quinta-feira, 29 de março de 2012

Acupuntura agora só poderá ser feita exclusivamente por médicos


A acupuntura passa a ser uma prática exclusivamente médica de acordo com a decisão do TRF (Tribunal Federal Regional) da 1ª Região.

Na terça-feira, o tribunal acatou os argumentos apresentados pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) de que a acupuntura trata doenças e o diagnóstico e o tratamento de enfermidades no Brasil são atividades médicas.

Os recursos cabíveis não têm efeito suspensivo. Isso significa que, assim que o TRF da 1ª Região publicar a decisão sobre o tema, os profissionais não habilitados em medicina na prática da acupuntura não poderão mais aplicar a técnica.


Desde 2001, o CFM pedia a anulação de resoluções anteriores que permitiam que psicólogos, farmacêuticos e fisioterapeutas fizessem aplicações de acupuntura.

Para o conselho, a técnica é uma especialidade da medicina tal qual a psiquiatria, a cardiologia e a pediatria.

Um dos membros da Câmara Técnica de Acupuntura do CFM e ex-presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura, Dirceu Sales elogiou a decisão do tribunal. Segundo ele, o uso da acupuntura requer um diagnóstico prévio antes do tratamento de uma enfermidade.

FONTE: Folha.com, 29/03/2012

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quarta-feira, 28 de março de 2012

Conheça o Portal de Peródicos Científicos da UFRGS

 


                Lançado em dezembro de 2009, o Portal de Periódicos Científicos da UFRGS é um espaço virtual que tem por objetivo reunir e divulgar informações sobre as revistas científicas correntes, editadas pela UFRGS e as editadas em sua parceria. A atualização dos dados é de responsabilidade dos editores de cada revista.

               No menu principal, o link periódicos permite acessar os dados principais sobre as publicações, permitindo acesso também aos sites das edições completas daquelas que as disponibilizam em versão on-line.


               Destacamos alguns títulos da Área de Ciências da Saúde e Ciências Humanas que estão disponíveis no Portal com o texto na íntegra em PDF.

                Caderno de Farmácia
                Estudos Interdisciplinares sobre o Envelhecimento
                Movimento
                Psicologia: Reflexão e Crítica/Psychology
                Revista Brasileira de Biociências
                Revista Gaúcha de Enfermagem
                Revista HCPA 
           
Acesse o Portal de Periódicos Científicos da UFRGS aqui.

Mais informações

terça-feira, 27 de março de 2012

Achados & Perdidos da Biblioteca


                                    Se você perdeu seu pen-drive, livro, caderno, cartão de identificação, guarda-chuva, sombrinha ou algum outro documento ou objeto, procure no balcão térreo da Biblioteca,  onde se  encontram objetos e documentos esquecidos e perdidos.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Ministério da Saúde lança campanha publicitária de enfrentamento à tuberculose


Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose é celebrado no dia 24 de março 

Alertar a população sobre os sintomas da doença e o tratamento gratuito oferecido no SUS são temas explorados nas peças.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lançou, nesta segunda-feira (26), campanha para alertar, mobilizar a população e dar visibilidade nacional sobre o esforço e trabalho contra a doença. A ação faz parte das atividades que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose. A mensagem central da campanha é “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é um sinal de alerta. Quanto antes você tratar, mais fácil de curar. Procure uma unidade de saúde”.

Além do apelo explicativo de como se contrair a doença e das formas de prevenção, os textos reforçam que o tratamento é um direito de todos, garantido pelo SUS e não pode ser interrompido. Associar a campanha ao combate não somente da tuberculose, mas aos determinantes sociais que acarretam na doença, ou seja, hábitos prejudiciais à saúde, alimentação inadequada, entre outros, fazem parte da estratégia desenvolvida.

Com abrangência nacional e tendo como público principal, homens entre 25 e 35 anos, o rádio será a veículo principal na veiculação. Além de ser um canal de grande audiência entre o público-alvo. Também haverá peças de mídia exterior (out door, painéis em abrigos de ônibus, por exemplo), mídia impressa (anúncios em revistas e jornais) e internet (animações e redes sociais) foram exploradas. Outros pontos que grande circulação de pessoas, como os metrôs e ônibus em seus circuitos de TV, e os sistemas de sons dos barcos no Norte do país estão no plano de divulgação.


Leia também:

Dia Mundial da Tuberculose: Brasil investe no combate a doença

Tuberculose: Brasil reduz número de casos em 3,54% no último ano

Casos de tuberculose têm queda, mas doença é a 4ª causa de óbito


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Só metade dos laboratórios tem controle de qualidade


CLÁUDIA COLLUCCI
de São Paulo

Menos da metade dos 16 mil laboratórios de diagnóstico do país tem controles internos de qualidade, e apenas uma parcela mínima (2%) passa por auditorias externas (acreditadoras) que avaliam seus processos. O setor movimenta R$ 12 bilhões por ano.

Os dados, da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), ajudam a explicar o número de ações por erros de exames clínicos e de imagem que tramitam nos Tribunais de Justiça do país.

Entre 2000 e 2007, houve 1.509 processos contra laboratórios, segundo pesquisa nacional feita pelo bioquímico Humberto Tibúrcio, do Sindlab (Sindicato dos Laboratórios de Minas Gerais).

