segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mudanças no clima também afetam a saúde mental, alerta estudo


Da France Presse

Estresse nos adultos, angústia nas crianças: as mudanças climáticas também podem afetar a saúde mental das pessoas, alerta um estudo publicado nesta segunda-feira por um instituto de pesquisas australiano, para o qual este tema ainda é muito pouco estudado.

"Os danos causados pelas mudanças climáticas não são só físicos. O passado recente mostra que os eventos climáticos extremos trazem também sérios riscos para a saúde pública, inclusive a saúde mental e o bem-estar das comunidades", destacou este estudo, realizado pelo Instituto do Clima, uma entidade australiana.

Ao comparar fenômenos climáticos, como secas e inundações observados nos últimos anos em algumas regiões da Austrália, o estudo constata que "a comoção e o sofrimento provocados por um evento extremo pode persistir durante anos".

Uma parte significativa das comunidades atingidas por episódios como estes --uma pessoa em cada cinco-- vai sofrer os efeitos do estresse, de danos emocionais e desespero, estimou o Instituto do Clima.

Segundo o organismo, o abuso de álcool pode ocorrer após eventos climáticos extremos e alguns estudos estabelecem inclusive um vínculo entre ondas de calor, secas e taxas de suicídio mais elevadas.

As crianças parecem particularmente vulneráveis à ansiedade e à insegurança geradas pela incapacidade dos adultos de lutar contra o desequilíbrio climático.

Embora haja vários estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas em termos econômicos, existe uma lacuna sobre as "consequências das mudanças climáticas para o bem-estar e a saúde humana", constatou Tony McMichael, professor de saúde pública da Universidade Nacional Australiana.

"Este é um ponto cego sério, limita nossa visão de futuros possíveis e da necessidade de uma ação eficaz e urgente", acrescentou, ao introduzir este estudo que, segundo ele, "vai nos ajudar a compreender a 'face humana' das mudanças climáticas".

FONTE: Folha.com, 29/08/2011.
            

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Aquisição de livros novos

        Informamos que já se encontram disponíveis no acervo da Biblioteca, os livros adquiridos por compra no ano de 2011 .

        Do total, até o momento, foram adquiridos 1.458 exemplares e 194 títulos novos (desconsiderando os acréscimos de títulos já existentes no acervo).
          Ainda faltam alguns títulos para chegar.
  
          Destacamos abaixo, uma pequena amostra desses livros, por curso.

BIOMEDICINA


616.0756 / E82t / 5. ed.
ESTRIDGE, Barbara H.; REYNOLDS, Anna P. Técnicas básicas de laboratório clínico. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 800 p. Tradução de: Basic clinical laboratory techniques . ISBN 9788536324364.



519.50285 / M921s
MOTTA, Valter T.; OLIVEIRA FILHO, Petrônio Fagundes de. SPSS: Análise de dados biomédicos. Rio de Janeiro: MedBook, 2009. 334 p. ISBN 9788599977347.


616.120752 / D598
CLAUSSEN, Claus D. et al. Diagnóstico por imagem : cardiologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 322 p. Tradução de: Direct diagnosis in radiology: cardiac imaging. ISBN 9788536322186.


ENFERMAGEM
  
618.9200231 / E56
SANTOS, Lannuze Gomes Andrade dos (Org.) et al. Enfermagem em pediatria. Rio de Janeiro: Medbook, 2010. 381 p. ISBN 9788599977491.


616.0280231 / V614e
VIANA, Renata Andréa Pietro Pereira; WHITAKER, Iveth Yamaguchi. Enfermagem em terapia intensiva: práticas e vivências. Porto Alegre: Artmed, 2011. 546 p. ISBN 9788536324463. 



610.73068 / M357a / 6. ed.
MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p. Tradução de: Leadership roles and management functions in nursing: theory and application. ISBN 9788536323299.

FARMÁCIA
  

615.32 / F233 / 6. ed.
SIMÕES, Cláudia Maria Oliveira (Org.) et al. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2010. 1102 p. ISBN 9788570259271.



615.32 / Q6 / 2. ed.
YUNES, Rosendo Augusto; CECHINEL FILHO, Valdir (Orgs.). Química de produtos naturais, novos fármacos e a moderna farmacognosia. 2. ed. Itajaí: Univali, 2009. 319 p. ISBN 9788576960508.



615.78 / C795p / 4. ed.
CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicofármacos: consulta rápida. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 841 p. ISBN 9788536324241


FISIOTERAPIA

615.836 / C257
MOFFAT, Marilyn; FROWNFELTER, Donna (Ed.). Fisioterapia do sistema cardiorrespiratório: melhores práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 303 p. (Physio. Fisioterapia prática). Tradução de: Cardiovascular/pulmonary essentials: applying the preferred physical therapist practice patterns. ISBN 9788527714556.



615.82 / G965f / 3. ed. rev. ampl.
GUIRRO, Elaine Caldeira de Oliveira; GUIRRO, Rinaldo Roberto de J. Fisioterapia dermato-funcional: fundamentos, recursos, patologias. 3. ed. rev. ampl. Barueri: Manole, 2004. 560 p. ISBN 8520412440. 

615.82 / W632f
WIBELINGER, Lia Mara. Fisioterapia em reumatologia. Rio de Janeiro: Revinter, 2009. 358 p. ISBN 9788537202326.

FONOAUDIOLOGIA

616.32 / C227d
CANONGIA, Marly Bezerra; ALVES, Catharina Maria de Mello. Disfagia: estudo e reabilitação. Rio de Janeiro: Revinter, 2010. 376 p. ISBN 9788537203002.


616.855 / R345d
REHDER, Maria Inês Beltrati Cornacchioni; BRANCO, Anete Antunes de Oliveira. Disfonia e disfagia: interface, atualização e prática clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2011. 224 p. Acompanha DVD. ISBN 9788537203552.


616.855 / P467 / 3. ed.
GIROTO, Claudia Regina Mosca (Org.). Perspectivas atuais da fonoaudiologia na escola. 3. ed. São Paulo: Plexus, 2002. 122 p. ISBN 8585689501.


