sexta-feira, 31 de agosto de 2012

31 de agosto - Dia do Nutricionista

No dia do Nutricionista, parabenizamos a todos os profissionais pelo seu dia!!


Origem do Dia do Nutricionista

          O Dia do Nutricionista é celebrado em 31 de agosto, pois é o dia da criação da Associação Brasileira de Nutricionistas – ASBRAN, desde o ano de 1949.



No  vídeo abaixo, conheça um pouco sobre a importância do nutricionista dentro de um hospital, no caso, o Hospital Albert Einstein.


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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Curso de Gastronomia da UFCSPA participará da 35ª Expointer

         


         O curso de Gastronomia da UFCSPA participará de duas atividades na Expointer 2012. A primeira será nesta sexta-feira (31) quando alunos e professores prepararão um coquetel, que contará com a presença da presidenta Dilma Rousseff, após a abertura oficial da Expointer.

         No dia 01 de setembro o grupo realizará um jantar na Casa de Gastronomia Regional. Esta atividade integra o trabalho desenvolvido pelo curso no Grupo de Trabalho Gastronomia Regional, criado pelo decreto estadual nº 48.682 de 13 de dezembro de 2011. O objetivo é a recuperação das receitas regionais tradicionais, reconhecendo a importância das diferentes etnias na formação do Estado. A professora, Vanusa Regina Lando, coordenará a participação do curso no evento.


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Debate sobre a utilização do DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), no Instituto Appoa



          O Instituto Appoa, o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRGS e o Conselho Regional de Psicologia promovem hoje (30/08), às 21h, debate sobre a utilização do DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, ou Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) como critério diagnóstico e princípio de orientação terapêutica.

          O psicanalista Alfredo Jerusalinsky falará sobre a forma como este movimento crítico está se organizando em outros países.

          A atividade será na Appoa (Rua Faria Santos, 258, Capital).

         Informações: (51) 3333-2140.


FONTE: Zero Hora, 30/08/2012, p. 44 

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Apresentação das Bases de Dados: DynaMed, Rehabilitation Reference Center (RRC) e E-Books na UFCSPA

                Na próxima próxima quinta-feira, dia 30/08 às 16 h, serão apresentadas na sala 618 as Bases de Dados: DynaMed, Rehabilitation Reference Center (RRC) e Ebooks on EBSCOhost.
                 A apresentação será feita pelo gerente regional da EBSCO Brasil, Renan Neves.

                 Participe!





1- DynaMed - Recentemente assinada pelo Ministério da Saúde, a Dynamed disponibiliza resultados de mais de 3.000 evidências médicas, clinicamente organizados dentre os mais variados temas médicos. Esta simples porém poderosa interface de pesquisa está organizada por temas, o que permite aos médicos, estudantes de medicina e demais profissionais da saúde, buscar informações sumarizadas de qualidade, provenientes das conclusões das evidências médicas, resultante do constante monitoramente dos mais prestigiados periódicos científicos, associações e colaraboração de médicos especialistas participantes. Dynamed é atualizada diariamente e monitora o conteúdo científico de mais de 5.200 publicações. Cada publicação é revisada de forma integral (capa a capa) e cada artigo é avaliado por sua relevância clínica e validade científica.

http://www.bmj.com/content/343/bmj.d5856.full




2- Rehabilitation Reference Center (RRC) é uma ferramenta clínica baseada em evidência utilizada no local de tratamento por clínicos especializados em reabilitação. RRC provê a médicos especialistas, terapeutas ocupacionais e estudantes de reabilitação a melhor evidência disponível para suas necessidades de informação. O conteúdo na RRC inlcui aproximadamente 200 Revisões Clínicas, mais de 100 instrumentos de pesquisa, informação da AHFS sobre 11,700 medicamentos e seus fabricantes, mais de 9,800 imagens de exercícios, guias chaves de referência, guidelines do U.S. National Guidelines Clearinghouse, aproximadamente 1,500 tópicos relevantes sobre educação de pacientes em inglês e espanhol, e notícias e atualizações clínicas. RRC é designada para prover informação válida e relevante no local de tratamento para que especialistas em reabilitação possam construir regimes de tratamento customizados para pacientes, utilizando a melhor envidência disponível.

3- Ebooks on EBSCOhost é uma plataforma com mais de 300.000 títulos de ebooks de mais de 800 editores, onde permite a instituição personalizar sua própria coleção de ebooks, possibilitanto assim a compra perpétua dos ebooks no formato individual (um a um).


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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Inca alerta para malefícios do consumo do narguilé no Dia Nacional de Combate ao Fumo

Uma hora de uso do produto equivale a fumar 100 cigarros.
Cachimbo de origem oriental tem quase 300 mil consumidores no país

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, embora o Brasil tenha motivos para celebrar a redução da prevalência de fumantes nos últimos anos, o uso do narguilé vem chamando a atenção dos profissionais da saúde. De acordo com a Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab), realizada em 2008 pelo IBGE em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), já são quase 300 mil consumidores do cachimbo oriental.