Já entre 2008 e o início deste ano, a Folha localizou 1.780 ações (julgadas em segunda instância, a única que permite pesquisa livre) por danos morais contra o setor da medicina diagnóstica.

Só no Tribunal de Justiça de São Paulo, foram 449 processos, 72% deles especificamente sobre denúncias de erros de exames. Testes falso-positivos de HIV, hepatites, sífilis, gravidez e DNA lideram as queixas (38% delas).

Muitos exames têm limitações metodológicas. No caso do HIV, há mais de 70 fatores que podem causar uma reação falso-positiva, incluindo a gripe e a gravidez.

Por isso, o procedimento padrão em casos de resultado positivo para HIV é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot. O Ministério da Saúde recomenda que os laboratórios avisem os pacientes sobre a limitação do exame.

"Todo mundo sabe que tem de fazer aconselhamento do paciente, mas poucos fazem", afirma Tibúrcio.

Nas ações, há também queixas de trocas de laudos (a imagem é de um paciente, e o laudo de outro) ou erros de resultados (positivo por negativou vice e versa) e de exames que apontam, erroneamente, um câncer.

Em um papanicolaou de rotina, por exemplo, Ismênia Costa recebeu o diagnóstico de câncer de colo de útero em estágio avançado (grau 3).


FONTE: Folha.com, 26/03/2012
 
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sábado, 24 de março de 2012

Inscrições para programa Jovens Talentos para a Ciência são prorrogadas até 27 de março


Inscrições para o programa são prorrogadas até 27 de março
                Atendendo às solicitações das universidades e institutos federais que aderiram ao programa Jovens Talentos para a Ciência, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) informam que o prazo para inscrições foi prorrogado até as 18h do dia 27 de março de 2012. Na oportunidade, as agências agradecem o empenho das instituições no processo de inscrição dos seus alunos no programa.

Saiba mais sobre o programa aqui.

Leia mais

FONTE: CAPES, 23/03/2012

Cigarro matou 6 milhões em 2010, mostra levantamento


O que as seis maiores empresas do ramo tabagista lucraram em 2010 equivale a US$ 6.000 por cada morte causada pelo fumo nesse ano.

Essa é a conclusão da quarta edição do Atlas do Tabaco, lançado pela Sociedade Americana do Câncer e pela Fundação Mundial do Pulmão, durante a 15ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, em Cingapura.

Segundo o documento, as seis empresas líderes lucraram US$ 35,1 bilhões em 2010, concentrados na empresa estatal chinesa de tabaco (US$ 16 bilhões) e na Philip Morris (US$ 7,5 bilhões). Esse lucro é maior, diz o atlas, que o da Coca-Cola, da Microsoft e do McDonald's somados.
 
Já o número de mortes pelo fumo se aproximou de 6 milhões em 2010, 80% fora dos países desenvolvidos.
 
"Apesar do progresso feito desde que lançamos o primeiro documento [em 2002], 50 milhões de pessoas morreram como resultado do uso do tabaco, fumando mais de 43 trilhões de cigarros. É quase incompreensível", afirmou John Seffrin, da Sociedade Americana do Câncer.
 
Divulgado a cada três anos, o atlas traz dados específicos sobre cada país e região.
 
A principal informação ressaltada sobre o Brasil indica a consequência da aprovação, em 2011, da Medida Provisória que baniu os fumódromos. A medida, diz o texto, tornou o Brasil o maior país totalmente livre do fumo.
 
Rússia, China e Estados Unidos não adotaram medidas semelhantes; a Índia o fez parcialmente. Falta no Brasil, no entanto, um melhor monitoramento da epidemia do tabaco, aponta o novo documento.

Acesse The Tobacco Atlas aqui

FONTE: Folha.com, 23/03/2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

Portal de Periódicos CAPES - Vídeo institucional

                          Vídeo institucional da Capes - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, mostra a criação da instituição e a importância do Portal de Periódicos Capes para o desenvolvimento científico e tecnológico do País.
                 




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História da Medicina do Egito é tema do próximo "Café na UFCSPA"

       Evento ocorre no dia 26 de março (próxima segunda-feira), às 19h30min, no prédio principal, Sala 415.

       O evento é gratuito e aberto ao público. Informações pelo telefone 3303-9000.

       Veja abaixo cartaz do evento.


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quinta-feira, 22 de março de 2012

Prêmio Professor Eric Roger Wroclawski


A Einstein, publicação oficial de divulgação científica do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein – IIEPAE premiará artigos científicos originais na área da saúde, submetidos à revista, no período de 01/07/2011 até 30/06/2012.

Objetivo

Fomento e divulgação de estudos nacionais nas categorias de Ciências Básicas e Medicina Experimental , Gestão e Economia em Saúde , Medicina Clínica , Medicina Cirúrgica e Saúde Multiprofissional.

Regulamento

Os trabalhos deverão ser completos e originais, formatados como artigo científico conforme instruções descritas (Clique aqui).


Serão premiados os três melhores artigos de cada categoria.

As Comissões Julgadoras serão compostas por membros da comunidade científica, indicados pela Comissão Organizadora do Prêmio.

Membros das Comissões Organizadoras e Julgadoras não são elegíveis aos prêmios.

Todos os trabalhos recebidos, depois de analisados e aprovados por revisão de pares, serão publicados na einstein.

