quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Conheça os livros que estão sendo adquiridos pela Biblioteca






                  A Biblioteca está recebendo livros novos!


                       Acesse nossa página e clique em Aquisições do Mês e Aquisições do Mês Anterior para conhecer os títulos adquiridos até o momento. 

                  Lembramos que os novos  títulos estão sendo adicionados diariamente e que só se encontram disponíveis para consulta ou empréstimo os que tiverem a cor da esfera em verde ou azul.
                          




quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que muda na Biblioteca no período de férias




              
              A partir do dia 2 de janeiro de 2014, até o fim da semana anterior ao início do próximo ano letivo, a Biblioteca fará horário especial  de segundas a sextas-feiras,  das 8h  às 19h, não abrindo aos sábados.

               Algumas alterações que já estão em vigor.
                   
                
                  EMPRÉSTIMOS E RENOVAÇÕES

                  Todos os empréstimos de livros, teses, dissertações, CDs e DVDs,  feitos a partir do dia de ontem (11), têm data de devolução para o dia 17/02/2014
                  Neste período não será necessário fazer renovações e as multas serão abonadas. Após esta data, os prazos voltam a vigorar normalmente.

                 

                  RESERVAS

                  Durante o período de férias, não será possível fazer reservas.


                  A Biblioteca funciona normalmente até às 12h do dia 24/12, inclusive aos sábados. 
                Reabre no dia 2 de janeiro às 8h.
 
                  Em caso de dúvidas, entre em contato com a biblioteca.

                  Telefone: 3303-8735   ou  e-mail: biblio@ufcspa.edu.br

   
                                  ÓTIMAS FÉRIAS A TODOS!!
           
         

                

O ranking das universidades




Editorial do Estadão sobre o levantamento da Times Higher Education


         Não é apenas o ensino básico brasileiro que vem se saindo muito mal nas avaliações comparativas com os sistemas educacionais de outros países realizadas por organismos multilaterais. O mesmo ocorre com o ensino superior.

        No levantamento da Times Higher Education sobre a qualidade das universidades dos Brics e países emergentes, divulgado esta semana, quatro instituições brasileiras foram classificadas entre as cem melhores. Nenhuma delas, contudo, ficou no topo da lista. Há dois meses, a Times Higher Education havia divulgado um estudo mostrando que o Brasil não teve nenhuma universidade incluída na lista das 200 melhores do mundo, em 2013. A instituição brasileira melhor classificada, a USP, em 158.º lugar no ranking de 2011, despencou para a faixa entre o 226.º e o 250.º lugares, este ano.

        Os estudos comparativos da Times Higher Education avaliam o desempenho dos estudantes, o nível de internacionalização de cada universidade e sua produção acadêmica nas áreas de engenharia, tecnologia, artes, humanidades, ciências da vida, saúde, física e ciências sociais. Também levam em conta a relevância das pesquisas acadêmicas, a regularidade da publicação de artigos nas revistas científicas mais conceituadas e o número de vezes que são citados. E medem, ainda, o nível de absorção, pelas empresas, das ideias e das tecnologias inovadoras desenvolvidas pelas universidades.

        No ranking das instituições de ensino superior dos Brics e dos países emergentes, as universidades asiáticas alcançaram o mesmo destaque que suas escolas de ensino básico obtiveram na edição de 2012 do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa). Só a China classificou 23 universidades - 4 delas entre as 10 melhores. A Turquia classificou 3 universidades no topo da lista. A USP ficou na 11.ª posição, abaixo de instituições da China, da Turquia, de Taiwan, da Rússia e da África do Sul. A segunda universidade brasileira melhor classificada foi a Unicamp, em 24.º lugar. Em seguida vêm a UFRJ e a Unesp, em 60.º e 87.º lugares, respectivamente.