E entre estudantes universitários da área de saúde - em pesquisa feita nos municípios de São Paulo, Brasília e Florianópolis - do total das pessoas que declararam consumir com frequência outros produtos de tabaco (além do cigarro industrializado), mais de 55%, declararam fazer uso do narguilé.

Em São Paulo, esse percentual chegou a aproximadamente 80%, de acordo com a pesquisa Perfil de Tabagismo em Estudantes Universitários do Brasil (PETuni) coordenada pelo Inca.

Em São Paulo e Brasília, a apuração foi feita no ano passado; e em Florianópolis, em 2007.


“O fato de esses universitários pertencerem à área da saúde preocupa ainda mais, justamente por eles estudarem os malefícios do tabaco para o organismo. O narguilé engana, dando a sensação de que as impurezas do tabaco são filtradas pela água, o que é um equívoco”, diz o diretor-geral do Inca, Luiz Antonio Santini.

Segundo o pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do instituto, Ricardo Henrique Meirelles, uma sessão de narguilé expõe o fumante à inalação de fumaça por um período muito maior do que quando ele fuma um cigarro. O volume de tragadas do narguilé pode chegar a 1.000 ml em uma sessão de uma hora. Já o volume de tragadas do cigarro alcança 30 a 50 ml entre cinco a sete minutos. “Uma simples sessão de narguilé consiste em uma centena de ciclos de tragada. Podemos afirmar que em uma sessão, o fumante inala uma quantidade de fumaça equivalente ao consumo de 100 cigarros ou mais”, alerta o especialista.

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FONTE: Portal da Saúde, 29/08/2012

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A qualidade dos médicos no Brasil


José Bonamigo
Florentino Cardoso
 
O Brasil é medalhista no número de escolas médicas. Temos a medalha de prata, com 196 escolas em atividade. Perdemos apenas para a Índia. China e EUA, países com população bastante superior -- e, no caso dos EUA, muito mais rico -- contam com 150 e 137 escolas médicas cada.

A expansão se acentuou desde a década de 1990, principalmente no ensino privado, mas também no público. Muitos cursos, inclusive de instituições públicas, abrem sem hospital-escola ou mesmo uma rede básica de ambulatórios para o treinamento prático.

Não bastasse a expansão desordenada, vivemos uma invasão de médicos formados no exterior, muitos deles brasileiros, vindo principalmente de Cuba e da Bolívia.


Segundo estimativas do Colégio Médico da Bolívia, há 25 mil brasileiros em cursos de medicina lá. Ausência de vestibular, mensalidades irrisórias e o baixo custo de vida comparado com o Brasil atraem os jovens para o eldorado boliviano.

O problema é que, além de essas escolas terem centenas de alunos por turma, nelas falta tudo, inclusive pacientes para o treinamento prático. A tentativa de revalidação de diploma desses candidatos a médicos revela números alarmantes.

Nossas universidades estatais têm autonomia para realizar a avaliação de egressos de universidades estrangeiras. Por causa da baixa qualidade das avaliações em alguns locais e por pressão de entidades médicas, o Inep criou em 2010 o Revalida, exame para unificar esta avaliação.

Aderiram ao projeto piloto 37 instituições públicas de ensino superior. Na primeira edição, de 517 inscritos, somente dois foram aprovados. Na segunda edição, em 2011, de 677 inscritos, apenas 65 foram aprovados (9,6%). Ainda não temos data para o exame em 2012, por quê?


Hoje, as escolas médicas no Brasil oferecem 16.892 vagas por ano. Nos programas de residência, padrão para formação de especialistas, há 10.196 vagas de acesso direto disponíveis para os recém-formados.

Desconsiderando a ociosidade nos programas de residência e as desistências durante o curso, podemos inferir que só 60% dos médicos têm acesso à especialização. Entram no mercado, sem treinamento adicional, mais de 6.000 médicos ao ano.


O exame realizado desde 2005 pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) é prova da péssima qualidade da formação médica no Brasil. Em sete anos, 46,7% dos 4.821 alunos que realizaram o exame foram reprovados.

Como a adesão era voluntária, é cabível supor que os alunos que se consideravam mais bem preparados prestaram o exame. Aguardamos os números do exame de 2012, que será obrigatório para os formados no Estado de São Paulo, mas ainda não restringirá o exercício profissional em caso de reprovação.

Cabe ressaltar que o Revalida e o exame do Cremesp são provas básicas, que avaliam a capacidade de diagnóstico e tratamento de doenças frequentes. Muito diferentes dos exames de seleção para a residência, que têm caráter eliminatório e são mais abrangentes e complexos.

