sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Multas na Biblioteca



         Em função da reforma da biblioteca, não serão cobradas as multas geradas a partir de Janeiro de 2011 até a reabertura da Biblioteca.

     A previsão de reabertura da Biblioteca é para o início das aulas, porém, se concluída a reforma antes do prazo previsto, a comunidade acadêmica será comunicada através de e-mail, cartazes e, claro, aqui no Blog.


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Soneca faz bem para a memória


Pesquisadores alemães afirmam que sono de 40 minutos ajuda a consolidar novas informações


    O melhor meio de não esquecer uma poesia ou um teorema que uma pessoa acaba de aprender pode ser o simples ato de fazer a sesta.
    A afirmação é de cientistas alemães. Suas experiências, publicadas na revista Nature Neuroscience, mostram que, durante o sono, o cérebro resiste melhor a tudo o que pode misturar ou alterar uma lembrança recente.


    Estudos anteriores já haviam provado que a memória recente, estocada temporariamente numa região do cérebro chamada hipocampo, não se fixa imediatamente. Sabe-se, também, que a reativação das lembranças, pouco tempo após serem adquiridas, desempenha um papel determinante em sua transferência para a zona de estocagem permanente, o neocórtex, espécie de "disco rígido" do cérebro. 
    Mas, por exemplo, aprender um segundo poema no mesmo intervalo pode tornar mais difícil gravar o primeiro na memória longa. Partindo do princípio de que o sono não tivesse nenhuma influência neste processo, Bjorn Rasch e seus colegas da Universidade de Lübeck, na Alemanha, quiseram se assegurar numa experiência com voluntários para fixação da memória (veja quadro abaixo).
    Após um sono de apenas 40 minutos, uma quantidade importante de lembranças já havia sido "telecarregada" numa zona do cérebro na qual "não podiam mais ser misturadas por novas informações tratadas no hipocampo", explicou Susanne Diekelmann, responsável pelo estudo.
    Segundo ela, o efeito benéfico das sestas na consolidação da memória poderia ter implicações interessantes para as atividades de aprendizagem intensiva, como a de línguas estrangeiras.


A pesquisa

Os pesquisadores pediram a 24 voluntários que memorizassem 15 pares de cartas com imagens de animais e objetos. Quarenta minutos mais tarde, a metade dos que foram mantidos despertados precisou memorizar uma outra série de cartas levemente diferentes.

A outra metade, os 12 outros voluntários, tiveram o direito de fazer uma curta sesta antes de memorizar a segunda série de cartas.

Os dois grupos foram testados em seguida sobre sua capacidade de se lembrar da primeira série. Os que dormiram um pouco tiveram um desempenho melhor, lembrando-se, em média, de 85% das cartas, contra 60% entre os que foram mantidos acordados.


Fonte: Zero Hora, 27 de janeiro de 2011. p. 39 


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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dia Mundial do Hanseniano

        Nesta segunda-feira (24/01), é celebrado o Dia Mundial do Hanseniano.
        No Brasil, há aproximadamente 45 mil casos de hanseníase diagnosticados, sendo 7.400 na região Sudeste.


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       De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Cleo Borges, ainda existem pontos que dificultam o tratamento, especialmente no setor público, como acessibilidade, falta de capacitação dos profissionais e a falsa idéia de que a hanseníase "acabou" em algumas partes do País.

       Com isso, o especialista explica que a hanseníase acaba se tornando uma doença negligenciada pelos gestores municipais, com pouco investimento e falta de atenção devida. “Este cenário contribui para uma baixa adesão ao tratamento, por parte do próprio paciente, que enfrenta ainda o preconceito da doença, referenciada como ‘coisa ruim’, ‘morte’, epidemia, exclusão, pobreza”, explica.


     No enfrentamento da hanseníase, o médico de família e comunidade (MFC) atua como agente promotor de qualidade de vida ao paciente e na detecção precoce da hanseníase. “O MFC é capaz de fazer um diagnóstico precoce de qualquer alteração dermatológica e, nos casos confirmados de hanseníase, pode usar uma ferramenta de grande importância: o exame dos contactantes”. Borges ressalta a necessidade promover ações diárias e vigilância contínua por meio de um programa de trabalho anual que contemple o diagnóstico de novos casos e o término do tratamento dos já existentes.


    Sobre a hanseníase


    Doença transmissível através das gotas eliminadas no ar pela tosse, fala, espirro e também do contato direto com as lesões da pele de uma pessoa com hanseníase que não está em tratamento. A hanseníase é causada por uma bactéria (Mycobacterium leprae), e afeta principalmente a pele e os nervos, o que causa limitações de mobilidade em seus portadores.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=28771:2401-dia-mundial-do-hanseniano-sudeste-tem-mais-de-sete-mil-casos-da-doenca&catid=47:cat-saude&Itemid=328


    Acesse também:

    http://bvsms.saude.gov.br/bvs/exposicoes/dia_hanseniano/legis.html


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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Brasil dobra número de mestres e doutores

Mais estudo

  O número de mestres e doutores titulados no Brasil dobrou nos últimos 10 anos. De 2001 a 2010, a quantidade de pesquisadores formados por ano no país passou de 26 mil para cerca de 53 mil, segundo a Capes.
  Só em 2010, 12 mil receberam o título de doutor e 41 mil o de mestre. 


Fonte: Zero Hora, terça-feira, 18 de janeiro de 2011. p. 33


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Colecionador de objetos engolidos por pacientes é tema de livro

Fotos sem data mostram o laringologista Chevalier Jackson com sua coleção de objetos extraídos de pacientes e um raio-X de um bebê tratado pelo médico após engolir alfinetes.