        O péssimo desempenho das universidades brasileiras nas avaliações internacionais causa preocupação entre os especialistas em ensino superior. Professor da Unicamp, com doutorado na Universidade de Tel-Aviv e pós-doutorado em universidades francesas, o físico Leandro Russovski Tessler classificou como "trágicas" as colocações das universidades brasileiras no ranking da Times Higher Education. Os coordenadores da pesquisa disseram que nossas universidades tiveram um desempenho "decepcionante" e afirmaram que "o ensino superior do Brasil não condiz com o tamanho de sua economia".

        Entre os principais problemas das universidades brasileiras, destacam-se a falta de recursos financeiros e humanos para pesquisa, falta de infraestrutura, falta de intercâmbio, baixo número de publicações em revistas internacionais e desconhecimento de idiomas estrangeiros. Em outras palavras, o problema está na forma como o governo vem gerindo o ensino superior, revelando-se incapaz de planejar e de estabelecer prioridades. Enquanto China, Coreia do Sul, Cingapura e Taiwan há muito tempo investem em qualificação de docentes e centros de excelência, intercâmbio cultural e internacionalização de suas universidades, o Brasil desperdiça recursos escassos com a criação de novas instituições sem, no entanto, assegurar boas condições de funcionamento para as instituições já existentes. Na última década, o País também aumentou gastos no setor sem estabelecer metas de produtividade e sem atribuir funções específicas para cada uma das universidades públicas.

        Por coincidência, o estudo da Times Higher Education foi divulgado no mesmo dia em que, ao receber o título de doutor honoris causa de uma das universidades abertas em seu governo, Lula mostrou como geriu a área de educação. "Proibimos discutir educação como gasto", disse ele, sem dedicar nenhuma palavra ao problema da má qualidade de gestão e planejamento.

(O Estado de S.Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-ranking-das-universidades-,1107082,0.htm

Matéria de arquivo do Jornal da Ciência:
Rankings de universidades reforçam assimetrias
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90956


FONTE: Jornal da Ciência, 11/12/2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Renovações no período de férias


                           

 


      O prazo de devolução para empréstimos e renovações feitas a partir de hoje (10) foi estendido para o dia 17 de fevereiro de 2014.

       Após esta data os prazos voltam a vigorar normalmente.




          

UFCSPA: 2º lugar no RS e 9º no Brasil

Anexo 2 da UFCSPA

          A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) conquistou a nota máxima (5) no Índice Geral de Cursos (IGC) 2012, divulgado pelo MEC na última sexta-feira. 
          Assim, a UFCSPA é a mais nova dentre as nove universidades consideradas as melhores do país, 
          De 2.171 avaliadas, apenas 0,4% universidades atingiram o conceito máximi.
          No Rio Grande do Sul,  a UFCSPA aparece em 2º lugar; e no ranking nacional cresceu, de 28º lugar (em 2011) para o 9º lugar (2012).
          A instituição se destaca também no Conceito Médio de Graduação, no qual ocupa a 4º posição no Brasil



FONTECorreio do Povo, 10/12/2013, p. 8

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Estudo aborda a motivação dos alunos para a utilização do Wiki no processo de ensino/aprendizagem