Tal contingente de médicos mal formados, sem especialização, entra no mercado de trabalho e nele fica por cerca de 40 anos. Muitas vezes não sabe coletar a história clínica nem examinar o paciente. Solicita exames além do necessário, pois não soube chegar ao diagnóstico na consulta.

São médicos que não sabem interpretar exames e terminam encaminhando o paciente para recursos de maior complexidade, superlotando hospitais e prontos-socorros, abarrotados de casos que deveriam ter sido resolvidos no posto de saúde.

Não existem duas medicinas. Os que defendem a abertura indiscriminada de faculdades com o argumento de ampliar o acesso da população aos médicos, ou como ouvimos frequentemente para "formar médicos para o SUS", são os responsáveis pela precarização da saúde dos brasileiros e pelo desperdício dos insuficientes recursos que nosso sistema de saúde dispõe.

Está instalado o SUS pobre de resolubilidade para os mais carentes. Enquanto isso, os políticos vão se consultar nos hospitais privados e nos grandes hospitais públicos universitários, onde só entra médico com título de especialista.



José Bonamigo, 35, clínico e hematologista, é tesoureiro da Associação Médica Brasileira;
Florentino Cardoso, 50, cirurgião oncológico, é presidente da Associação Médica Brasileira.

 
* Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.

FONTE: Folha de São Paulo, 29/08/2012

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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Nova página da Biblioteca

       


                  A Biblioteca colocou no ar a sua nova página, com informações sobre seus serviços e recursos disponíveis.

                  Através de links, se tem  acesso a manuais, regulamentos, tutoriais e a bases de dados nacionais e estrangeiras, além, é claro, ao acesso ao catálogo da Biblioteca com os serviços de busca, renovação e reservas.     

                  Também possui acesso às redes sociais, como Facebook, Twitter e o Blog e outras informações de interesse de todos que a frequentam.

                   Acesse a página para conhecer melhor a Biblioteca.

                   http://www.ufcspa.edu.br/biblioteca/


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

27 de Agosto - Dia do Psicólogo


Ellen Assef
Professora/mestre
Curso de Psicologia da Unoeste

 
                 Em homenagem ao dia do psicológo nada mais coerente do que resgatar os motivos dessa comemoração. Podemos, prontamente, parabenizar a Psicologia por sua contribuição científico-social quando se destaca das demais áreas do conhecimento formando seu próprio corpo teórico e fundamentando sua práxis. Jovem, nostálgica, tímida, desafiadora, aspirante, inspiradora, singular, complexa, frágil, onipotente, em metamorfose constante e amparada em constructos tradicionais, a Psicologia constrói sua identidade na sociedade. Aos corpos e mentes que se utilizam desse saber ou saberes na tentativa de compreender os fenômenos subjacentes a matéria, uma salva de palmas pelo seu dia, psicólogo.
               As linhas tênues (se é que existem!) que separam as concepções de Homem na Psicologia, que o divide e compreende como um todo, que se atacam e se articulam, só são capazes de responder a uma única questão: o que é ser psicólogo? Qualquer outra indagação pode ser respondida por meio de novos questionamentos.
              Tornar-se um psicólogo é ultrapassar os limites da absorção do outro, da mera satisfação, da reprodução das práticas, do assistencialismo, da benevolência caritativa, da solidão e do medo. É respeitar o velho conhecimento, incorporando-o dentro das novas realidades que se apresentam, sem deixar de questioná-lo, compatilhando-o de forma crítica, responsabilizando pela produção de novos saberes ou, ao menos, acompanhando as mudanças oriundas do seu processo de reciclagem. É render-se a condição de um eterno aprendiz, sem perder os alicerces de sua formação. É entender que a ajuda está além da oferta de apoio, entendimento e orientação. É abandonar uma postura maternal e seguir os passos de um professor, um educador que ensina como caminhar sozinho e tem a consciência de que as mesmas leis que regem o funcionamento psiquíco do outro são as mesmas pra si mesmo. E que, portanto, ser psicólogo é também assumir a condição de paciente, em todo momento em que essa necessidade estiver presente. É abandonar a máscara do complacente e considerar o antídoto da dor, como a própria dor, determinada pelo confrontamento da fantasia com a realidade orientada pela escuta, olhares, gestos e palavras do psicólogo. É compartilhar compreensões, extrair explicações, provocar discussões e aperfeiçoamento das análises e de seu trabalho de modo geral, sem ignorar o respeito pela integridade do paciente, permitindo os avanços da psicologia.
               É deixar o medo de se perder nos múltiplos papéis sociais e encarar cada uma das representações no devido tempo e, definitivamente, encarar que suas escolhas, crenças, desejos e outras aspirações devem ser contidos no momento em que exerce a função do psicólogo. É considerar o mistério da existência, mas deixando que as instâncias competentes decifrem seus enigmas. É reconhecer a sabedoria da tradição, escutando e se apoiando nas areás de conhecimento afins para construção do entendimento e atuação psicológica. É, acima de tudo, responsabilizar-se pelo papel que escolheu em atuar na sociedade de forma ética, digna e científica.
               Ser psicólogo é ter a humildade de reconhecer suas limitações e tendo consciência de que a comemoração desse dia está no mérito do exercício responsável da profissão. Parabéns para aqueles que seguem esse caminho!


