segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Multas serão abonadas até o dia 12 de março



Os alunos que mantiveram livros consigo, durante o período de reforma da biblioteca, deverão comparecer à biblioteca para devolvê-los até o dia 12 de março de 2011. Nenhuma multa será cobrada pelo suposto atraso indicado pelo sistema.

O abono das multas abrange somente os livros retirados antes do período de reformas.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Reabertura da Biblioteca

    
      
       A previsão de reabertura da Biblioteca é para o início das aulas.
       Caso a reforma seja concluída antes do prazo previsto, a comunidade acadêmica será comunicada através de e-mail, cartazes e aqui no Blog.


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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Você, modo de usar

     Martha Medeiros, escritora e colunista de Zero Hora, fala nesta crônica sobre a importância de se  mudar certos hábitos, de se ter uma melhor qualidade de vida, não só através de uma alimentação equilibrada, na redução do consumo de produtos farmacêuticos, mas acima de tudo em se ter inteligência em se conduzir a vida. 




     Negativismo, raiva, frustração, nada disso colabora com nosso metabolismo. É aí que pequenas atitudes podem fazer diferença.


     Quando caminho pelas ruas da cidade, ou mesmo quando circulo de carro, reparo em pequenos pontos comerciais em construção e na hora penso: tomara que seja uma livraria, tomara que seja uma papelaria, tomara que seja uma galeria de arte, tomara que seja um bistrô, tomara que seja uma floricultura. Vou acompanhando a obra com expectativa, até que um dia os tapumes são retirados e shazam: é mais uma farmácia.  
     O filme Amor e Outras Drogas dá uma amostra de como os laboratórios movimentam fortunas e estimulam o consumo de medicamentos de forma impulsiva e muitas vezes desnecessária. Remédio não é sorvete, não é banana, não é pãozinho. Mas o povo se acostumou a ingerir goela abaixo o que lhe sugerem, sem receita, sem critério, e a indústria farmacêutica prospera.  
     Conversava outro dia com uma amiga endocrinologista, e falávamos justamente sobre como tantas doenças poderiam ser prevenidas através da simples mudança de hábitos. Ninguém renega a importância de uma campanha de prevenção contra o uso do crack, mas há um número ainda maior de pessoas se viciando em gordura, evitando legumes, se entupindo de refrigerante, não dando a devida atenção aos produtos orgânicos, abusando do sal, do açúcar e das frituras. Seria igualmente progressista uma campanha que alertasse: comer errado, nem pensar.  
     Esse é só um exemplo de como a falta de qualidade de vida pode adoecer e até matar. A causa de óbitos geralmente é infarto, câncer, infecção generalizada, falência múltipla de órgãos, mas algumas dessas doenças tendem a iniciar décadas antes, por meio de uma rotina de muito stress, ansiedade, angústia emocional e neuroses não tratadas. Negativismo, raiva, frustração, nada disso colabora com nosso metabolismo.  
     É aí que pequenas atitudes podem fazer diferença, como praticar atividades físicas, buscar algum recurso para relaxamento (ioga, meditação, terapia, religião, massagem), cultivar amigos, dormir bastante, usar filtro solar, cuidar da postura, beber muita água, controlar o peso, não fumar, não beber em excesso, fazer check ups periódicos – e não se drogar, lógico. Os médicos têm batido nessa tecla com insistência, mas ainda há quem considere esse blablablá improdutivo ou politicamente correto demais.

     Tem nada a ver com politicamente correto, e sim com inteligência. E inteligência não se vende em frascos.
     Farmácias comercializam produtos de primeira necessidade. Sem elas, não teríamos acesso a medicamentos fundamentais para nossa saúde mental e física, devidamente prescritos, mas precisamos de tantas?
     Creio que teríamos uma sociedade bem mais saudável se a população contasse com inúmeros pontos de venda de livros, sucos, flores, livros, discos, bicicletas, livros, frutas, bolas de futebol, raquetes de frescobol, instrumentos musicais, sapatilhas, livros, livros e, claro, livros.

Fonte: Zero Hora, 6 de fevereiro de 2001. Donna ZH, p.22


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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nutricionista explica dieta dos 'países magros'


IARA BIDERMAN

DE SÃO PAULO

No recém-lançado no Brasil "Dieta dos Países Magros" (ed. Lua de Papel), o nutricionista canadense Harley Pasternak usou dados da OMS para fazer uma lista, que inclui Japão, Israel, França e até Itália. O estudo dos hábitos alimentares e de vida desses países resultou em uma dieta que, segundo o autor, pode ser aplicada em qualquer lugar. Leia trechos de sua entrevista à Folha.