Amanda Schaffer
do "New York Times"



Desde tecidos cerebrais até cálculos biliares, não é de hoje que médicos preservam espécimes extraídos de seus pacientes. Mas o médico americano Chevalier Jackson foi muito além da maioria.

 
Laringologista no final do século 19 e início do século 20, Jackson preservou mais de 2.000 objetos engolidos ou inalados por pacientes: pregos, binóculos em miniatura, uma chave de radiador, um broche infantil, um medalhão com os dizeres "carregue-me para ter boa sorte".

Jackson recuperou esses objetos da parte superior do tronco de pessoas, com pouca ou nenhuma anestesia.


Tão grande era sua ânsia de compor a coleção que ele certa vez se negou a devolver 25 centavos, mesmo quando o dono da moeda engolida ameaçou matá-lo.


"Ele foi um fetichista -disso não há dúvida", disse Mary Cappello, autora de "Swallow" (New Press), livro recém-lançado sobre Jackson e sua coleção bizarra. Jackson foi um prodígio.


Ele passou horas esmagando amendoins com fórceps para saber exatamente quanta pressão exercer.


Ele se tornou pioneiro no estudo do tronco superior, desenvolvendo novas técnicas endoscópicas para olhar nos recônditos escuros do corpo humano.


O laringologista foi um dos primeiros a se manifestar em favor de medidas segurança para crianças. Seu objetivo era conscientizar o público e os médicos sobre os perigos de engolir corpos estranhos.


Para Jackson, disse Cappello, "os pais que davam amendoins a filhos que ainda não tinham molares deveriam ser esquartejados".


Mastigue tudo completamente, ele exortava o público: "Mastigue até o leite!".


Para retirar objetos como chaves, moedas e alfinetes, Jackson inseria em seus pacientes um tubo comprido e rígido. Os pacientes, geralmente crianças, ficavam acordados e imobilizados.


Hoje, a coleção de Jackson pertence ao Museu Mütter da Faculdade de Medicina da Filadélfia, que prepara uma exposição para 18 de fevereiro.


Em outubro, Mary Cappello deu uma palestra sobre Jackson em Nova York. Ela apresentou filmes da família de Chevalier Jackson.


Jackson é visto em vários clipes. Em um deles, sua neta, ainda criança, atravessa um gramado segurando um bicho de pelúcia e uma flor.


Ela olha para a câmera, sacode a flor e a põe na boca.


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Tradução de Clara Allan

Fonte: Folha de São Paulo, 12 de janeiro de 2011. C8  Saúde


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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Reformas na Biblioteca 2

                A primeira etapa da reforma da biblioteca já está pronta, ou seja, as estantes foram recobertas com plásticos para protegerem os livros do pó.

                Seguem algumas fotos:













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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A tecnologia na Medicina

                                                                  



          Nesta primeira década do século 21, significativos avanços médicos resultaram das descobertas científicas. 
          A arte de examinar um paciente e ouvir suas queixas clínicas para chegar a um diagnóstico vem sendo substituída pela tecnologia.
          Uma lesão cardíaca, antes detectada pela ausculta do coração, agora é diagnosticada pela fria rapidez de um exame ecocardiograma.
          Entretanto, sem a tecnologia, o tratamento médico não teria chegado a níveis anteriormente nunca imaginados.
          A radiologia intervencionista, minimamente invasiva, faz o diagnóstico e resolve o problema, sem cirurgia.
          Foi empregado no vice-presidente José Alencar, que teve um sangramento abdominal. O vaso responsável pela sangria foi obstruído por embolização, pelo mesmo cateter que levou o contrate localizador da área.
          A aplicação de "stents", molas introduzidas por cateterismo, tornam mais permeáveis coronárias obstruídas, substituindo parte das cirurgias de ponte safena. Uma técnica recentemente introduzida é a intervenção percutânea para doenças da válvula cardíaca aórtica.
          A nova válvula é inserida por cateter, através da pele, sem cirurgia. Indicada para pacientes de alto risco, foi introduzida pelo médico francês Alain Cribier em 2002 e desde 2008 está sendo usada em hospitais de São Paulo.


Julio Abramczyc
Médico formado pela Escola Paulista de Medicina, faz parte do corpo clínico do Hospital Santa Catarina, em São Paulo, onde foi diretor-clínico e atualmente é reponsável pelo serviço de cardiologia. Na Folha desde 1960, já publicou mais de dois mil artigos e inúmeras reportagens de diferentes áreas da medicina.


Fonte: Folha de São Paulo, 2 de janeiro de 2011. Saúde.  


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sábado, 1 de janeiro de 2011

Reformas na Biblioteca



         O início de 2011 começará com reformas!
         Por esta razão a Biblioteca estará fechada a partir do dia 3 de janeiro.

         São reformas necessárias e que irão gerar alguns transtornos para todos nós. Porém, temos certeza que após concluídas, irão trazer benefícios e bem estar a todos que a frequentarem. 

         Para contornarmos os eventuais problemas, serão adotadas as seguintes medidas:    


        • a Sala de Pesquisas Online estará funcionando em seu horário normal (10h às 19h);


        • na semana de 27 a 30/12 /2010, cada usuário terá direito a retirar 10 livros;


        • as renovações poderão ser feitas em até 10 vezes;


        • as devoluções de livros serão aceitas somente quando a Biblioteca reabrir.

       • as reservas estarão suspensas neste período.

  
       Qualquer dúvida, entrar em contato com biblio@ufcspa.edu.br ou biblioteca@ufcspa.edu.br.


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