Colaboração:
Professor Roberto Mielke do Curso de Psicologia da Unoeste


Parabéns a todos os Psicólogos no seu dia.


FONTE DO TEXTO: Clique aqui

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Brasil relaxou no controle da Aids, afirma manifesto

Manifesto lançado ontem por 14 instituições e 54 pesquisadores e ativistas do movimento anti-Aids aponta sérios problemas no controle da epidemia da doença no país. Entre eles estão o aumento no número de casos e de mortes.


Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de casos de HIV passou de 33.166, em 2005, para 37.219, em 2010 (aumento de 12%). No mesmo período, as mortes pularam de 11.100 para 12.073 (aumento de 8,8%).

"Não é uma situação esperada. Com a melhoria do tratamento, deveríamos estar reduzindo o número de óbitos. Se tivéssemos uma política de prevenção efetiva, não teríamos tantos casos novos", afirma Alexandre Grangeiro, pesquisador da USP que assina o manifesto.

O diagnóstico tardio, verificado em mais da metade dos pacientes, é apontado como a principal causa para o aumento de mortes.

"Uma pessoa sem tratamento tem mais risco de morrer e de transmitir o vírus para outras. Em tratamento, ela reduz em 94% as chances de infectar outras pessoas."

Segundo Grangeiro, o Brasil tem uma epidemia muito específica, com 90% dos casos concentrados em 400 municípios, e um crescente aumento de casos entre a população jovem, que está iniciando a vida sexual.

Para Vera Paiva, coordenadora do Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids (USP), é preciso reverter a "banalização" da Aids.

"Os pesquisadores estão mostrando que o povo acha que não precisa mais usar camisinha, que é coisa de gente velha. E o vírus parou de circular? De jeito nenhum."

Paiva afirma que é preciso baixar a curva da doença, estabilizada em patamar mais alto do que deveria, em sua avaliação. E que essa é uma questão a ser resolvida por diferentes governos. "Não é um problema específico do governo federal, é nacional."

CRÍTICAS

Considerado uma referência mundial, o programa brasileiro de DST/Aids tem sido bastante criticado.


No mês passado, durante uma conferência internacional em Washington, pesquisadores fizeram alertas sobre a falta de médicos, leitos e exames para os pacientes com HIV e de medicamentos para tratar doenças causadas pelos antirretrovirais.


Durante o evento, o coordenador de HIV/Aids da Opas (Organização Panamericana da Saúde), Massimo Ghidinelli, disse que o aumento da pressão de grupos religiosos e a redução das campanhas de prevenção dedicadas às populações de maior risco são a principal ameaça ao programa brasileiro.

"O programa precisa mudar e se adaptar rapidamente a esses novos desafios da epidemia e manter um grande enfoque nas populações vulneráveis", afirmou.

OUTRO LADO


O secretário de vigilância em saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, questionou a leitura dos dados da Aids feita pelo manifesto.


"O óbito aumentou entre aspas. A população aumentou, então a taxa de mortalidade está estabilizada."


Ele faz o mesmo raciocínio para o número de casos da doença e diz que a taxa de incidência caiu nitidamente no Sudeste, onde a epidemia está consolidada.


E isso, continua, mesmo com o maior número de testagens feitas para o HIV.


Sobre o percentual de gestantes com o vírus em tratamento, Barbosa afirma que dados de 2011 mostram que também há estabilidade.


Ele diz que é preciso fazer uma análise epidemiológica mais aprofundada dos números. E argumenta que os dados da doença no Brasil são bons frente a países com características semelhantes.


Segundo o secretário, a política de Aids é aberta no país, discutida periodicamente com especialistas e a sociedade civil. "Algumas questões que eles colocam como inquietações são compartilhadas, estamos fazendo políticas para atendê-las."

As preocupações, diz, são a aproximação com os grupos mais vulneráveis (como jovens gays) e testes precoces para a doença.
 

Cláudia Collucci
de São Paulo

Johanna Nublat
de Brasília


FONTE: Folha.com, 22/08/2012

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Cinepsiquiatria exibe hoje (21) Melancolia


O Cinepsquiatria apresenta nesta terça-feira (21), às 18h, o filme Melancolia (136min). O filme de 2011 é uma ficção que narra o fim do mundo em duas partes. Na primeira, acompanhamos o casamento de Justine (Kirsten Dunst), organizado por sua irmã, Claire (Charlotte Gainsbourg). Na segunda, as semanas que sucedem a festa do casamento e a aproximação do planeta Melancolia, que passou séculos "escondido" atrás do Sol e agora colidirá com a Terra.