GASTRONOMIA
641.013 / S443t / 3. ed. rev. ampl.
SEBESS, Mariana. Técnicas de cozinha profissional. 3. ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: SENAC, 2010. 359 p. Tradução de: Técnicas de cocina profesional. ISBN 9788574582825.


641.815 / C221p / 4. ed. rev.
CANELLA-RAWLS, Sandra. Pão: arte e ciência. 4. ed. rev. São Paulo: SENAC, 2010. 348 p. ISBN 9788573598896.


641.013 / I59c / 4. ed. rev.
INSTITUTO AMERICANO DE CULINÁRIA. Chef profissional. 4. ed. rev. São Paulo: SENAC, 2011. 1235 p. Tradução de: The professional chef. ISBN 9788573599268.

MEDICINA 

616.025 / M345s / 4. ed.

MARKOVCHICK, Vincent J.; PONS, Peter T. Segredos medicina de urgência: respostas para as questões mais comuns do dia-a-dia. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 748 p. Tradução de: Emergency medicine secrets. ISBN 9788535231724.


617.95 / G114c / 2. ed.
GABKA, Christian J.; BOHMERT, Heinz. Cirurgia plástica e reconstrutiva da mama. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 282 p. Tradução de: Plastic and reconstructivesurgery of the breast. ISBN 9788536321844.


616.075 / S726c / 2. ed.
SOUTH-PAUL, Jeannette E.; MATHENY, Samuel C.; LEWIS, Evelyn L. Current diagnóstico e tratamento: medicina de família e comunidade. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. 725 p. Tradução de: Current diagnosis & treatment in family medicine. ISBN 9788563308139.

NUTRIÇÃO

615.854 / N976
VASCONCELOS, Maria Josemere de Oliveira Borba et al et al. Nutrição clínica: obstetrícia e pediatria. Rio de Janeiro: MedBook, 2011. 740 p. ISBN 9788599977620.



641.0685 / G373h / 4. ed. rev. atual.
GERMANO, Pedro Manuel Leal; GERMANO, Maria Izabel Simões. Higiene e vigilância sanitária de alimentos: qualidade das matérias-primas, doenças transmitidas por alimentos, treinamento de recursos humanos . 4. ed. rev. atual. São Paulo: Varela, 2011. 1034 p. ISBN 9788520431337.

641.0685 / S586m / 6. ed.
SILVA JUNIOR, Eneo Alves da. Manual de controle higiênico-sanitário em serviços de alimentação. 6. ed. São Paulo: Varela, 2010. 625 p. ISBN 8585519533.

PSICOLOGIA


158.7 / E82
ZANELLI, José Carlos (Coord.). Estresse nas organizações de trabalho: compreensão e intervenção baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2010. 520 p. ISBN 9788536321011.


R150.3 / A639
VANDENBOS, Gary R. (Org.). Dicionário de psicologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1040 p. Tradução de: APA dictionary of psychology; American Psychological Association - APA. ISBN 9788536321073.

150.92 / B327t
BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt; GONDIM, Sônia Maria Guedes. O trabalho do psicólogo no Brasil. São Paulo: Artmed, 2010. 501 p. ISBN 9788536322674.


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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Pesquisador americano palestra na UFCSPA sobre diagnóstico molecular

         

          Amanhã, dia 24/08, às 14h, na sala 401, o diretor executivo do Public Health Research Institute (PHRI) de New Jersey - EUA, David Perlin, estará na UFCSPA para uma aula especial. A palestra abordará a temática "Molecular Diagnostics".

        O instututo do professor David Perlin é um dos mais importantes do mundo na área de doenças infecciosas, epidemias e bioterrorismo. Não haverá tradução simultânea.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Argentina e Uruguai são maiores doadores de órgão da América Latina

da EFE

A Argentina e o Uruguai lideraram em 2010 a lista latino-americana de doadores de órgãos, com taxas respectivas de 14,5 e 14,4 doadores por milhão de habitantes, segundo o Relatório de Transplantes 2011, que o Conselho da Europa vai publicar em setembro.

No documento, elaborado pela Direção Europeia para a Qualidade dos Medicamentos e Cuidados de Saúde, foi divulgado o número de doadores de órgãos de ambos os países em 583 e 49, respectivamente.

Entre os países que completam a lista estão a Colômbia (12,3 por milhão de habitantes), Brasil e Cuba (9,9), Chile (5,4), Panamá (3,7), Costa Rica (3,5), Venezuela (3,4), Peru (3,2), México (2,8), Equador (2,5), Bolívia (1,4) e República Dominicana (1,1).

A lista mundial de doação de órgãos é liderada pela Espanha com 32 doadores por milhão de habitantes, enquanto que os Estados Unidos apresentaram uma taxa de 25.

Segundo o relatório, o número global de pessoas mortas que doaram seus órgãos na América Latina em 2010 foi de 3.950.

Na região foram realizados no ano passado 10.112 transplantes de rim, 2.168 de fígado, 350 de coração, 210 de pâncreas, 120 de pulmão e 13 de intestino delgado.

Os estudiosos destacaram os 4.660 transplantes de rim praticados no Brasil, os 1.082 da Argentina e os 867 da Colômbia.

Concretamente, a taxa de transplantes de rim por milhão de habitantes é liderada pelo Uruguai (27,4 por cada milhão de habitantes, ou seja, 93 transplantes), seguido da Costa Rica (27,2), Argentina (26,6), Brasil (23,8), México (20,4), Colômbia (18,7), Chile (11,7), Panamá (11,1) e Cuba (10,4).

A União Europeia registrou números mais elevados, com 18.246 transplantes de rim, 6.655 de fígado, 1.984 de coração, 1.505 de pulmão, 769 de pâncreas e 50 de intestino delgado.

O relatório detalha o número de entrevistas realizadas com familiares de potenciais doadores de órgãos, assim como a percentagem de rejeições à proposta de doação.

No Brasil foram realizadas 6.979 entrevistas com apenas 25,8% de rejeições, enquanto que as 1.252 consultas efetuadas na Argentina, 46,5% obtiveram respostas negativas.