Por Wilson Gambeta

                E se os professores pudessem promover o desenvolvimento das competências dos seus alunos continuamente, em ambientes colaborativos, independentemente do tempo e do local, e não apenas em sala de aula?
                Esta questão teve resposta em 1995, quando Ward Cunningham desenvolveu a primeira ferramenta colaborativa chamada Ward’s Wiki cuja essência do termo assentou no princípio da ‘rapidez’. Hoje, qualquer atividade que envolva um grupo de pessoas, tal como o ensino envolve alunos e docentes, pode tirar partido das potencialidades de uma ferramenta como o Wiki, promovendo a colaboração, rapidez de resposta, novas experiências de trabalho e, provavelmente, o aumento da motivação. Esse princípio esteve na origem do artigo “Motivação dos alunos para a utilização da tecnologia Wiki: um estudo prático no ensino superior”, publicado no volume 39 número 3 do periódico Educação e Pesquisa, por três pesquisadoras da Universidade de Aveiro, Portugal.
              As autoras estudaram a motivação dos alunos para a utilização dos Wikis no processo de ensino/aprendizagem, no âmbito do ensino superior. Uma experiência prática de utilização e edição de um Wiki, envolvendo os alunos e o professor de uma disciplina, para fins de elaboração de um trabalho prático, serviu de base ao estudo. Ao longo da experiência, os alunos editaram conteúdos sobre os trabalhos, discutiram e partilharam ideias com os colegas e docente e interagiram uns com os outros comentando os trabalhos. Realça-se que, apesar das ferramentas existirem, nem sempre são utilizadas. Como tal, o primeiro passo deve ser dado pelo ‘mentor’ do grupo, neste caso, pelo docente da disciplina. Note-se que, embora os alunos envolvidos nunca tivessem editado um Wiki, não sentiram grandes dificuldades e, após a experiência, a motivação para a sua utilização foi positiva, tendo-se verificado também um aumento da proximidade entre alunos e docente. Tanto os alunos como o docente entenderam que esta tecnologia Web 2.0 tem muito potencial para promover a aprendizagem no contexto atual, em que a informação está muito disponível e à distância de um “click”.


Para ler o artigo, acesse:
COSTA, Carolina; ALVELOS, Helena e TEIXEIRA, Leonor. Motivação dos alunos para a utilização da tecnologia wiki: um estudo prático no ensino superior. Educ. Pesqui. [online]. 2013, vol.39, n.3 [citado  2013-10-18], pp. 775-790. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022013000300014&lng=pt&nrm=iso>.


FONTEScielo em Perspectivas Humanas, 8/11/2013

9 de dezembro - Dia do Fonoaudiólogo



  Parabéns a todos os Fonoaudiólogos pelo seu dia!!


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Acesse os livros eletrônicos (e-books) disponíveis no site da Biblioteca

    A Biblioteca disponibiliza para alunos, professores e funcionários, vários livros eletrônicos da Área da Saúde.


       AccessMedicine e AccessEmergency podem ser acessados através do Proxy Periódicos em casa.

       E-volution  precisa ser feito um cadastro em qualquer computador da Universidade. Após isso, pode-se acessar de casa sem o Proxy Periódicos.

       Os demais links em + Livros eletrônicos podem ser acessados livremente.

       No caso de dúvidas, entre em contato com a Biblioteca.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Alimentação saudável é tema do jogo educativo

Disponível também para tablets e smartphones, Coma Bem 2 foi produzido por pesquisadores da Unesp

                  Com o intuito de conscientizar as crianças sobre a importância de se ter uma alimentação saudável, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveu o jogo educativo digital “Coma Bem 2”.
                  Produzido pelo Portal Ludo Educa Jogos, a iniciativa é resultado de uma parceria entre o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN) e o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiados pela FAPESP.
                O projeto é coordenado pelos professores Elson Longo e Thiago Jabur Bittar.     Segundo Longo, “a interatividade digital motiva os jogadores, sendo uma maneira de demonstrar de forma divertida e lúdica os benefícios da boa alimentação”. “A utilização de recursos computacionais integrando diferentes áreas do conhecimento tem tido excelentes resultados, atraindo a atenção das pessoas de maneira muito positiva”, afirmou Bittar.
               O jogo tem como objetivo fazer com que o jogador faça escolhas saudáveis para a alimentação do personagem. O jogador ganha cinco pontos ao comer um alimento saudável e perde 10 pontos ingerindo um alimento não saudável. A pontuação alcançada serve para atingir o objetivo da fase e desbloquear conquistas presentes no jogo.
               O jogo está disponível no Portal Ludo Educa Jogos http://portal.ludoeducativo.com.br/pt/ e é possível fazer download gratuito para utilização em tablets e smartphones que possuam sistemas iOS ou Android, nas lojas App Store e Google Play.

