Brasil: dados gerais e descrições de desigualdades, desenvolvida em parceria entre Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). “Numa Nação onde são anunciados avanços econômicos e o combate à pobreza toma ares de programa de governo, torna-se imperioso que a saúde ocupe a centro da cena. Para tanto, temos reiterado a necessidade de mais recursos e o estabelecimento de políticas públicas justas para com o médico e com todos os profissionais da área”, ressalta o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, confiante em que o trabalho subsidie a elaboração de politicas públicas nos campos do trabalho e do ensino médicos.

PRINCIPAIS CONCLUSÕES

Brasil conta com quase 400 mil médicos

O estudo mostra que, em outubro de 2011, os conselhos de Medicina registravam a existência de 371.788 médicos em atividade no Brasil.
O número confirma uma tendência de crescimento exponencial da categoria, que perdura 40 anos. Entre 1970, quando havia 58.994 médicos, e o presente momento, o número de médicos saltou 530%. O percentual é mais de cinco vezes maior que o do crescimento da população, que em cinco décadas aumentou 104,8%.

O aumento expressivo do número de médicos no Brasil resulta de uma conjugação de fatores. Entre eles, estão as crescentes necessidades em saúde, as mudanças no perfil de morbidade e mortalidade, as garantias de direitos sociais, a incorporação de tecnologias médicas e o envelhecimento da população. Também não podem ser ignorados fatores como a expansão do sistema de saúde e a oferta de mais postos de trabalho médico, entre outros.

A perspectiva atual é de manutenção dessa curva ascendente. Enquanto a taxa de crescimento populacional reduz sua velocidade, a abertura de escolas médicas e de vagas em cursos já existentes vive um novo boom. A estimativa é de que cerca de 16.800 novos profissionais desembarcarão anualmente no mercado de trabalho a partir de 2011.

Razão médico/habitante aumentou 72,5% entre 1980-2011

Essa diferença provocou um aumento na razão médico x habitante. Em 1980, havia 1,13 médico para cada grupo de 1.000 residentes no país. Essa razão sobe para 1,48, em 1990; para 1,71, no ano 2000; e atinge 1,89, em 2009. Em 2011, o índice chega a 1,95 médico por 1.000 habitantes, ou seja: no período, o aumento foi de 72,5%.

Na comparação das duas populações (a geral e a dos médicos), se constata que nos últimos 30 anos a dos profissionais é sempre superior.

Em 1980, por exemplo, o crescimento deste segmento foi de 6,3%, enquanto o da população geral ficou em 2,2%, ou seja, três vezes superior ao de habitantes. Em 2009, a taxa de crescimento dos médicos alcançou 1,6%, enquanto o da população em geral foi de 1,1%, diferença de 45,4% para o grupo de profissionais.

Mulheres são maioria entre médicos mais jovens

O trabalho desenvolvido pelos conselhos de Medicina permite traçar o perfil da população médica. Um ponto que chama a atenção é a tendência a uma maior presença de mulheres.

Outras conclusões:

Novos profissionais superam os inativos

Abertura de escolas pressiona população médica

Distribuição dos médicos reforça desigualdade

Relatório aponta equívoco na avaliação do segmento médico

Presença de médicos nas capitais é duas vezes maior que a média nacional

Postos de trabalho ocupados ajudam a entender o mapa da distribuição dos médicos no país

Usuários do SUS têm quatro vezes menos médicos que os do setor privado

Razão público-privado acentua a desigualdade nas capitais brasileiras

Indicador mostra desigualdade na distribuição dos médicos entre os setores público e privado

Setor privado da saúde atrai mais médicos


Leia texto completo aqui

Acesse ou copie o estudo Demografia médica no Brasil aqui


FONTE: CFM, 30/11/2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Livros novos no mês de novembro

                Mais livros novos chegaram no mês de novembro.


Foram 123 títulos novos e 724 exemplares, dentre livros novos e acréscimos de exemplares de livros já existentes no acervo.


              Veja a relação abaixo:




ABRAHÃO, Júlia et al. Introdução à ergonomia: da prática à teoria. São Paulo: Blucher, 2009. 240 p. 5 Ex.


ABREU, Cristiano Nabuco de; GUILHARDI, Hélio José. (Org.). Terapia comportamental e cognitivo-comportamental: práticas clínicas. São Paulo: Roca, 2004. 482 p. 4 Ex.

AGOSTINHO, Santo. Confissões. 22.ed. São Paulo: Paulus, 2010. 397 p. (Espiritualidade). Tradução de: Confessiones. 4 Ex.