Os maiores índices de rejeição à doação se produziram na Bolívia (70%) e na República Dominicana (53,6%), e os menores no Uruguai (16,1%), Cuba (22%), Colômbia (25,5%) e Venezuela (27,3%).


Fonte: Folha.com, 19/08/2011.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conheça diferenças entre a depressão e o estado de melancolia

Justine (Kirsten Dunst), deusa e mártir da melancolia, luta contra o sentimento paralisante no longa do dinamarquês Lars von Trier

Iara Biderman
Guilherme Genestreti
de São Paulo
 
O cineasta dinamarquês Lars von Trier trouxe à cena a melancolia, que estava escondida num canto escuro da casa, encoberta pelo termo médico "depressão".
Seu novo filme é um retrato desse estado de ânimo em todos os aspectos: dos psiquiátricos (sintomas da depressão) aos filosóficos (a tristeza como consciência da solidão humana no universo).

O tema está na ordem do dia, afirma o psicólogo Marco Antônio Rotta Teixeira, que faz sua tese sobre melancolia e depressão na tradição do pensamento ocidental. "Mas a melancolia vem sendo falada com a roupa da depressão."

O atual conceito médico da depressão usa dados mensuráveis para definir esse estado, como tempo de duração de sintomas.


Para a psicanálise, a melancolia é o estágio mais extremo da depressão. A apatia do melancólico é fruto da perda de algo ou de alguém, que precisa ser compreendida e superada, em um processo semelhante ao do luto. A diferença é que, enquanto no luto a perda é compreendida, na melancolia ela é inconsciente: não se sabe o que foi perdido.


"Nada atrai o melancólico, a não ser o próprio sofrimento. Ele está absorvido nele mesmo", diz Sandra Edler, autora de "Luto e Melancolia: À Sombra do Espetáculo" (Civilização Brasileira, R$ 19). A cultura atual conspira contra o melancólico, diz a psicanalista. "Se a pessoa perde algo, precisa se recolher, mas a vida a chama para um eterno desempenho, se não quiser perder espaço."


É o que pensa, também, a psicóloga Ana Cleide Moreira, autora de "Clínica da Melancolia" (Escuta, R$ 37). "Se não temos tempo nem de pensar, não percebemos a perda de algo importante."


Nesse caso, é mais fácil aliviar o sofrimento com remédios. "A sociedade não assimila os estados de tristeza. Precisamos eliminá-los rapidamente para continuar trabalhando", diz Teixeira.

Essa crítica não significa, ressalta ele, fazer apologia da tristeza ou rejeitar as chances dadas pela ciência para lidar com ela.


"As pessoas falam que há um aumento dos casos de depressão, mas o que as pesquisas mostram é um aumento na prescrição de antidepressivos", diz o psiquiatra Ricardo Moreno, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Mas psiquiatras, psicanalistas e psicólogos concordam que drogas têm um papel importante.

"Muitas vezes é necessário tratar a melancolia com remédios. Sem eles, alguns não conseguem nem chegar ao consultório", diz a psicanalista Sandra Edler.


TEMPERAMENTO DE GÊNIOS


No filme de Trier, as referências aos sintomas de depressão são explícitas. Como na cena em que Justine (personagem baseada na experiência pessoal do cineasta) não consegue nem entrar no banho.

Os clichês usados para abarcar a tristeza profunda também estão lá: noite, lua, sombras, noiva.


É a retomada da concepção de melancolia como algo que tem uma manifestação doentia (a depressão), mas não é só isso, não pode ser explicado só pela ciência e transcende o indivíduo.


Mesmo sem dizer seu nome, as pessoas reconhecem o sentimento de melancolia. Está na hora em que você percebe não fazer parte da festa, no banzo da noite de domingo, na lembrança da morte.


"A melancolia ganhou diferentes definições na história e até hoje é assim, dependendo de quem fala dela" diz Teixeira.

Leia mais aqui.

FONTE: Folha,com. 16/08/2011.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Exercício diário de 15 minutos pode render 3 anos de vida


Da Reuters

Fazer apenas 15 minutos de exercício moderado por dia pode acrescentar três anos na vida de uma pessoa, indicou uma pesquisa em Taiwan.

A maioria das pessoas tem dificuldades para manter a recomendação de 30 minutos diários de exercício, cinco dias por semana, e especialistas esperam que ao identificar uma dose menor, mais pessoas estarão motivados a levantar do sofá.
O pesquisador Chi Pang Wen, do Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde de Taiwan, disse que dedicar 15 minutos do dia a formas moderadas de exercício, como um andar mais acelerado, poderia beneficiar a todos.

"É para homens, mulheres, jovens e idosos, fumantes, pessoas saudáveis e não tão saudáveis. Médicos, quando atendem a qualquer tipo de paciente, esse é um conselho que serve para todos", disse Wen.

Wen e seus colegas, que publicaram suas descobertas na revista médica "The Lancet" nesta terça-feira, acompanharam cerca de 416 mil pessoas durante 13 anos, analisando seus históricos de saúde e os níveis de atividade física realizados em cada ano.

Depois de considerar as diferenças de idade, peso, sexo e uma série de outros indicadores ligados à saúde, eles descobriram que os que faziam apenas 15 minutos de exercícios moderados por dia aumentavam a expectativa de vida em três anos, comparados àqueles que permaneciam inativos.

"Nos primeiros 15 minutos... os benefícios são gigantescos", disse Wen.

O exercício diário também está ligado à uma incidência menor de câncer, e parece reduzir as mortes ligadas ao câncer em uma em cada dez pessoas.

"Cedo ou tarde, as pessoas vão morrer, mas comparado com o grupo inativo, o grupo que faz um pouco de exercício tem uma redução de 10% na mortalidade por câncer", diz Wen.

FONTE: Folha.com, 16/08/2011 
 
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Perfil dos estudantes da UFCSPA é reportagem no Estadão

     Reproduzimos abaixo, reportagem publicada no jornal O Estado de São Paulo sobre o perfil dos estudantes da UFCSPA. 