Após a exibição o médico psiquiatra, Maurício Kunz debaterá o filme. Kunz é doutor em psiquiatria, professor do departamento de Psiquiatria (UFRGS), pesquisador do Laboratório de Psiquiatria Molecular e supervisor do programa de Transtorno Bipolar do Hospital de Clínicas de Porto Alegre HCPA/UFRGS.

O filme será apresentado no Auditório Alimena.



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sábado, 18 de agosto de 2012

Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular tem quinto maior fator de impacto entre as publicações na área


Por Elton Alisson


A Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (RBCCV) atingiu um fator de impacto de 1,239 no 2011 Journal Citation Reports, divulgado pela Thomson Reuters, que avalia os fatores de impacto das principais revistas científicas no mundo.

Em 2010, o fator de impacto da revista, publicada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV), era de 0,963. Com o aumento de 30% de seu número médio de citações de artigos científicos publicados no periódico em 2011 em relação a 2010, a RBCCV passou a ser a 5ª publicação com maior fator de impacto na área cardiovascular no mundo.

“Isso se deve à qualidade que a cirurgia cardíaca brasileira alcançou, que é reconhecida hoje no mundo inteiro”, disse Walter Gomes, presidente da SBCCV, à Agência FAPESP.


“A maioria das técnicas e conceitos utilizados na cirurgia cardíaca no mundo hoje, como a cirurgia de revascularização do miocárdio, foi desenvolvida por cirurgiões brasileiros. O reconhecimento da qualidade da cirurgia brasileira e da produção científica dos nossos pesquisadores na área é um dos fatores responsáveis pela projeção que a RBCCV possui internacionalmente”, avaliou Gomes.

As revistas científicas internacionais com maior fator de impacto na área são a Annals of Thoracic Surgery, da The Society of Thoracic Surgeons, com fator de impacto de 3,741; o The Journal of Thoracic and Cardiovascular Surgery, da The American Association for Thoracic Surgery, com fator de impacto de 3,406; e o European Journal of Cardio-Thoracic Surgery, da European Association for Cardio-Thoracic Surgery, com fator de impacto de 2,550.

Entretanto, o conteúdo publicado nessas revistas científicas internacionais é restrito e só pode ser realizado, na maioria dos casos, mediante pagamento.

Como o conteúdo da RBCCV é totalmente aberto e disponibilizado gratuitamente em bases como a da biblioteca eletrônica SciELO, da Bireme/FAPESP, além de no site próprio da revista, de acordo com Gomes, a publicação brasileira vem recebendo parte dos artigos científicos que antes eram destinados às publicações estrangeiras.

“Os pesquisadores querem que seus artigos sejam lidos pelo maior número possível de cientistas de sua área. Como o conteúdo da RBCCV é disponibilizado tanto em bases como a SciELO como em outros endereços na internet, o pesquisador sabe que publicando na nossa revista seu artigo terá maior visibilidade”, estimou Gomes.

Com periodicidade trimestral, a revista é publicada desde 1986 em português e inglês e conta atualmente com uma equipe de 100 revisores, que está em ampliação.

Além da edição on-line, com acesso livre e gratuito e disponibilizado nos formatos PDF, EPUB e FLIP, a revista também tem uma versão impressa, cujo número de exemplares deverá ser reduzido drasticamente nos próximos meses.

“Nós fizemos uma enquete que apontou que menos de 20% dos leitores da RBCCV querem continuar a ler a revista na versão impressa. Em função disso, vamos reduzir a tiragem da edição impressa”, contou Gomes.

De acordo com ele, atualmente o site da revista registra, aproximadamente, 3,5 mil visitas por dia, de pesquisadores de diferentes partes do mundo. E, em breve, a publicação contará como uma nova seção de imagens de cirurgias cardiovasculares.

“Nosso desafio agora é tornar a RBCCV a quarta revista com maior fator de impacto entre os periódicos científicos da área de cirurgia cardiovascular”, afirmou Gomes.

Entre os destaques da última edição da revista estão os artigos “Comparação de parâmetros eletrofisiológicos das estimulações cardíacas endocárdicas septal e apical”, “Fatores de risco para síndrome de baixo débito cardíaco após cirurgia de revascularização miocárdica” e “Uso do balão intra-aórtico no trans e pós-operatório de cirurgia cardíaca: análise de 80 casos consecutivos”.