Folha - O que os países "magros" têm em comum?


Harley Pasternak - Eles mantêm costumes que ajudam a colocar a comida na perspectiva certa: fazem refeições demoradas e estruturadas, têm prazer na comida, comem tudo com moderação, buscam o equilíbrio de sabores e fazem exercícios.

Há alguma comida específica que ajude a ficar magro?
Você não pode julgar a saúde de uma nação baseado apenas no que as pessoas comem. Precisa ver como eles vivem e se movimentam. Os japoneses vão a todos os lugares a pé. O francês só compra comida quando ela acaba, não estoca alimentos.

Como os italianos, com sua paixão por macarrão, entraram na lista dos magros?
A dieta italiana é rica em frutas, vegetais, grãos e proteínas magras. Eles amam macarrão, mas nunca o comem como prato principal.


Fonte: Folha de São Paulo. 4 de fevereiro de 2001. Cotidiano/Saúde,  C8
 
 
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Exercícios para melhorar a memória

 Em estudo com adultos de 55 a 80 anos, caminhar três
vezes por semana, por um ano, aumentou o volume do hipocampo,
  melhorou a perda de memória e da capacidade cognitiva
                                                     associadas ao envelhecimento.

Exercícios físicos aeróbicos podem diminuir a perda de memória em idosos e prevenir o declínio cognitivo associado com o envelhecimento, indica estudo que será publicado esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).


A pesquisa, feita nos Estados Unidos, verificou que um ano de exercícios físicos moderados foi capaz de aumentar o tamanho do hipocampo em adultos mais velhos, levando a uma melhoria na memória espacial. De acordo com estudos anteriores, o hipocampo diminui com a idade, o que afeta a memória e aumenta o risco de demência.

Arthur Kramer, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, e colegas examinaram os cérebros de 60 adultos saudáveis com idades entre 55 e 80 antes, durante e após o período de um ano de exercícios.

Os pesquisadores observaram que os participantes que caminharam por 40 minutos, três vezes por semana, tiveram um aumento de em média 2,12% no volume do hipocampo esquerdo e de 1,97% no direito. O grupo que praticou apenas exercícios de alongamento teve diminuição média de 1,40% no hipocampo esquerdo e de 1,43% no direito no período.


Testes de memória espacial foram conduzidos antes, com seis meses e após um ano. Aqueles que integraram o grupo de exercício aeróbico apresentaram melhoria nas funções de memória, que os cientistas apontam estar associado com o aumento no hipocampo.

O grupo que praticou atividade física aeróbica também teve aumento em diversos biomarcadores associados com a saúde cerebral, como no fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF, na sigla em inglês), uma pequena molécula envolvida na memória e na aprendizagem.


“Os resultados do estudo são particularmente interessantes por indicarem que mesmo pequenas quantidades de exercícios em adultos mais velhos e sedentários podem levar a melhorias substanciais na memória e na saúde cerebral”, disse Kramer, que dirige o Instituto Beckman na Universidade de Illinois.


O artigo Exercise training increases size of hippocampus and improves memory (doi/10.1073/pnas.1015950108), de Arthur Kramer e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1015950108.




Fonte: Agência FAPESP


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Livro sobre a História da Saúde Pública no Brasil

Publicação apresenta a trajetória da saúde pública brasileira, unindo a história às questões mais recentes da área. Publicação pode ser baixada pela internet.

Lançado neste mês pela Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV) e a Casa de Oswaldo Cruz (COC), duas unidades da Fundação Oswaldo Cruz, a publicação "Na corda bamba de sombrinha: a saúde no fio da história" é fruto de um projeto que leva o mesmo nome do livro e que inclui ainda um livro de apoio ao professor, um vídeo-documentário, um site e uma exposição. O projeto tem o financiamento da Organização Pan-Americana de Saúde.

O livro conta a trajetória percorrida pela sociedade brasileira na busca por melhores condições de saúde desde o Brasil colônia até os dias atuais. O título do livro é uma referência ao contexto histórico da criação do SUS e da reforma sanitária brasileira, assim como se refere aos desafios enfrentados na atualidade para a manutenção da saúde como um direito de todos e um dever do Estado.

O livro, que pode ser acessado gratuitamente pelo site, em formato pdf, também conta com um material de apoio ao professor e um vídeo educativo dirigido pelos pesquisadores do EPSJV Ialê Falleiros e Júlio César França Lima.


Título: Na corda bamba de sombrinha: a saúde no fio da história

Organizadores: Carlos Fidelis Ponte e Ialê Falleiros
Páginas: 337
Site: http://www.epsjv.fiocruz.br/index.php?Area=Material&Tipo=8&Num=160


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