Mulheres predominam em federal de Porto Alegre
Elas são maioria na Universidade Federal de Ciências da Saúde, que também tem mais brancos e leitores


Rafael Moraes Moura - O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA

A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) é um caso à parte em relação ao perfil e ao comportamento dos universitários brasileiros. Criada em dezembro de 1953 por decreto do arcebispo metropolitano de Porto Alegre, d. Vicente Scherer, a instituição apresenta uma série de particularidades, que vão da composição por raça, classe social e gênero até os hábitos de leitura.

Dentre as 56 instituições federais cujos dados foram compilados pelo Estado, a UFCSPA é a que apresenta o maior número de estudantes com frequência à biblioteca (98,48%) e com a maior proporção de estudantes mulheres (75,76%). "Trata-se de uma universidade voltada para ciências da saúde. Esses números podem refletir o comportamento de um público dessa área", afirma o coordenador nacional do Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace), Valberes Nascimento.

Em relação à divisão por raça, 91,67% dos graduandos se declararam "brancos" - a média nacional entre as federais é de 53,93%.

A UFCSPA oferece cursos de graduação, pós-graduação e programas de residência médica. Cerca de 1,5 mil pessoas estudam na entidade. Além de ter a maior proporção de alunos brancos, mulheres e frequentadores de bibliotecas, é a instituição que apresenta a maior taxa de alunos de alta renda do País (classes A e B): 84,85%, seguida pela UnB (83,42%), Federal de São Carlos (81,86%), Federal de Santa Catarina (76,78%) e Federal de São Paulo (75,62%).

Um outro ranking é liderado pelas meninas de Porto Alegre: o de uso frequente de remédios para controle de dificuldades emocionais, como antidepressivos e calmantes - no qual se inserem 9,85% dos estudantes.


FONTE: Estadão, 13 de agosto de 2011.


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sábado, 13 de agosto de 2011

Apresentação da versão Web da Base SciFinder

     Na próxima quinta-feira (18/08) será apresentada a versão web da Base SciFinder, no Auditório 200 da Faculdade de Engenharia da UFRGS.
    O convite se extende a alunos, professores, bibliotecários e demais membros da comunidade acadêmica da UFCSPA.
   
     Clique na imagem abaixo para visualizar melhor as demais informações sobre o evento e não deixe de participar, inscrevendo-se gratuitamente em um dos e-mails informados.

'Slow Science' prega pesquisa científica em ritmo desacelerado


Um movimento que começou na Alemanha está ganhando, aos poucos, os corredores acadêmicos. A causa é nobre: mais tempo para os cientistas fazerem pesquisa.

Quem encabeça a ideia é a organização "Slow Science", criada por cientistas gabaritados da Alemanha.

Aderir ao movimento significa não se render à produção desenfreada de artigos em revistas especializadas, que conta muitos pontos nos sistemas de avaliação de produção científica.

Hoje, quem publica em revistas científicas muito lidas e mencionadas por outros cientistas consegue mais recursos para pesquisa.

Por isso, os cientistas acabam centrando seu trabalho nos resultados (publicações).

"Somos uma guerrilha de neurocientistas que luta para que o modelo midiático de produção científica seja revisto", disse à Folha o neurocientista Jonas Obleser, do Instituto Max Planck, um dos criadores do "Slow Science".

O grupo chegou a criar um manifesto, no final do ano passado, em que proclama: "Somos cientistas, não blogamos, não tuitamos, temos nosso tempo. A ciência lenta sempre existiu ao longo de séculos. Agora, precisa de proteção."

O documento está na porta da geladeira do laboratório do médico brasileiro Rachid Karam, que faz pós-doutorado na Universidade da Califórnia em San Diego.

"O manifesto faz sentido. Temos de verificar os dados antes de tirarmos conclusões precipitadas", analisa. "A 'Slow Science' nos daria tempo para analisar uma hipótese em profundidade e tirar conclusões acertadas."

De acordo com Obleser, o número de cientistas simpatizantes do movimento está crescendo, "especialmente na América Latina".

"Mas não é preciso se filiar formalmente. Basta imprimir o manifesto e montar guarda no seu departamento", diz.

O Slow Science é um braço do já conhecido "Slow Food", que defende uma alimentação mais lenta e saudável, tanto no preparo quanto no consumo dos alimentos.

Na ciência, a ideia é pregar a pesquisa que não se paute só pelo resultado rápido.

CETICISMO

"É improvável que o ritmo de fazer pesquisa seja diminuído por meio de um acordo mundial em que cada cientista assume o compromisso de desacelerar seus trabalhos", diz o especialista em cientometria (medição da produtividade científica) Rogério Meneghini.

Ele é coordenador científico do Projeto SciELO, que reúne publicações da América Latina com acesso livre.

Para Meneghini, o "Slow Science" é um movimento "anêmico" num contexto em que a rapidez do fluxo de ideias e informações acelera as descobertas.

"Parece uma reivindicação de um velho movimento com uma roupagem nova. É certamente a sensação de quem está perdendo as pernas para correr", conclui.

Sabine Righetti

de São Paulo

FONTE: Folha.com, 08/08/2011

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Conselho Federal de Medicina é contra proibição de emagrecedores


O CFM (Conselho Federal de Medicina) divulgou uma nota pública na quinta-feira (11) onde lista suas considerações contra uma possível decisão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de suspender o comércio de inibidores de apetite no país.

O anúncio da decisão deve ser feito no fim deste mês, segundo a Anvisa.

O documento do CFM foi enviado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aos presidentes do Senado e da Câmara e a outras autoridades.