FONTE: Agência FAPESP, 16/08/2012

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

III Simpósio de Infecção em Pacientes Transplantados na UFCSPA


III Simpósio de Infecção em Pacientes Transplantados

Quando: 5 e 6 de outubro de 2012

Onde: Salão Nobre da UFCSPA

Inscrições com 50% de desconto até 31 de agosto

Informações: (51) 3214-8504

Programa completo e inscrições: http://migre.me/aepAM

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Sedentarismo deve ser tratado como doença, diz médico americano

Para médico americano, inatividade é o diagnóstico primário de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes

Juliana Vines
de São Paulo

"Se o sedentarismo fosse reconhecido como uma doença, assim como diabetes e hipertensão, seria mais fácil educar a população para a importância do tratamento universalmente eficaz para isso: o exercício físico", defende o médico Michael Joyner, da Clínica Mayo, nos Estados Unidos.

Em artigo publicado no The Journal of Physiology, o especialista diz que a inatividade é o diagnóstico primário de várias enfermidades, entre elas obesidade, lesões articulares, fibromialgia, hipertensão e diabetes.

Além de ser relacionada ao aparecimento dessas doenças, a ausência prolongada de exercício físico faz com que o corpo sofra mudanças estruturais e metabólicas: a frequência cardíaca pode aumentar muito durante a atividade física, ossos e músculos podem atrofiar e podem diminuir a resistência física e o volume sanguíneo.


Essas mudanças no corpo afastam ainda mais o sedentário da atividade, porque, quando ele tenta fazer um exercício, se cansa rapidamente ou sente tontura e outros desconfortos.

Para Joyner, as mudanças metabólicas e as complicações bastam para que a inatividade seja considerada uma doença -- e não apenas a causa ou consequência de outras enfermidades -- e o exercício supervisionado seja receitado.

"Se medicalizarmos a inatividade, como fizemos com os vícios do cigarro e da bebida, poderemos desenvolver programas de reabilitação formais que incluam terapia cognitivo-comportamental. Políticas públicas podem agir para limitar o sedentarismo", disse ele, ao site de divulgação científica EurekAlert.

TRÊS MESES

Na mesma edição do períodico, uma pesquisa mostrou que três meses de atividade física melhoram os sintomas de pessoas com um tipo de arritmia cardíaca. O estudo foi feito pela The University of Texas Southwestern Medical Center.

No seu artigo, Joyner diz que essa é mais uma evidência de que a atividade física monitorada deve ser o primeiro passo do tratamento de muitas doenças.

Para os sedentários que tentam começar a fazer exercício, o especialista recomenda que isso seja feito lenta e progressivamente. "Não precisa treinar para uma maratona. Comece com metas alcançáveis", afirma. Dez minutos por dia, três vezes por semana, já é um começo.

Leia o artigo aqui. 
JOYNER, Michael J. Standing up for exercise: should deconditioning be  medicalized? J Physiol. 2012; 590(15): 3413-3414; doi:10.1113/jphysiol.2012.238550  

FONTE: Folha.com Equilíbrio e Saúde, 15/08/2012 

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

"Não existe bronzeado seguro", diz especialista

Durante participação no Congresso Mundial de Câncer de Pele, Fernando Stengel, conselheiro da Skin Cancer Foundation, defende necessidade de se rever a forma como a fotoproteção é praticada (reprodução/Wikimedia)
Por Karina Toledo

Quando o assunto é a prevenção do câncer de pele, mais importante do que defender o uso de filtro solar é “fotoeducar” pacientes, médicos, indústria farmacêutica, políticos e autoridades de saúde, defende o dermatologista Fernando Stengel, presidente da Fundação Argentina de Câncer de Pele e membro do Conselho Internacional da Skin Cancer Foundation.

Durante participação no 14º Congresso Mundial de Câncer de Pele, realizado em São Paulo no início de agosto, Stengel questionou a eficácia da fotoproteção como praticada hoje. “Filtros solares são um produto e são vendáveis. Por isso foram superpromovidos. Agora estamos voltando atrás”, disse em entrevista à Agência FAPESP.

Stengel afirma que o sol não é mais perigoso hoje do que no passado. “Mas a preocupação com o câncer de pele, no entanto, é maior, pois as pessoas estão mais expostas à radiação solar e a expectativa de vida aumentou”, disse.


Segundo dados da Skin Cancer Foundation, nos Estados Unidos mais pessoas tiveram câncer de pele nos últimos 31 anos do que todos os outros casos de câncer somados. Um em cada cinco americanos desenvolverá a doença ao longo da vida e uma pessoa morre de melanoma a cada hora.

Também no Brasil o câncer de pele é o tumor mais frequente, de acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A estimativa para 2012 é de 134,1 mil novos casos de câncer de pele não melanoma e 1,3 mil casos de melanoma.

Um único episódio de queimadura solar na infância ou na adolescência dobra o risco de melanoma, segundo especialistas da Skin Cancer Foundation. O risco também dobra caso existam cinco ou mais episódios de queimadura solar em qualquer idade.