Os autores deverão conceder exclusividade de publicação do trabalho à einstein.

Prêmios

1º lugar: Certificado aos autores e R$ 7.000,00

2º lugar: Certificado aos autores e R$ 3.000,00

3º lugar: Certificado aos autores e R$ 2.000,00

Inscrições

Os trabalhos deverão ser inscritos e enviados no endereço http://apps.einstein.br/revista até 30/06/2012, impreterivelmente. Os trabalhos premiados serão divulgados em cerimonial (dia do médico) celebrado nas dependências do Hospital Israelita Albert Einstein.

Informações

Informações adicionais poderão ser obtidas via e-mail (revista@einstein.br) ou pelo telefone (11) 2151-0635 (com Janaína).

EINSTEIN
Publicação científica oficial do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, hoje em seu quinto ano, a einstein propicia a possibilidade de publicação de trabalhos em inglês, na versão impressa, e na versão bilíngüe inglês-português, na internet, constando também na base de dados LILACS.


Em agosto de 2007 a einstein inovou mais uma vez, os editores decidiram dividir a revista em duas partes, criando a einstein - Educação Continuada em Saúde, específica para artigos de difusão e atualização. Dentre as novas seções, destaca-se: atualização terapêutica, custo-benefício, ética em saúde, saúde baseada em evidências, treinamento, algoritmo e saúde alimentar.



FONTE: Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein
 
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Especialistas internacionais conhecem monitoramento brasileiro de implantes ortopédicos


     Representantes das autoridades sanitárias dos Estados Unidos e Canadá estão em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, para conhecer o trabalho de monitoramento de implantes ortopédicos realizado pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto é resultado de parceria entre a Anvisa e o GHC com o objetivo de reduzir o número de eventos adversos e qualificar os procedimentos cirúrgicos do Sistema Único de Saúde (SUS) que envolvem implantes ortopédicos.

     A partir de prontuários informatizados, os médicos do Hospital Cristo Redentor – onde o projeto piloto foi iniciado, comprometem-se a alimentar o sistema com uma série de dados relativos à qualidade, segurança e efetividade dos implantes. Desde setembro de 2010, quando começou, já foram coletadas 54 amostras, que correspondem à análise de 213 componentes – 133 implantes de quadril e 80 de joelho.

     Segundo Mike Ward, da agência Health Canada, conhecer a experiência brasileira contribui para o fortalecimento da regulação sanitária de produtos para saúde em seu país. “Para promover saúde, três elementos são fundamentais: infra-estrutura, recursos humanos e produtos. Essa interação é muito clara neste projeto”, comentou, durante visita ao Hospital Cristo Redentor.

     O diretor superintendente do GHC, Carlos Eduardo Neri Paes, destacou a cooperação de todos os envolvidos como fator imprescindível para o sucesso da iniciativa. “Apesar das resistências iniciais, conseguimos, ao longo do processo, uma grande adesão dos profissionais. A construção cooperativa viabiliza mudanças”, disse.

     O diretor-adjunto da Anvisa, Luiz Roberto Klassman, também elogiou o trabalho em equipe, mas enfatizou a preocupação da Anvisa em não restringir o projeto à rede de hospitais onde foi testado. Segundo o diretor, a Anvisa já articula a expansão do projeto para outros hospitais de referência no país. A expectativa é iniciar a implementação ainda em 2012.

Vanessa Amaral – Imprensa/Anvisa

FONTE: ANVISA, 22/03/2012

Especialistas dão dicas para a publicação de artigos científicos

Escolher periódico antes da redação do texto e considerar grau de novidade e relevância da pesquisa é fundamental, dizem especialistas no workshop "How to Write for and Get Published in Scientific Journals"

Por Karina Toledo

Agência FAPESP – Editores de revistas científicas procuram trabalhos com resultados inéditos, escritos em inglês claro e conciso e que despertem interesse em seu grupo de leitores. Artigos que abordam temas quentes do momento levam vantagem, pois têm mais chance de serem citados em futuras pesquisas e de contribuírem para aumentar o fator de impacto do periódico.

Essas foram algumas das dicas apresentadas por Daniel McGowan, diretor do Grupo Edanz, durante o workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals”, realizado no dia 16 de março pela FAPESP e pela editora científica Springer.

Desde 1990, o número de artigos submetidos para revisão teve um aumento 100% superior ao do número de novos periódicos, segundo dados do Grupo Edanz, empresa de consultoria na área. Com o crescimento da competição, de acordo com McGowan, “o mínimo que os editores esperam é ciência de qualidade e linguagem adequada”.

“A pesquisa brasileira é boa, mas vejo dois grandes desafios a serem superados pelos pesquisadores do país: a dificuldade com a língua inglesa e a falta de entendimento de como deve se estruturado um artigo científico. Muitos parecem não saber o que colocar na introdução, na discussão e na conclusão do trabalho”, disse McGowan à Agência FAPESP.

Durante sua apresentação no workshop, McGowan explorou o tema e deu exemplos de como estruturar um resumo, como inserir tabelas, gráficos e figuras no texto, como formatar referências e escolher o título e como elaborar uma carta de apresentação ao editor. Deu também dicas sobre o tempo verbal mais adequado nas diferentes situações e recomendou aos cientistas redigir frases na voz ativa e deixar sempre o sujeito da oração perto do verbo.