No texto, entre os alertas, o CFM diz que a Vigilância Sanitária desconsidera seus argumentos. Leia a nota na íntegra:

"Tendo em vista a possível proibição do comércio da sibutramina e de outros três inibidores de apetite (anfepramona, femproporex e mazindol), medida defendida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e crescente epidemia de obesidade que assola o país (o IBGE aponta que 12,5% dos homens e 16,9% das mulheres apresentam este quadro), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os 27 Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) manifestam publicamente seu posicionamento pelos seguintes motivos:

1. A interdição da venda dessas substâncias representa uma interferência direta na autonomia de médicos e de pacientes na escolha de métodos terapêuticos reconhecidos cientificamente para tratar problemas graves de obesidade;

2. Os médicos têm o direito de - dentro de práticas reconhecidas e segundo a legislação vigente - prescrever o tratamento adequado, em acordo com seu paciente, sendo o uso de medicação específica uma possibilidade;

3. A confirmação dessa medida pode contribuir para o agravamento de quadros de saúde de pacientes com dificuldade de reduzir o peso corporal apenas com adoção de dietas e da prática de exercícios, abordagens importantes, mas nem sempre suficientes;

4. A impossibilidade de uso dessas substâncias pode ainda agravar doenças já diagnosticadas e aumentar o risco de aparecimento de outras, que, em casos extremos, podem causar a morte de milhares de brasileiros que lutam contra o peso acima dos padrões da normalidade;

5. As entidades médicas participaram ativamente de reuniões e debates na Anvisa onde expuseram seus pontos de vista, no entanto seus argumentos têm sido desconsiderados, o que pode redundar em medidas unilaterais e autoritárias, como suspender o uso de inibidores.

6. Tal ato pode, inclusive, provocar outros problemas para a sociedade, entre os quais o nascimento de mercados paralelos para suprir a demanda de pacientes, expondo-os aos riscos do consumo de fármacos sem supervisão médica e aos avanços do tráfico de drogas;

7. Importantes estudos internacionais comprovam a eficácia dos inibidores de apetite, sendo atestado que seu uso resulta em maiores benefícios que riscos para pacientes;

8. Em lugar de apenas proibir a venda desses produtos, o CFM, os CRMs e outras entidades médicas já propuseram à Anvisa a definição de critérios rigorosos para controle do seu comércio, como já ocorre com outras substâncias.

O CFM e os CRMs continuam abertos ao diálogo e se colocam à disposição para ajudar no preparo de campanhas do governo que orientem profissionais e pacientes sobre o uso racional desses produtos, sem a necessidade de proibir sua comercialização no país. Contudo, as entidades médicas ressaltam que recorrerão à Justiça, se for preciso, para preservar a autonomia dos médicos e proteger a saúde dos brasileiros."


FONTE: Folha.com, 12/08/2011 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A saúde em 2021

Especialistas de diversas áreas debatem o aumento na expectativa de vida do brasileiro e o impacto desse cenário na saúde e na economia do país. (divulgação)
Por Mônica Pileggi

Agência FAPESP – Um dos grandes desafios a serem enfrentados pelo setor de saúde no Brasil em 2021 será o crescimento no número de idosos com o consequente aumento que se pode esperar nos quadros gerais de diversas doenças. Para lidar com esse cenário, a economia brasileira deverá estar preparada.

A constatação foi feita por especialistas de diversas áreas durante o Fórum Internacional Saúde em 2021, realizado nos dias 2 e 3 de agosto, em São Paulo, pela Associação Paulista pelo Desenvolvimento da Medicina (SPDM).

Dividido em seis módulos, “Brasil no mundo em 2021”, “O sistema de saúde brasileiro em 2021”, “Profissionais da saúde em 2021”, “Informação, comunicação e saúde”, “Ética na saúde” e “Mercado e complexo industrial da saúde em 2021”, o evento teve por objetivo identificar prováveis cenários do setor, assim como debater possíveis estratégias para a próxima década.

“O envelhecimento é inevitável e essa geração de idosos já nasceu”, disse Rubens Ricupero, diretor da Faculdade de Economia da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), em palestra no fórum.

Ricupero citou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para destacar o envelhecimento populacional no país. Em 2001, 14,5 milhões de brasileiros (ou 9,1% do total) tinham acima de 60 anos. Em 2009, já eram 21,6 milhões (11,3%). Em 2025, a estimativa é que os idosos serão mais de 30 milhões (ou 15% do total). “Isso promoverá um grande impacto na economia do país”, disse.

De acordo com Maurício Lima Barreto, professor titular do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), problemas como diabetes e obesidade se tornarão ainda mais crônicos nas próximas décadas e, junto a novas doenças, poderão levar a um “estresse” no sistema de saúde brasileiro. “Temos de resolver os velhos problemas para podermos lidar com os novos no futuro”, ressaltou.

Para isso, o Brasil terá de investir ainda mais em ciência, tecnologia e inovação no setor. Isso tem ocorrido no Estado de São Paulo, por exemplo, em que a área de saúde é a maior destinatária dos recursos destinados pela FAPESP ao apoio à pesquisa.

“Em 2010, a FAPESP investiu R$ 215,3 milhões em pesquisas na área de saúde, o que representa 27,61% do total investido pela Fundação”, destacou Celso Lafer, presidente da FAPESP, no Fórum Internacional Saúde em 2021.

O desembolso da FAPESP com a Linha Regular – que compreende todas as modalidades de Bolsas e de Auxílios Regulares, excluindo as bolsas e os auxílios concedidos no âmbito dos Programas Especiais e dos Programas de Pesquisa para Inovação Tecnológica – totalizou R$ 595,91 milhões em 2010, correspondendo a 76,4% de todo o valor gasto pela Fundação. A área do conhecimento que recebeu maior volume de recursos dentro da Linha Regular foi saúde, com R$ 186,81 milhões (31,35%).

Glaucius Oliva, presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e coordenador do Centro de Biotecnologia Molecular Estrutural, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP, reforçou essa necessidade de investimentos no setor de saúde.

Segundo ele, o país também precisa superar a pequena presença de doutores no setor industrial. “Em 2008, 80% dos doutores atuavam em educação. Isso, dois anos após o doutoramento. O restante estava na administração pública e menos de 1% atuava com pesquisas em empresas”, ressaltou.

Para que a pesquisa avance para além do universo acadêmico, Oliva destacou a necessidade de internacionalizar ainda mais a ciência brasileira, assim como avanços na multi, inter e transdisciplinaridade. “O maior desafio é traduzir o conhecimento científico para a sociedade. E, para isso, precisamos de mais doutores nas empresas”, disse.

Mais informações: www.spdm.org.br/site/forum


FONTE: Agência FAPESP, 4 de agosto de 2011

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Brasil quer garantir Copa saudável em 2014

As cidades que serão sede dos jogos da Copa do Mundo de 2014 estão reunidas até esta sexta-feira (5/8), em Fortaleza/CE, para apresentar a situação do sistema de saúde e discutir as iniciativas que estão sendo adotadas para receber o encontro esportivo. O objetivo é identificar a capacidade de cada cidade em atender as necessidades de saúde e prevenir os riscos relacionados à Copa.