Ainda assim, a cultura do bronzeado está em toda parte, disse Stengel. “É preciso rever a forma como a mensagem sobre fotoprevenção tem sido difundida”, disse.

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FONTE: Agência FAPESP, 10/08/2012

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4º Congresso Médico-Espírita do Rio Grande do Sul


4º Congresso Médico-Espírita do Rio Grande do Sul - Conectando Ciência, Saúde e Espiritualidade 

Quando


O Congresso será realizado nos dias 25 e 26 de agosto de 2012, nos seguintes horários:

■ 25/08 (Sábado) - 8h30 às 19h30

■ 26/08 (Domingo) - 8h às 12h  

Onde

■ Grêmio Náutico União – Salão de Festas Rua João Obino, 300 - Bairro Alto Petrópolis - Porto Alegre - RS 

Palestrantes

■ Alexandre Fontoura Dos Santos Anahy Fonseca

■ Carlos Eduardo Accioly Durgante

■ César Geremia

■ Emanuel Burck Dos Santos

■ Gelson Luis Roberto

■ Gilson Luis Roberto   

Temas

■ Glândula Pineal

■ Mediunidade

■ Obsessão

■ Perispírito e Genética

■ Doenças Mentais

■ Dependência Química

■ Saúde e Espiritualidade

■ Conquista da Felicidade

■ Reencontro com Deus

■ Arte de Lidar com as Emoções  

Incrições online: https://www.ordem.net/congresso_amergs/#   

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

32ª Semana Científica do HCPA







          Estão abertas até o dia 23 as inscrições de ouvintes para a 32ª Semana Científica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), que ocorre de 27 a 31 de agosto.

           Inscrições gratuitas em http://www.hcpa.ufrgs.br, no link do evento.

           Informações pelo telefone (51) 3359-8090.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Imagem revela como o cérebro é organizado

Registro mostra estrutura tridimensional, como uma grade curvada.


Descoberta desvenda conexão entre todas as partes do cérebro.


Esqueça aquela ideia de que "o lado direito do cérebro faz assim" e o "lado esquerdo do cérebro faz assado". Um estudo publicado nesta quinta-feira (29) pela revista “Science” mostra que o cérebro humano não tem "lados" nem é isolado na hora de realizar tarefas. Ele é todo interligado e não existem áreas específicas para funções específicas.


O mesmo padrão de organização foi observado no cérebro humano e também no de macacos. Segundo os pesquisadores, os sinais que correm pelo cérebro se ordenam em uma estrutura tridimensional, como uma "grade curvada". Em resumo, o cérebro não é um emaranhado de fios separados, mas uma rede interligada.


Cérebro visto como uma grade curvada, em imagem feita por estudo publicado na quinta (29)
 (Foto: MCH-UCLA Human Connectome Project)
 
“A velha imagem do cérebro como um emaranhado com milhares de fios separados e desconectados não fazia sentido do ponto de vista evolutivo”, afirmou Van Wedeen, autor do estudo, em material de divulgação do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, onde ele trabalha.


“Como a seleção natural levaria cada um destes fios a configurações mais eficientes e vantajosas? A grande simplicidade desta estrutura em grade é o motivo pelo qual ele [o cérebro] consegue acomodar as mudanças aleatórias e graduais da evolução”, concluiu o pesquisador.

FONTE: G1 Ciência e Saúde, 29/03/2012

Leia o artigo:
Van J. Wedeen, Douglas L. Rosene, Ruopeng Wang, Guangping Dai, Farzad Mortazavi, Patric Hagmann, Jon H. Kaas, and Wen-Yih I. Tseng
Science 30 March 2012: 1628-1634. [DOI:10.1126/science.1215280]

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Embaixadores de conteúdo médico nas redes sociais

Elsevier lança programa no Brasil que usa Facebook como canal de operação e oferece incentivos para estudantes de medicina

A editora Elsevier lançou o programa de relacionamento “Embaixadores Elsevier Brasil”, voltada para promover e incentivar a troca de experiências e de informações entre estudantes e residentes, contribuindo para a formação de futuros médicos.


Por meio do Facebook, estudantes de medicina vão publicar e compartilhar experiências, desafios, conquistas, fatos inusitados das rotinas em sala de aula e rondas nos hospitais, além de expor opinião sobre livros, fazer entrevistas e dar coberturas em congressos e feiras médicas.

A Elsevier seleciona universitários para participar do programa. O compromisso dos embaixadores será compartilhar suas experiências.

Os posts rendem pontos que se transformam em livros, acessos a conteúdos multimídia exclusivos e patrocínio para participação em grandes eventos da área, entre outras vantagens.

Para participar, é preciso fazer inscrição pelo site do programa. A Elsevier fará uma pré-seleção e entrevistas eliminatórias para a escolha de cinco estudantes.