“Grande parte das pessoas que vão ler o artigo científico também não tem o inglês como primeira língua. O que elas desejam é ler rapidamente, apenas uma vez e conseguir entender a lógica do pesquisador”, destacou.

Para McGowan, ex-editor associado da Nature Reviews Neuroscience, o primeiro passo para melhorar a qualidade da produção científica é a leitura do maior número possível de artigos publicados.

“Isso ajuda o pesquisador a saber se está fazendo as perguntas certas, usando os métodos adequados, interpretando os resultados no contexto apropriado, citando os estudos mais relevantes da área e escolhendo o periódico com o perfil indicado para sua pesquisa”, disse.

Como cada publicação tem regras próprias para estruturar o texto e citar referências, a redação do artigo só deve começar após estar definida a revista para a qual ele será submetido.

“O pesquisador deve ser honesto ao avaliar o grau de relevância e novidade da pesquisa e escolher um periódico com fator de impacto compatível. Ela traz um avanço incremental ou conceitual? Afeta a vida de uma pequena população ou de milhares de pessoas? Melhora o conhecimento sobre um fenômeno ou apresenta uma nova tecnologia?”, exemplificou McGowan.

O pesquisador deve ainda considerar fatores como o perfil do público a ser atingido, o prestígio da publicação e se ela trabalha como sistema de acesso aberto ou assinatura. “Acesso aberto permite alcançar um número maior de leitores e, portanto, gera mais citações. Mas também tem um custo muito maior”, disse.

Segundo McGowan, um artigo nunca deve ser enviado a mais de um periódico ao mesmo tempo. “Por outro lado, se um pesquisador demora muito para publicar suas descobertas, pode ocorrer de outro grupo publicar antes. Recomendo, portanto, entrar em contato com o editor caso não receba retorno após seis semanas. Se depois de dois meses ainda não houver resposta, sugiro cancelar formalmente a submissão e só então enviar para outra revista”, afirmou.

Outra dica do consultor é relatar no fim do artigo os financiamentos recebidos de agências de fomento ou de outras instituições e empresas, descrever possíveis conflitos de interesse e as limitações do trabalho, como tamanho pequeno da amostra por exemplo.

“Os editores percebem quando há falhas ou limitações na pesquisa, mas ainda assim podem publicá-la se os resultados forem interessantes. Não mencionar esses fatores, porém, pode ser um motivo para rejeição”, disse.

Pesquisa brasileira

Na abertura do workshop, o vice-presidente da editora Springer, Paul Manning, contou que o motivo que levou a empresa a abrir um escritório no Brasil foi o crescimento expressivo da produção científica do país.

“A Springer surgiu na Alemanha no século 19 e foi para Nova York após a Segunda Guerra, pois era onde a ciência estava acontecendo. Nos anos 1970, fomos para o Japão pelo mesmo motivo. Agora, percebemos que havia muita coisa interessante aqui no Brasil”, disse. A Springer atualmente está presente em 20 países.

Segundo dados apresentados pelo diretor da Springer Brasil, Harry Blom, a produção científica brasileira cresce a uma taxa de 17% ao ano – enquanto a média mundial é de 3% – e já corresponde a 55% da produção científica da América Latina.

Mariana Biojone, editora da Springer Brasil, apresentou as ferramentas gratuitas oferecidas no site da empresa para apoiar pesquisadores. Uma delas é o Author Mapper, que mostra os temas mais pesquisados do momento e em quais centros. “Isso pode ajudar o cientista a encontrar colaboradores para seu projeto”, afirmou.

As apresentações do evento estão disponíveis em: www.fapesp.br/6848

FONTE: FAPESP, 22/03/2012

quarta-feira, 21 de março de 2012

Programa de Financiamento de Pesquisa Grand Challenges Explorations aceita propostas até o dia 15 de maio


              A FAPERGS, juntamente com outras Fundações de Amparo à Pesquisa - FAPs , através do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa - CONFAP, assinou acordo de parceria para proporcionar a participação de cientistas gaúchos no programa Grand Challenges in Global Health, da Fundação Bill & Melinda Gates. Para maiores informações consulte o site: http://www.grandchallenges.org/

FONTE: FAPERGS, 16/03/2012

Manual vai orientar atendimento a pessoas com síndrome de Down

Consulta pública foi aberta pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (21) , data em que é comemorado o Dia Mundial da Síndrome de Down. Contribuições para a elaboração da cartilha podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (21) em que se comemora o Dia Mundial da Síndrome Down, consulta pública para definição do Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down, que irá orientar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e prestar esclarecimentos sobre como proceder quanto ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas com a deficiência. O texto, assinado pelo ministro Alexandre Padilha, está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União. As sugestões podem ser encaminhadas ao Ministério da Saúde até 20 de abril para o endereço eletrônico manualsindromededown@saude.gov.br. O Brasil possui 300 mil pessoas com Síndrome de Dow, segundo dados do IBGE/2000. Estes números são semelhantes às estatísticas mundiais.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, explica que a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição humana geneticamente determinada. “Com base neste enfoque e depois de um amplo estudo, lançamos este manual. O objetivo é o de oferecer orientações às equipes multiprofissionais para o cuidado à saúde da pessoa com Síndrome de Down, nos diferentes pontos de atenção da rede do SUS”, afirma.