Na área de vigilância sanitária, a atenção está voltada para a segurança dos alimentos, o monitoramento da qualidade dos serviços de saúde públicos e privados e a identificação de situações que possam representar riscos para os turistas e os moradores de cada cidade. Alimentos manipulados sem respeitar as Boas Práticas de Fabricação, por exemplo, são uma das causas mais freqüentes de surtos e intoxicação.

Um ponto de destaque é o trabalho da Anvisa já realizado em portos, aeroportos e fronteiras para prevenir riscos vindos de outros países. Com a estimativa de entrada de 3 milhões de turistas estrangeiros na Copa, este trabalho é fundamental para que o encontro aconteça de forma segura. Atualmente, a Anvisa utiliza o sistema Sagarana para monitorar em tempo real situações de riscos e alertas sanitárias nos pontos de entrada do país.

Para a área da saúde de forma geral, a preparação para a Copa possibilitará o estabelecimento de um plano nacional para grandes eventos, a melhoria do monitoramento do risco sanitário e a ampliação do investimento em infraestrutura para assistência à saúde.

Na manhã desta quinta-feira (4/8), Natal, Salvador, Recife e Fortaleza – as quatro cidades sede localizadas na região Nordeste – fizeram as suas apresentações. Uma característica comum a todas estas cidades é a coincidência de datas entre o evento esportivo e as festas juninas, bastante tradicionais na região.

Para os representantes da área de saúde das quatro cidades, a experiência com as grandes festas populares é uma boa referência para o trabalho que será feito durante a Copa, mas as características do evento exigem um trabalho específico.

Conheça o sistema Sagarana

Carlos Augusto Moura - Imprensa/Anvisa
 
FONTE: Anvisa, 4 de agosto de 2011
 
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

   Relacionamos abaixo, as referências bibliográficas dos títulos novos incluídos no sistema da Biblioteca no mês de julho.

  Nesta relação, não estão incluídos os exemplares de títulos adquiridos, já existentes no acervo.

  Para saber os demais livros que estão sendo disponibilizados, acesse Aquisições do Mês na página principal da biblioteca.

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642.5068 / A162g / 4. ed.


ABREU, Edeli Simioni de; SPINELLI, Mônica Glória Neumann; PINTO, Ana Maria de Souza. Gestão de unidades de alimentação e nutrição: um modo de fazer. 4. ed. São Paulo: Metha, 2011. 352 p. 2 Ex.






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616.9 / V677 / 3. ed.


AGUIAR, Zenaide Neto; RIBEIRO, Maria Celeste Soares (Org.). Vigilância e controle das doenças transmissíveis. 3. ed. São Paulo: Martinari, 2009. 443 p. 2 Ex.






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615.58 / A447f / 2. ed.


ALMEIDA, José Ricardo Chamhum de. Farmacêuticos em oncologia: uma nova realidade. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 557 p. 2 Ex.






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617.1027 / A488r


AMATUZZI, Marco Martins; GREVE, Júlia Maria D'Andréa; CARAZZATO, João Gilberto. Reabilitação em medicina do esporte. São Paulo: Roca, 2004. 317 p. 7 Ex.






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616.12 / A512d / 4. ed.


AMERICAN ASSOCIATION OF CARDIOVASCULAR AND PULMONARY REHABILITATION.Diretrizes para reabilitação cardíaca e programas de prevenção secundária. 4. ed. São Paulo: Roca, 2007. 244 p. Tradução de: Guidelines for cardiac rehabilitation and secondary prevention programs. 4 Ex.






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616.07 / J96


ANTCZAK, Susan E. et al. Fisiopatologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 340 p. Tradução de: Just the facts: pathophysiology. 2 Ex.






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615.82 / B223f / 4. ed. rev. ampl..


BARACHO, Elza. Fisioterapia aplicada à obstetricia, uroginecologia e aspectos de mastologia. 4. ed. rev. ampl.. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 579 p. 12 Ex.






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150.92 / B327t


BASTOS, Antonio Virgílio Bittencourt; GONDIM, Sônia Maria Guedes. O trabalho do psicólogo no Brasil. São Paulo: Artmed, 2010. 501 p. 10 Ex.






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617.755059 / G943


BECHARA, Samir Jacob et al. Guia prático de cirurgia refrativa. Porto Alegre: Artmed, 2009. 256 p. 2 Ex.






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616.89 / B658m / 2. ed.


BLUMENFIELD, Michael; TIAMSON-KASSAB, Maria. Medicina psicossomática. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 292 p. Tradução de: Psychosomatic medicine: a practical guide. 2 Ex.






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615.1 / G653b / 11. ed.


BRUNTON, Laurence L.; LAZO, John S.; PARKER, Keith L. (Ed.). Goodman & Gilman As bases farmacológicas da terapêutica. 11. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. 1821 p. Tradução de: Goodman & Gilman The pharmacological basis of therapeutics. 2 Ex.






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616.35 / C719


CARVALHO, Cesar Guerreiro de et al. Coloproctologia: clínica e cirurgia videolaparoscópica. Rio de Janeiro : Rubio, 2010. 210 p. 2 Ex.






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649.33 / C331a / 3. ed.


CARVALHO, Marcus Renato de; TAVARES, Luís Alberto Mussa. Amamentação: bases científicas. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 435 p. 5 Ex.






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641.0981 / C336h / 4. ed.


CASCUDO, Luís da Câmara. História da alimentação no Brasil. 4. ed. São Paulo: Global, 2011. 954 p. 5 Ex.






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616.89 / C518m / 4. ed.


CHENIAUX, Elie. Manual de psicopatologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 218 p. 6 Ex.






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616.120752 / D598


CLAUSSEN, Claus D. et al. Diagnóstico por imagem : cardiologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 322 p. Tradução de: Direct diagnosis in radiology: cardiac imaging. 2 Ex.






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615.78 / C795p / 4. ed.