Mais informações: www.facebook.com/embaixadoreselsevier

FONTE: Agência FAPESP, 7/08/2012

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Participe da Caminhada das Vitoriosas 2012


       O IMAMA está organizando a nona edição da Caminhada das Vitoriosas. O evento reunirá mulheres que venceram o câncer de mama, seus amigos e familiares, além de profissionais da saúde e da comunidade em geral.

       A Caminhada acontece domingo, dia 19 de agosto com concentração no Parcão às 10h e início às 11h em direção ao Parque Farroupilha. Participe!!

Mapa do Percurso da Caminhada das Vitoriosas (clique no mapa para ampliar)

       Confira o novo comercial para a divulgação na TV aberta da Caminhada das Vitoriosas 2012. Além da TV, haverá spots em rádio e divulgação em outdoors que já estão espalhados pela cidade.



FONTE: IMAMA

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Semana Mundial do Aleitamento Materno

A Semana Mundial do Aleitamento Materno está sendo celebrada de 1º a 7 de agosto e incluirá mais de 170 países no mundo.

Amamentar é a primeira e mais importante ação para o desenvolvimento saudável da criança, fortalecendo também o vínculo fundamental entre a mãe e o bebê.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda, para a população em geral, que os bebês recebam exclusivamente leite materno durante os primeiros seis meses de idade. Depois dos seis meses, com o objetivo de suprir suas necessidades nutricionais, a criança deve começar a receber alimentação complementar segura e nutricionalmente adequada, juntamente com a amamentação, até os dois anos de idade - ou mais.

Como parte do plano de ação para facilitar e fortalecer a mobilização social para amamentação, a World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) segue com a estratégia global para promover a "Semana de Amamentação Mundial" (WBW - World Breastfeeding Week). Com o tema em 2012 "Understanding the Past-Planning the Future" (Entendendo o Passado, Planejando o Futuro)”, a semana será celebrada de 1º a 7 de agosto e incluirá mais de 170 países no mundo. A semana comemorativa, celebrada desde 1992, é apoiada também pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Há 20 anos, a WABA lançava a primeira campanha da Semana Mundial do Aleitamento Materno com o tema: "Baby-Friendly Hospital Initiative". Muitas coisas aconteceram nesses 20 anos e agora é hora de comemorar, mas também é hora olhar para trás e entender o que aconteceu e por quê.

A amamentação exclusiva reduz a mortalidade infantil por doenças comuns na infância, como diarréia e pneumonia, e ajuda na recuperação de enfermidades. Além disso, a prática aproxima a mãe do filho, ação importante para transmitir calma e segurança à criança.

O suporte adequado às mães e às famílias para que iniciem e mantenham a amamentação materna poderia salvar a vida de muitos bebês. O apoio da família e a preparação do sistema de atenção à saúde também são formas de promover a amamentação para assegurar a saúde e a sobrevivência das crianças.

FONTE: BIREME

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Estudo aponta 1,5 milhão de usuários de maconha no Brasil

Pesquisa divulgada ontem pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aponta que 1,5 milhão de brasileiros consomem maconha todos os dias. O 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) revela ainda que 7% da população adulta já experimentaram a droga em alguma fase da vida, o que equivale a 8 milhões de pessoas. Entre os adolescentes, 600 mil tiveram contato com a maconha.

Ainda, segunda pesquisa, dos 3,4 milhões de pessoas que usaram maconha no último ano, mais de um terço (37%) é dependente, o que representa 1,3 milhão. Entre os adolescentes, os índices de dependência alcançam 10% dos entrevistados.

Mesmo com o alto índice de consumo, o estudo mostrou que o Brasil não está entre os países com os maiores índices de consumo da droga. Enquanto a média brasileira é de 3%, o índice chega a 5% na Europa e 10% nos Estados Unidos. No entanto, conforme a pesquisa, as Nações Unidas acreditam que os dados oficiais na América Latina possam ser subestimados, "uma vez que o volume de maconha apreendido no Brasil está entre os maiores do mundo e o país não é grande fornecedor de nenhuma região."

Ao todo, foram entrevistadas 4.607 pessoas em 149 municípios, com idades a partir de 14 anos. A amostragem, de acordo com os coordenadores do estudo, é representativa. Diferente da primeira pesquisa, feita em 2006, os entrevistados no atual levantamento responderam a um questionário sigiloso sobre consumo de drogas.

À Agência Brasil, o coordenador da pesquisa, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, informou que um dado preocupante é a proporção entre usuários adultos e adolescentes. Em 2006, existia um adolescente para cada adulto que usa maconha. Em 2012, a proporção aumentou para 1,4 adolescente por adulto. Em 62% dos casos, os usuários experimentaram a droga pela primeira vez antes dos 18 anos.

Na mesma pesquisa, 89% dos entrevistados informaram ser contra a legalização da maconha e apenas 11% a favor.



FONTE: Jornal do Povo de Três Lagoas, 2/08/2012

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