ALLOWAY, Tom; WILSON, Greg; GRAHAM, Jeff. Sniffy: o rato virtual : versão Pro 2.0. São Paulo: Cengage Learning, 2006. 355 p. Acompanha 1 CD-ROM. Tradução de: Sniff the virtual rat: pro version 2.0. 4 Ex.

ANASTASI, Anne. Testes psicológicos. 2. ed. rev. São Paulo: EPU, 2011. 798 p. Tradução de: Psychological testing. 4 Ex.


ANDRADE, Claudia Regina Furquim de; MARCONDES, Eduardo (Coord.). Fonoaudiologia em pediatria. São Paulo: Sarvier, 2003. 181 p. 3 Ex.

ANDREI, César Cornélio (Org.) et al. Da química medicinal à química combinatória e modelagem molecular: um curso prático. 2. ed. Barueri: Manole, 2012. 156 p. 6 Ex


ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto (Org.) ; VASCONCELLOS, Esdras Guerreiro et al. Psicologia da saúde: um novo significado para a prática clínica. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 302 p. 4 Ex.

AZAMBUJA, Maria Regina Fay de; FERREIRA, Maria Helena Mariante (Org.) ; ROSA, Alexandre Morais da ... et al. Violência sexual contra crianças e adolescentes. Porto Alegre: Artmed, 2011. 392 p. 5 Ex.

AZULAY, Rubem David; AZULAY, David Rubem; AZULAY-ABULAFAIA, Luna. Dermatologia. 5. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1014 p. 6 Ex.



BARASH, Paul G et al. Manual de anestesiologia clínica. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 1201 p. 10 Ex.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. 279 p. Tradução de: L'Analyse de contenu. 1 Ex.

BAREMBLITT, Gregório (Org.). Grupos: teoria e técnica. Rio de Janeiro: Graal, 2010. 219 p. (Biblioteca de psicanálise e sociedade, 1). 7 Ex.

BARREIRO, Eliezer J; FRAGA, Carlos Alberto Manssour. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos. Porto Alegre: Artmed, 2008. 536 p. 6 Ex.

BEE, Helen; BOYD, Denise. A criança em desenvolvimento. 12. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 567 p. 2 Ex.




BERTOLINO, Marco Túlio. Gerenciamento da qualidade na indústria alimentícia: ênfase na segurança dos alimentos. Porto Alegre: Artmed, 2010. 320 p. 5 Ex.


BLEGER, José. Temas de psicologia: entrevista e grupos. 4. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. 137 p. (Textos de psicologia). Tradução de: Temas de psicología: entrevistas y grupos. 4 Ex.


BOWLBY, John. Apego: a natureza do vínculo. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2009. (Apego e perda, 1). Tradução de: Attachment and loss - Attachment, v.1. 3 Ex.


BOWLBY, John. Separação: angústia e raiva. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. v. 2. (Apego e perda, 2). Tradução de: Attachment and loss - Separation: anxiety and anger, v.2. 3 Ex.

  

BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo Patologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1501 p. 5 Ex.

CALIL, Vera L. Lamanno. Terapia familiar e de casal. São Paulo: Summus, 1987. 172 p. (Novas buscas em psicoterapia, 31). 4 Ex.

CALLIGARIS, Contardo. A adolescência. São Paulo: Publifolha, 2011. 81 p. (Folha explica). 4 Ex. 

 CAMPOS, Gastão Wgner de Sousa. Saúde Paidéia. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 2007. 185 p. (Saúde em debate, 150). 7 Ex.

CANGUILHEM, Georges. O normal e o patológico. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011. 277 p. (Campo teórico). Tradução de: Le normal et le pathologique. 7 Ex.


CARLSON, Neil R. Fisiologia do comportamento. 7. ed. Barueri: Manole, 2002. 699 p. Tradução de: Physiology of behavior. 7 Ex. 

CHAPLEAU, Will. Manual de emergências: um guia para primeiros socorros. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 408 p. Tradução de: Emergency first responder-making the difference. 5 Ex.



CHAYS, André; FLORANT, Antoine; ULMER, Erik. Vertigem e outras tonteiras: diagnóstico, tratamento, recomendações, exames complementares. 2. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. 188 p. Tradução de: Les vertiges. 5 Ex.



COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 9.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2011. 318 p. Tradução de: Evaluácion de Proyectos sociales. 4 Ex.



CONSELHO REGIONAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL. 5. REGIÃO.Leis e atos normativos das profissões de fisioterapia e do terapia ocupacional. 4. ed. Porto Alegre: CREFITO, 2011. 347 p. 15 Ex.