Helvécio Magalhães informa que o Ministério da Saúde mantêm ações de cuidados com pessoas com síndrome de Down. “Atualmente, contamos no país com 1.004 Unidades de Saúde com Serviço de Reabilitação em Deficiência Intelectual e Autismo. Por ano, são investidos R$ 170 milhões para o custeio destas unidades, administradas pelas secretarias estaduais e municipais de saúde", afirma o secretário. “Com este manual, vamos ampliar a integração e articulação dos serviços de reabilitação com a rede de atenção básica e com a especializada.”

PARTICIPAÇÃO – A partir de hoje, a população e instituição científicas contam com um prazo de 30 dias para enviar sugestões ao Manual de Atenção à Saúde da Pessoa com Síndrome de Down. A Secretaria de Atenção à Saúde coordenará a avaliação das propostas apresentadas e também será responsável pela elaboração da versão final do texto. Depois de aprovado pelo Ministério da Saúde, a publicação com instruções e normas para o atendimento de pessoas com síndrome de Down terá vigência em todo o território nacional.

A publicação seguida de consulta pública do Manual de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down é uma das estratégias do Plano Nacional dos Direitos da pessoa com Deficiência, lançado em novembro pela presidenta Dilma Roussef.

FONTE: Ministério da Saúde, 21/03/2012.

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Dia Internacional da Síndrome de Down é comemorado nesta quarta-feira

Jornal do Brasil
Carlos Caroni

Diversas ações educativas são realizadas em todo o Brasil nesta quarta-feira (21), em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21. Atualmente, a data ganha boa notícia – com os avanços da medicina, a expectativa de vida dos portadores da modificação genética subiu de cerca de 15 anos, em 1947, para 70. Os dados são da Santa Casa de São Paulo.
No Congresso, o tema será abordado durante todo o dia. Segundo dados do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), o número de casos no país supera os 300 mil. A Síndrome de Down pode atingir um entre 800 ou 1000 recém-nascidos. A variação deve-se ao fato de a incidência do distúrbio aumentar em filhos de mulheres mais velhas.

Segundo Juan Llerena, médico geneticista do Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 60% dos casos ocorrem em mães com mais de 35 anos. “Em jovens, a probabilidade é de um bebê com down para cada 1752 partos. Aos 40, o risco sobe de um para 80”, exemplifica o médico.

O transtorno pode ser detectado já nos exames pré-natais e confirmado através de avaliações laboratoriais após o parto. Estes procedimentos indicam ainda a severidade do distúrbio e a possibilidade de o casal ter outra criança com a síndrome.

Reação dos pais


Ainda hoje, apesar das campanhas de esclarecimento e de desmistificação da Síndrome de Down, muitos pais ainda se sentem inseguros ao receber a notícia de que os filhos têm o transtorno. É o que relata a psicóloga Ceci Cunha, do Serviço de psicologia médica do Instituto Fernandes Figueira.


“Os pais tendem a idealizar uma imagem de seus filhos e qualquer criança que saia deste padrão esperado os choca. Muitos se questionam o porquê, se sentem culpados por ter desejado ou não a gravidez e querem saber o que teriam feito de errado. Têm medo de que o mesmo possa ocorrer em uma futura gravidez. Então nós conversamos, tentamos compreender o que a criança representa na vida deles e iniciamos um trabalho de apoio. É um longo processo, mas com o tempo eles costumam aceitar melhor”, conta.


Características


Indivíduos com Síndrome de Down podem apresentar algumas ou todas as características ligadas ao distúrbio. Entre elas estão o comprometimento intelectual, dificuldades motoras e na articulação da fala, rosto arredondado, mãos e orelhas pequenas, além de olhos semelhantes aos de orientais. Também estão mais suscetíveis a determinadas doenças. “Cerca de 40% tem doenças cardíacas estruturais, um índice muito maior do que o registrado na população em geral. Também são muito comuns os problemas na glândula da tireóide em mulheres com down", aponta Llerena.


A sexualidade dos portadores do distúrbio não é muito diferente da dos que não a possuem. “A puberdade começa na mesma época que outros pré-adolescentes, o que muda é a probabilidade dos óvulos, por exemplo, amadurecerem”, explica.


Desenvolvimento


As crianças com síndrome de down devem ser submetidas a uma terapia que envolve profissionais de diversas disciplinas - fisioterapia, fonoaudiologia e psicologia- para superar as dificuldades impostas pelo distúrbio. Quanto à educação, até a fase de alfabetização, deve ser como a de qualquer outra pessoa.


Embora não tenha cura, o avanço na medicina permitiu um grande aumento na expectativa de vida. De 15 anos, em 1947, subiu para 50, em 1989. Hoje, há pessoas que viveram até os 70 anos com o transtorno.


Romário


Estrela da Copa de 1994, Romário começou a carreira como deputado-federal em 2010. Foi visto por muitos com desconfiança, mas sua atuação na fiscalização dos preparativos para a Copa de 2014 e o engajamento na luta pelos direitos das pessoas com deficiência fizeram com que fosse eleito um dos melhores parlamentares do país. Romário é pai da menina Ivy, 6 anos, que têm síndrome de Down.