CORDIOLI, Aristides Volpato. Psicofármacos: consulta rápida. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 841 p. 1 Ex.






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618.17 / G492


CORLETA, Helena Von Eye; CAPP, Edison et al. Ginecologia endócrina: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2010. 376 p. 2 Ex.






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617.7 / E78


DANTAS, Adalmir Morterá (Coord.). Essencial em oftalmologia. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2011. 1217 p. 2 Ex.






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617.762 / D192n-01 / 2. ed.


DANTAS, Adalmir Morterá; MONTEIRO, Mário Luiz Ribeiro. Neuro-oftalmologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2010. 680 p. Acompanha 1 CD-ROM. 2 Ex.






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617.715 / D192a


DANTÉS, Dorothy. Angiografia fluorescente em oftalmologia. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 2011. 386 p. 2 Ex.






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616.89142 / A532


DE-FARIAS, Ana Karina C. R. et al. Análise comportamental clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre: Artmed, 2010. 341 p. 1 Ex.






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658.3 / D978g


DUTRA, Joel Souza. Gestão de pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. São Paulo: Atlas, 2009. 210 p. 6 Ex.






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616.7 / E21o


EDELSTEIN, Joan E.; BRUCKNER, Jan. Órteses: abordagem clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 183 p. (Physio. Fisioterapia prática). Tradução de: Orthotics: a comprehensive clinical approach. 4 Ex.






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615.82083 / E26f


EFFGEN, Susan K. Fisioterapia pediátrica: atendendo às necessidades das crianças. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 473 p. Tradução de: Meeting the physical therapy needs of children. 5 Ex.






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664 / E92t / 2. ed.


EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 652 p. 5 Ex.






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658.4 / F618e / 3. ed.


FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria Tereza Leme. Estratégias empresariais e formação de competências: um quebra-cabeça caleidoscópico da indústria brasileira. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 155 p. 6 Ex.






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618.928 / M294


FONSECA, Luiz Fernando et al. Manual de neurologia infantil: clínica, cirurgia, exames complementares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. 733 p. 3 Ex.






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618.20231 / S963


FRASER, Diane M.; COOPER, Margaret A. (Ed.). Assistência obstétrica: um guia prático. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 690 p. Tradução de: Survival guide to midwifery. 3 Ex.






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641.636 / F894a / 5. ed. rev.


FREYRE, Gilberto. Açucar: uma sociologia do doce, com receitas de bolos e doces do nordeste do Brasil. 5. ed. rev. São Paulo: Global, 2007. 270 p. 5 Ex.






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981 / F894c / 51. ed.


FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2011. 727 p. (Introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil, 1). 5 Ex.






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617.95 / G114c / 2. ed.


GABKA, Christian J.; BOHMERT, Heinz. Cirurgia plástica e reconstrutiva da mama. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 282 p. Tradução de: Plastic and reconstructivesurgery of the breast. 2 Ex.






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612.04 / G162c / 3. ed.


GALLAHUE, David L.; OZMUN, John C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. 3. ed. São Paulo: Phorte, 2005. 585 p. Tradução de: Understanding motor development: infants, children, adolescents, adults. 3 Ex.






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616.07 / G943


GUIA profissional para fisiopatologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 812 p. 3 Ex.






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616.028 / I72i / 6. ed. / v.1


IRWIN, Richard S.; RIPPE, James M. Irwin & Rippe Terapia intensiva. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. v.1. Acompanha 1 CD-ROM; Tradução de: Irwing and Rippe's intensive care medicine. 2 Ex.






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616.028 / I72i / 6. ed. / v.2


IRWIN, Richard S.; RIPPE, James M. Irwin & Rippe Terapia intensiva. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. v.2. Tradução de: Irwing and Rippe's intensive care medicine. 2 Ex.






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610.73 / J13g


JACKSON, Marilynn; JACKSON, Lee. Guia de bolso de enfermagem clínica. Porto Alegre: Artmed, 2008. 240 p. Tradução de: Clinical nursing pocket guide. 5 Ex.






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616.5 / D435-01 / 2. ed. rev. ampl.


KEDE, Maria Paulina Villarejo; SABATOVICH, Oleg (Ed.). Dermatologia estética. 2. ed. rev. ampl. São Paulo: Atheneu, 2009. 1024 p. Acompamha 1 CD-ROM. 4 Ex.






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658.8 / K87p / 12. ed.


KOTLER, Philip; ARMSTRONG, Gary. Princípios de marketing. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2010. 600 p. Tradução de: Principles of marketing . 3 Ex.






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614 / L493p


LEFEVRE, Fernando; LEFEVRE, Ana Maria Cavalcanti. Promoção de saúde: a negação da negação. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2004. 6 Ex.






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001.42 / M321f / 7. ed.


MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 297 p. 6 Ex.






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616.025 / M345s / 4. ed.


MARKOVCHICK, Vincent J.; PONS, Peter T. Segredos medicina de urgência: respostas para as questões mais comuns do dia-a-dia. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 748 p. Tradução de: Emergency medicine secrets. 5 Ex.






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610.73068 / M357a / 6. ed.


MARQUIS, Bessie L.; HUSTON, Carol J. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 671 p. Tradução de: Leadership roles and management functions in nursing: theory and application. 5 Ex.






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658.4012 / M667s / 2. ed.


MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 392 p. Tradução de: Strategy safari: the complete guide through the wilds of strategic management. 6 Ex.






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615.836 / C257


MOFFAT, Marilyn; FROWNFELTER, Donna (Ed.). Fisioterapia do sistema cardiorespiratório: melhores práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 303 p. (Physio. Fisioterapia prática). Tradução de: Cardiovascular/pulmonary essentials: applying the preferred physical therapist practice patterns. 4 Ex.






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616.12 / C267-01


MORETTI, Miguel Antonio; FERREIRA, João Fernando Monteiro (Ed.). Cardiologia prática. São Paulo: Atheneu, 2010. 363 p. 2 Ex.






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616.994019 / P974


NEME, Carmen Maria Bueno (Org.). Psico-oncologia: caminhos e perspectivas. São Paulo: Summus, 2010. 287 p. 2 Ex.