CORDIOLI, Aristides V. Vencendo o transtorno obsessivo-compulsivo: manual da terapia cognitivo-comportamental para pacientes e terapeutas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 256 p. 4 Ex.


CRUZ, Roberto Moraes; ALCHIERI, João Carlos; SARDÁ JUNIOR, Jamir João (Org.). Avaliação e medidas psicológicas: produção do conhecimento e da intervenção profissional. 3. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. 274 p. 4 Ex.

DANI, Renato. Gastroenterologia essencial. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 1291 p. 5 Ex.

DAVILA, Tony; EPSTEIN, Marc J.; SHELTON, Robert. As regras da inovação. São Paulo: Bookman, 2009. 336 p. Tradução de: Making innovation work: how to manage it, measure it, and profit from it. 5 Ex.

DAVIS, Flora. A comunicação não-verbal. São Paulo: Summus, 1979. 196 p. (Novas buscas em educação, 5). Tradução de: Inside intuition: what we know about nonverbal communication. 4 Ex.





DELL'AGLIO, Débora Dalbosco; KOLLER, Sílvia H.; YUNES, Maria Angela Mattar (Org.). Resiliência e psicologia positiva: interfaces do risco à proteção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2011. 289 p. 5 Ex.

DEVLIN, Thomas M. (Coord.). Manual de bioquímica com correlações clínicas. 7. ed. São Paulo: Blücher, 2011. 1252 p. Tradução de: Textbook of biochemistry with clinical correlations. 5 Ex.

DOLABELA, Fernando. O segredo de Luísa. Rio de Janeiro: Sextante, 2008. 299 p. 5 Ex.

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 3. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 5 Ex.

DORNELAS, José; TIMMONS, Jeffry A.; SPINELLI, Stephen. Criação de novos negócios: empreendedorismo para o século 21. São Paulo: Elsevier, 2010. 458 p. Tradução de: New venture creation: entrepreneurship for the 21st century. 5 Ex.

DUKE, James. Segredos em anestesiologia: respostas necessárias ao dia-a-dia em rounds, na clínica, em exames orais e escritos. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 584 p. 5 Ex. 


ERTHAL, Tereza Cristina. Manual de psicometria. 8. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. 144 p. 1 Ex.

FERRAZ, Maria Lucia G.; SCHIAVON, Janaína Luz Narciso; SILVA, Antonio Eduardo B. (Coord.). Guia de hepatologia. 2. ed. Barueri: Manole, 2010. 658 p. (Guias de medicina ambulatorial e hospitalar da UNIFESP-EPM). 5 Ex.

FIGUEIREDO, Luís Cláudio M. Matrizes do pensamento psicológico. 16. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2010. 223 p. 3 Ex. 

FIORINI, Héctor Juan. Estruturas e abordagens em psicoterapias psicanalíticas. São Paulo: Martins Fontes, 2004. 234 p. (Psicologia e pedagogia). Tradução de: Estructuras y abordajes en psicoterapias psicoanalíticas. 4 Ex.

FIORINI, Héctor Juan. Teoria e técnica de psicoterapias. São Paulo: Martins Fontes, 2008. 253 p. (Psicologia e pedagogia). Tradução de: Teoría y técnica de psicoterapias. 4 Ex.

FITZSIMMONS, James A.; FITZSIMMONS, Mona J. Administração de serviços: operações, estratégia e tecnologia da informação. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 583 p. Acompanha 1 CD-ROM; Tradução de: Service management: operations, strategy, information technology. 5 Ex.


FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. 9. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007. 541 p. (Tópicos). Tradução de: Les mots et les choses: une archéologie des sciences humaines. 7 Ex.

FOUCAULT, Michel. História da sexualidade. São Paulo: Graal, 2010. 3 v. 333 p. (Biblioteca de filosofia e história das ciências). Tradução de: Histoire de la sexualité. 4 Ex.

FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. 7. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2011. 231 p. 2 Ex.


FRANÇA, Genival Veloso de. Medicina legal. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 694 p. 5 Ex.

FREUD, Anna. O ego e os mecanismos de defesa. Porto Alegre: Artmed, 2006. 124 p. Tradução de: Das ich und die abwehrmechanismen. 4 Ex.

FUCHS, Flávio Danni; WANNMACHER, Lenita (Ed.). Farmacologia clínica: fundamentos da terapêutica racional. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1261 p. 5 Ex.


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JACQUES, Maria da Graça Corrêa et al. Psicologia social contemporânea: livro-texto. 15. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 262 p. (Psicologia social). 2 Ex.