“Os pais que tem um dom de ter um filho com síndrome de Down podem se considerar pais especiais. Pessoas leigas, como eu era, as veem como anormais. Mas nós somos mais anormais que eles, porque no mundo deles só tem amor e carinho”, disse em discurso no Congresso.


Romário é autor de diversos projetos em defesa das pessoas com necessidades especiais. Entre outras, sugeriu a adoção de campanhas regulares para combater a discriminação e o incentivo às práticas paradesportivas. Ao conseguir garantir ingressos gratuitos para portadores de deficiência na Copa, chorou: "maior vitória do meu mandato".

terça-feira, 20 de março de 2012

Impacto da base médica UpToDate

A Uptodate, enciclopédia online de tópicos em Ciências da Saúde tem apresentado bons resultados quanto a seu uso no âmbito hospitalar.

A empresa de pesquisa KLAS, que mede o desempenho da tecnologia de saúde, recentemente lançou o relatório “Apoio à decisão clínica 2011”. Na categoria de 'Referência de doenças', o relatório mostra as conclusões de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Harvard, onde os resultados mostraram que o uso da UpToDate como referência para a equipe médica no hospital tem sido um importante instrumento, relacionado à baixa imortalidade, redução no período de internação e melhora na qualidade do hospital.

A UpToDate (http://www.uptodate.com/) é uma base de informações médicas referenciais online, baseada em evidências, revisada por pares, da editora Wolters Kluwer Health (http://www.wolterskluwerhealth.com/). É atualizada com ótima frequência, a cada quatro meses.

De acordo com o relatório da KLAS, as ferramentas de fiscalização e de referência à doenças da UpToDate foram classificadas como as ferramentas mais impactantes para decisões clínicas instantâneas. A ferramenta de referência para doenças baseada em evidências é a preferida de cirurgiões, tem um alto impacto clínico e é a base mais usada por médicos.

Na categoria de Referência de Doenças, a UpToDate tem o impacto maior e mais positivo sobre a qualidade e os resultados de custo, influencia nas decisões clínicas e padroniza o atendimento.

Além disso, os entrevistados disseram que a UpToDate é a mais fácil de implementar contra as outras bases avaliadas na pesquisa e tem maior integração com o EMR (Electronic Medical Record), que é um registro médico informatizado em organizações, tais como hospitais e consultórios médicos.

Referência:


JEFFLINE. UpToDate Impacts Quality and Cost Outcomes. JEFFLINE, 2011. Disponível em: <http://jeffline.jefferson.edu/aisrnews/?p=2306>. Acesso em: 31-JAN-2012.

FONTE: Seção de Acesso a Bases de Dados - SeABD da UFSCAR, 7/03/2012.

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segunda-feira, 19 de março de 2012

Reabertura da biblioteca

          

           A biblioteca reabrirá amanhã em horário normal, das 7h30min às 21h45min.

           Devoluções podem ser feitas a partir desta segunda-feira e até sexta-feira não serão cobradas multas.

           A sala 618 funcionará hoje em horário estendido até as 21h. Amanhã voltará a funcionar no horário das 10h às 19h.


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quinta-feira, 15 de março de 2012

Após suspeitas, MEC altera exame que avalia universidades



Para evitar manipulações, ministério ampliou número de alunos obrigados a prestar o Enade; medida vale já neste ano.

Medida ocorre após Unip ser acusada de selecionar melhores estudantes para a prova; universidade nega

DE BRASÍLIA

O Ministério da Educação decidiu ampliar já neste ano o perfil dos alunos avaliados pelo Enade como forma de evitar manipulações do exame nacional, que mede a qualidade do ensino superior.

No momento, só formandos são convocados para fazer a prova. A partir de agora, estudantes do penúltimo semestre também serão avaliados.

Ontem, a Folha revelou que este era um dos cenários estudados pelo ministério para evitar fraudes no Enade.

O exame é uma forma de o governo federal mensurar, numa escala que vai até 5, os cursos de graduação. Avaliações ruins podem provocar o fechamento de cursos.

A decisão foi tomada duas semanas depois de a Unip, uma das maiores universidades privadas do país, passar a ser investigada pelo MEC por suspeita de alterar a avaliação de seus cursos, selecionando apenas os melhores estudantes para prestar o exame.

A apuração preliminar indica que ela reprovava alunos com notas ruins ou medianas no penúltimo semestre do curso -deixando-os impossibilitados de prestar o Enade- e os aprovava posteriormente.

A universidade nega ter adotado essa prática.

A alteração nos critérios da avaliação foi feita por portaria, prevista para ser publicada hoje no "Diário Oficial" da União, e vale já para este ano.

Assim, estudantes com previsão de formatura até agosto de 2013 serão convocados no final de 2012. Os alunos que já tiverem concluído mais de 80% da carga horária do curso também serão chamados.

"Tentar adiar a formatura de um estudante para melhorar o desempenho não vai ser permitido. Nós queremos que todos eles façam [o exame] para a gente ter a verdadeira avaliação de cada instituição", afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

A portaria definiu ainda quais os cursos que serão avaliados neste ano pelo Enade. Dentre eles estão administração, direito e psicologia, além de habilitações em tecnologia das áreas de gestão comercial e de recursos humanos.