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616.362 / M294


PARISE, Edison Roberto; PORTA, Gilda (Ed.). Manual de diagnóstico e tratamento das doenças do fígado no paciente adulto e pediátrico. São Paulo: Atheneu, 2011. 360 p. 2 Ex.






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613.2 / P441L / 12. ed.


PERIBANEZ GONZALEZ, Alberto. Lugar de médico é na cozinha: cura e saúde pela alimentação viva. 12. ed. São Paulo: Alaúde, 2010. 296 p. 3 Ex.






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618.92 / P598p


PICON, Paula Xavier; MAROSTICA, Paulo José Cauduro; BARROS, Elvino. Pediatria: consulta rápida. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1096 p. 3 Ex.






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641.3 / P771d


POLLAN, Michael. O dilema do onívoro: uma história natural de quatro refeições. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2007. 479 p. Tradução de: The omnivore's dilemma: a natural history of four meals . 1 Ex.






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616.07 / P851f / 8. ed. / v.1


PORTH, Carol Mattson; MATFIN, Glenn. Fisiopatologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. v.1. Tradução de: Pathophysiology: concepts of altered health states. 5 Ex.






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616.07 / P851f / 8. ed. / v.2


PORTH, Carol Mattson; MATFIN, Glenn. Fisiopatologia. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. v.2. Tradução de: Pathophysiology: concepts of altered health states. 5 Ex.






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612.8232 / E54


PÔRTO, Weyler Galvão (Org.). Emoção e memória. São Paulo: Artes Médicas, 2006. 142 p. 1 Ex.






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616.12019 / P974


RIBEIRO, Ana Lucia Alves; GAGLIANI, Mayra Luciana (Org.). Psicologia e cardiologia: um desafio que deu certo. São Paulo: Atheneu, 2010. 206 p. 2 Ex.






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613.2 / R484t


RIBEIRO, Caroline Geoffroy; BENEVIDES, Karina de Sousa. Tabela centesimal de alimentos diet & light. São Paulo: Atheneu, 2008. 77 p. 4 Ex.






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577 / R539e / 6. ed.


RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 546 p. Tradução de: The economy of nature. 6 Ex.






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616.61 / R555p / 5. ed.


RIELLA, Miguel Carlos. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 1247 p. 2 Ex.






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617.7 / V365o / 17. ed.


RIORDAN-EVA, Paul; WHITCHER, John P. (Org.). Oftalmologia geral de Vaughan & Asbury. 17. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011. 463 p. Tradução de: Vaughan & Asbury's general ophthalmology. 5 Ex.






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615.71 / F233


ROSA, Eduardo Maffini da et al. Fármacos em cardiologia. São Paulo: Roca, 2010. 134 p. 2 Ex.






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618.9289 / S126m


SADOCK, Benjamin James; SADOCK, Virginia Alcott. Manual conciso de psiquiatria da infância e adolescência. Porto Alegre: Artmed, 2011. 249 p. Tradução de: Kaplan & Sadock's concise textbook of child and adolescent psychiatry. 2 Ex.






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612.3 / S237c


SANTOS, Ligia Amparo da Silva. O corpo, o comer e a comida : um estudo sobre as práticas corporais e alimentares no mundo contemporâneo. Salvador: EDUFBA, 2008. 329 p. 2 Ex.






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616.80475 / S416t


SCIFERS, James R.. Testes para avaliação neurológica: guia fotográfico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 308 p. Tradução de: Special tests for neurologic examination. 5 Ex.






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616.025 / S525p


SHAH, Kaushal; MASON, Chilembwe. Procedimentos de emergência essenciais. Porto Alegre: Artmed, 2009. 471 p. Tradução de: Essential emergency procedures. 3 Ex.






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658.4 / M489


SIQUEIRA, Mirlene Maria Matias (Org.). Medidas do comportamento organizacional: ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed, 2008. 344 p. 9 Ex.






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616.39 / P312


SOARES, Edson Garcia (Coord.). Patologia nutricional. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 125 p. (Nutrição e metabolismo). 5 Ex.






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616.075 / S726c / 2. ed.


SOUTH-PAUL, Jeannette E.; MATHENY, Samuel C.; LEWIS, Evelyn L. Current diagnóstico e tratamento: medicina de família e comunidade. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. 725 p. Tradução de: Current diagnosis & treatment in family medicine. 2 Ex.






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610.73068 / T278


TEMAS e estratégias para liderança em enfermagem: enfrentando os desafios hospitalares atuais. Porto Alegre: Artmed, 2008. 181 p. Tradução de: Issues and strategies for nurse leaders: meeting hospital challenges today. 3 Ex.






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617.95 / G727g / 6. ed.


THORNE, Charles H. (Ed.) et al. Grabb e Smith cirurgia plástica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 897 p. Tradução de: Grabb and Smith's plastic surgery. 2 Ex.






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616.89 / T756c / 3. ed.


TOY, Eugene; DEBRA, Klamen. Casos clínicos em psiquiatria. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 510 p. Tradução de: Case files psychiatry. 2 Ex.






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R150.3 / A639


VANDENBOS, Gary R. (Org.). Dicionário de psicologia. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1040 p. Tradução de: APA dictionary of psychology; American Psychological Association - APA. 1 Ex.






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618.76 / P974


VASCONCELOS, Alexandre Augusto Jatobá; TENG, Chei Tung (Ed.). Psiquiatria perinatal: diagnóstico e tratamento. São Paulo: Atheneu, 2010. 176 p. 2 Ex.






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620.82 / V549f


VERONESI JUNIOR, José Ronaldo. Fisioterapia do trabalho: cuidando da saúde funcional do trabalhador. São Paulo: Andreoli, 2008. 358 p. 2 Ex.






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617.553 / X6c


XIMENES, Eliane. Cirurgia da obesidade: um enfoque psicológico. São Paulo: Livraria Santos, 2009. 159 p. 2 Ex.










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158.7 / E82


ZANELLI, José Carlos (Coord.). Estresse nas organizações de trabalho: compreensão e intervenção baseadas em evidências. Porto Alegre: Artmed, 2010. 520 p. 14 Ex.






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