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LENT, Roberto. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 765 p. Acompanha 1 CD-ROM. 1 Ex.

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QUAYLE, Julieta; LUCIA Mara Cristina Souza de (Org.). Adoecer: as interações do doente com sua doença. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2007. 258 p. 5 Ex.

REGGIOLLI, Márcia Regina. Planejamento estratégico de cardápios para gestão de negócios em alimentação. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 134 p. 5 Ex.

RODRIGUES, Aroldo. Psicologia social para principiantes: estudo da interação humana. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. 249 p. 4 Ex.

RODRIGUES, Joaquim Carlos; ADDE, Fabíola Villac; SILVA FILHO, Luiz Vicente Ribeiro Ferreira da (Coord.). Doenças respiratórias. 2. ed. Barueri: Manole, 2011. 617 p. (Pediatria. Instituto da Criança, Hospital das Clínicas, 3). 5 Ex.

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SÁ, Ana Cristina de. O cuidado do emocional em saúde. 3. ed. rev. ampl. São Paulo: Atheneu, 2010. 146 p. 5 Ex.

SARKAR, Soumodip. O empreendedor inovador: faça diferente e conquiste seu espaço no mercado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008. 265 p. 5 Ex.

SARRIERA, Jorge Castellá; SAFORCADA, Enrique Teófilo (Org.). Introdução à psicologia comunitária: bases teóricas e metodológicas. Porto Alegre: Sulina, 2010. 231 p. Tradução de: Enfoques conceptuales y técnicos en psicología comunitaria. 7 Ex.

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SOUZA, Lourdes Bernadete Rocha de. Atuação fonoaudiológica em voz. Rio de Janeiro: Revinter, 2010. 163 p. 5 Ex.

SPINK, Mary Jane P. Psicologia social e saúde: práticas, saberes e sentidos. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 339 p. 3 Ex.

SPINK, Mary Jane Paris (Org.). A psicologia em diálogo com o SUS: prática profissional e produção acadêmica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010. 240 p. 4 Ex.


SUCUPIRA, Ana Cecília Silveira Lins (Coord.) et al. Pediatria em consultório. 5. ed. São Paulo: Sarvier, 2010. 1028 p. 5 Ex.

TARNAS, Richard. A epopéia do pensamento ocidental: para compreender as idéias que moldaram nossa visão de mundo. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. 586 p. Tradução de: The passion of the western mind. 4 Ex.

THOMAS, Gareth. Química medicinal: uma introdução. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 413 p. Tradução de: Medicinal chemistry: an introduction. 6 Ex.

TOLMAN, Anton. Depressão em adultos: as mais recentes estratégias de avaliação e tratamento. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 120 p. (As mais recentes estratégias de avaliação e tratamento). Tradução de: Depression in adults: the latest assessment and treatment strategies. 5 Ex.

TUGENDHAT, Ernst. Lições sobre ética. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. 406 p. (Textos filosóficos). Tradução de: Vorlesungen über Ethik. 1 Ex.

VANNUCCHI, Helio; MARCHINI, Julio Sérgio (Coord.). Nutrição clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 445 p. (Nutrição e metabolismo). 5 Ex.

VAZ, Flávio Adolfo Costa (Coord.) et al. Neonatologia. Barueri: Manole, 2011. 474 p. (Pediatria. Instituto da Criança Hospital das Clínicas, 16). 5 Ex.

VENTURINI FILHO, Waldemar Gastoni (Coord.). Bebidas alcoólicas: ciência e tecnologia. São Paulo: Blucher, 2010. 461 p. (Bebidas, 1). 5 Ex.

VENTURINI FILHO, Waldemar Gastoni. Bebidas não alcoólicas: ciência e tecnologia. São Paulo: Blucher, 2010. 385 p. (Bebidas, 2). 5 Ex.

VIVA plenamente, viva com saúde: um guia de perguntas e respostas sobre a cirurgia da obesidade e do diabetes. Porto Alegre: GECOM, 2010. 120 p. 5 Ex.

WERLANG, Henrique Zambenedetti; BERGOLI, Pedro Martins; MADALOSSO, Ben Hur. Manual do residente de radiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 331 p. 5 Ex.

YAGER, Joel; POWERS, Pauline S. Manual clínico de transtornos da alimentação. Porto Alegre: Artmed, 2010. 495 p. Tradução de: Clinical manual of eating disorders. 5 Ex.

ZINNER, Michael J.; ASHLEY, Stanley W. Maingot Cirurgia abdominal. 11. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. 1294 p. Tradução de: Maingot's Abdominal operations. 5 Ex.


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