Frase

"Essa alteração resolve o problema de postergar a formatura de alguns alunos por um semestre para poder ter melhor desempenho no Enade"

ALOIZIO MERCADANTE
Ministro da Educação

FONTE: ANDIFES, 15/03/2012



Nova lei pode liberar xerox de livro inteiro


Projeto do Ministério da Cultura também prevê uso digital e educativo das obras.

Mariana Mandelli - O Estado de S. Paulo

Uma possível mudança na lei de direitos autorais, em análise na Casa Civil, vai facilitar a vida dos estudantes que sofrem para pagar o preço exigido pelos livros e apelam até para o scanner na hora de copiar textos. Caso o projeto seja aprovado no Congresso, o xerox de uma obra inteira, que é proibido hoje, será liberado para uso não comercial.

Atualmente, só é permitido copiar algumas páginas e capítulos - apesar de não ser difícil encontrar papelarias que fotocopiem o livro todo.

O anteprojeto de lei, construído pelo Ministério da Cultura (MinC) nos últimos anos por meio de consultas públicas, pode ser avaliado ainda neste semestre, segundo Marcia Barbosa, diretora de direitos intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais da pasta.

Além da possibilidade da cópia do livro original na íntegra para uso privado - até mesmo para meios digitais -, as alterações da lei preveem a possibilidade de uso educativo das obras. "É o uso didático de um livro em sala de aula. O professor pode mencionar o livro, mostrá-lo e fazer citações pequenas."

As possíveis mudanças com a revisão da Lei dos Direitos Autorais preocupam a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR). O advogado Dalizio Barros, representante da ABDR, diz que permitir a cópia do livro inteiro pode fazer a situação sair do controle. "Não pode haver fins lucrativos. Então, a cópia não pode ser feita numa copiadora, que teria lucro com isso. Tem que ser por conta própria e não vale cópia da cópia", explica.

Barros afirma que a maior preocupação da associação hoje é a pirataria digital. "As mídias eletrônicas são ignoradas pela lei. Um PDF num e-mail vai para todo mundo em questão de minutos - é uma pulverização muito grande." Segundo ele, alguns livros são caros porque são importados. Além disso, afirma, as bibliotecas deveriam ser melhor aparelhadas.

Com os altos preços dos livros e a proibição de tirar cópias de obras inteiras, os universitários se viram para economizar e, ao mesmo tempo, não deixar de estudar. As ideias vão além da famosa "pasta do professor", em que o docente deixa os textos das aulas disponíveis para cópia na sala de xerox da faculdade - prática condenada pela ABDR. Algumas infringem a lei, como pegar livros da biblioteca da faculdade e fotografar as páginas - para depois enviar para os colegas de sala, por exemplo.

Opções. Há quem prefira os livros usados. Lucas Filippelli, de 21 anos, estudante de Engenharia de Produção de uma universidade particular do ABC, compra as obras que seus veteranos de curso utilizaram nos anos anteriores. "Paguei R$ 200 em três. O preço de um só novo é R$ 250", conta. "Seria melhor se os livros fossem mais baratos. Prefiro gastar R$ 150 em um novo do que R$ 90 em xerox, que pode vir com folhas e letras faltando."

A internet também facilita a busca. "Alguns artigos encontro no Google Acadêmico ou no Google Books. Quando não acho, alguém da sala escaneia partes ou o livro todo e gera um PDF", afirma a estudante de Design de Moda Camila Regis, de 20 anos. A atual legislação é criticada pelos estudantes. "É inútil por ser de difícil controle - seja pelo xerox, seja por meios digitais", afirma Paulo Amarante, de 26, estudante de Engenharia.

Alguns alunos não acreditam que as mudanças na lei vão alterar o cenário. "Haverá apenas a manutenção do sistema, em que só parte da população tem condições de comprar livros", afirma Julio de Souza Neto, de 23 anos, aluno de Geografia. Ele calcula que gastaria R$ 2,5 mil por semestre se comprasse todos os livros da bibliografia do curso.

Os professores que lecionam em faculdades e universidades destacam ainda mais um problema: muitos livros - alguns clássicos e essenciais para os cursos de ensino superior - têm edições esgotadas.

"Existem livros que só se consegue pela fotocópia. Isso dificulta inclusive no planejamento das aulas, por exemplo", afirma Caroline de Mello Freitas, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e da Faculdade Santa Marcelina.

PARA ENTENDER

Legislação é de 1998

A reprografia de obras literárias foi um dos sete temas que receberam atenção na revisão da Lei de Direitos Autorais. Um anteprojeto de lei foi elaborado em 2010 e submetido à consulta pública. Depois de passar por revisão do Ministério da Cultura, encontra-se na Casa Civil. Não há prazo legal para que siga ao Congresso.

A lei de vigente (n.º 9.610) é de 1998. De acordo com a legislação, são protegidos os textos de obras literárias, científicas, conferências, sermões, ilustrações, cartas geográficas, músicas (com ou sem letra), desenhos, pinturas, esculturas e arte cinética, entre outras.

FONTE: Estadão.com.br, 12/03/2012

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quarta-feira, 14 de março de 2012

Biblioteca em manutenção

              Como já é do conhecimentos de muitos, a Biblioteca estará fechada por tempo indeterminado em razão das fortes chuvas ocorridas no dia de hoje, 14/03.
               Desta forma, as devoluções serão recebidas quando a Biblioteca reabrir, não sendo contabilizadas as multas nos dias em que a Biblioteca se encontrar fechada.
              As reservas estarão temporariamente suspensas, mas as que já foram feitas permanecerão no sistema e deverão ser retiradas também quando a Biblioteca reabrir, desde que disponíveis.
                A Sala 618 terá seu horário estendido, passando a ser das 8h às 21h. 
      
              Lamentamos por todo o transtorno causado por este infeliz acontecimento, mas  todos os esforços estão sendo feitos para que a Biblioteca reabra o mais breve possível e possa oferecer seus serviços da melhor forma possível.

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Capes começa a receber inscrições ao programa Jovens Talentos para a Ciência

Oportunidade para estudantes recém-ingressos em universidades federais e
 institutos federais de educação.
Na segunda-feira, 12 de março, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) começou a  receber as inscrições ao novo programa de incentivo à iniciação científica Jovens Talentos para a Ciência. A iniciativa é destinada a estudantes de graduação de todas as áreas do conhecimento e tem o objetivo de inserir precocemente os estudantes no meio científico. As inscrições vão até o dia 23 de março.

Os estudantes recém-ingressos em universidades federais e institutos federais de educação serão inscritos pela instituição de ensino superior por meio de formulário eletrônico. A Capes entrará em contato diretamente com a instituição por telefone para realizar o cadastro e fornecer senha para o acesso do reitor/pró-reitor ou indicado ao sistema. O reitor/pró-reitor ou indicado cadastrará um coordenador por curso e este ficará responsável pela inscrição dos estudantes que atenderem aos requisitos do programa. A inscrição dos estudantes é realizada pelo coordenador cadastrado pela reitoria/pró-reitoria da instituição.

Os alunos serão selecionados por universidade, mediante prova de conhecimentos gerais, aplicada no dia 29 de abril de 2012. A nota do teste poderá ser utilizada ainda para futuras classificações no programa Ciência sem Fronteiras. Os aprovados receberão bolsa no valor de R$ 360 pelo período de 12 meses. As primeiras bolsas do Programa Jovens Talentos serão implementadas já no mês de agosto deste ano.

A Capes preparou um documento de instruções gerais para o programa. Acesse.

FONTE: FAPERGS, 14/03/2012.

Acesse também o site da CAPES.

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terça-feira, 13 de março de 2012

Risco de morte aumenta com consumo regular de carne vermelha


O consumo de carne vermelha está associado a uma maior chance de morrer por problemas cardiovasculares ou por câncer. O aumento é, segundo o estudo assinado pela Escola de Saúde Pública de Harvard, de até 20% das probabilidades para quem come diariamente uma porção.


A coautora da pesquisa, An Pan, explica que comer com regularidade carne vermelha, principalmente a processada (como salsichas e toucinhos), está associado a doenças como diabetes tipo 2, doenças coronárias, derrame e algumas variações de tumores.

"Este estudo oferece evidência clara de que o consumo regular de carne vermelha, especialmente carne processada, contribui substancialmente para uma morte prematura", diz Frank Hu, autor principal do estudo, publicado na revista "Archives of Internal Medicine".

A carne vermelha processada demonstrou conter ingredientes como gorduras saturadas, sódio, nitritos e outras substâncias, vinculadas a muitas doenças crônicas.

O meio para brecar o processo seria substituir de imediato por fontes de proteínas consideradas saudáveis como peixe e aves domésticas, grãos e legumes.

Os cientistas trabalharam com base em dados de um estudo realizado com 37.698 homens, acompanhados por até 22 anos, e de 83.644 mulheres, estudadas por até 28 anos.

Desse universo pesquisado, 5.010 pessoas morreram por doenças cardiovasculares e outras 9.464 devido a câncer.

O consumo regular de carne vermelha processada aumentou o risco de morte em 20%. A percentagem para uma porção diária da não processada foi de 13%.

Os autores afirmaram que de 7% a 9% de todas as mortes no estudo poderiam ser evitadas se os participantes consumissem menos de 0,5 porção diária de carne vermelha total.

A substituição da carne vermelha por nozes, por exemplo, provou reduzir o risco de mortalidade total em 19%. No consumo de grãos inteiros ou de carne de ave, esse índice foi de 14%. O de peixe, 7%.


DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

FONTE: Folha.com, 13/03/2012

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Brasil ocupa segundo lugar em cirurgias plásticas


           O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de 25 países que mais realizam cirurgias plásticas, só atrás dos Estados Unidos. Esta é uma das conclusões do mais recente levantamento divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps). Alguns países, nem sempre associados tão fortemente com estes procedimentos, estão emergindo com os recursos de tratamentos em cirurgia plástica estética, entre os quais a China, o Japão e a Índia, que ocupam, respectivamente, o terceiro, quarto e quinto lugares da lista.
         A lipoaspiração (lipoplastia) continua sendo o procedimento mais realizado, representando 23% do total de procedimentos cirúrgicos, seguido do aumento de mama (mamoplastia), com 16%. A correção das pálpebras (blefaroplastia) ocupa o terceiro lugar (11,5%), enquanto a correção do nariz (rinoplastia) é o quarto procedimento mais realizado (10,4%). A abdominoplastia é o quinto procedimento mais realizado no âmbito da pesquisa, com índice de 7,2%.  

FONTE: Zero Hora, 10/03/2012. Vida, p. 6.