Mais informações: www.unesp.br/portal#!/noticia/12152/jogo-coma-bem-2-disponivel-para-dispositivos-moveis 


FONTE: Agência FAPESP, 3/12/2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Fapergs lança edital para investir R$ 451 mil em pesquisa gastronômica gaúcha

O carreteiro é uma das receitas mais conhecidas da culinária do Rio Grande do Sul

                    A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), vinculada à Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT), lançou nesta terça-feira (3) a segunda edição do edital Pesquisa RS Mais Gastronomia. O objetivo é aplicar recursos de mais de R$ 451 mil para incentivar a culinária regional e o turismo em todas as regiões do Estado. O projeto é realizado em parceria com a Casa Civil e o Grupo de Trabalho em Gastronomia Regional (GT de Gastronomia).
                  O edital busca resgatar os aspectos culturais, sociais e econômicos da gastronomia gaúcha. O aporte financeiro é destinado a pesquisadores doutores nas áreas de sociologia, antropologia, gastronomia, história, geografia, química de alimentos, tecnologia de alimentos, turismo ou nutrição e interessados em executar estudos em instituições de ensino ou pesquisa, públicas ou privadas.

               As inscrições podem ser feitas até as 23h59 do dia 20 de janeiro de 2014. A divulgação final dos resultados sai no dia 24 de fevereiro. Serão apoiadas até quatro propostas, sendo uma por região. O regulamento e outras informações sobre o processo estão disponíveis no site www.fapergs.rs.gov.br, no menu Editais.

Tradicionalismo gastronômico

             Criado em dezembro de 2011 pelo governo Tarso Genro, o GT de Gastronomia tem o propósito de valorizar e integrar a diversidade cultural do Estado. O grupo promove uma grande rede institucional de pesquisa gastronômica, colocando em prática a interiorização governamental. Além de resgatar receitas tradicionais, divulga as características das etnias regionais inseridas na culinária gaúcha, como a influência das imigrações italiana, alemã, indígena, portuguesa e espanhola.

FONTE: FAPERGS, 3/12/2013


Ciência brasileira tem de ser mais ousada, diz editora-chefe da Science


Arriscar é necessário para crescer em relevância no cenário internacional,
afirmou Marcia McNutt em entrevista a O Estado de S.Paulo (foto:ABC)


                        A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional. A afirmação foi feita por Marcia McNutt, editora-chefe da revista Science, em entrevista ao O Estado de S.Paulo.
                       Segundo McNutt, é preciso arriscar para fazer grandes descobertas. Correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso devem ser encarados como parte natural do processo científico.
                       “Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, disse McNutt. E quem não arrisca produz apenas ciência incremental, de baixo impacto.

Leia a seguir a entrevista:

‘A ciência brasileira tem de ser mais ousada’

Responsável por uma das maiores revistas científicas do mundo diz que é preciso arriscar para fazer grandes descobertas

29 de novembro de 2013

Herton Escobar, enviado especial/Rio - O Estado de S.Paulo

A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional, segundo Marcia McNutt, editora-chefe da Science, uma das maiores revistas científicas do mundo. Para criar essa coragem, diz ela, é preciso aprender a correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso como parte natural do processo científico.
“Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, argumenta Marcia. E quem não arrisca, diz ela, não produz grandes descobertas – produz apenas ciência incremental, de baixo impacto, que é o perfil geral da ciência brasileira atualmente.

Marcia conversou com o Estado no Fórum Mundial de Ciência, que terminou no dia 27 de novembro no Rio de Janeiro.

O que os cientistas brasileiros precisam fazer para publicar mais trabalhos em revistas de alto impacto, como a Science?

A mesma coisa que todo mundo faz. A Science só publica uma fração muita pequena, em torno de 5%, dos trabalhos que são submetidos à revista; então, é um desafio para qualquer cientista. O que eu costumo dizer é que nem todo trabalho científico é adequado para publicação na Science. O trabalho tem de ser original e revolucionário (groundbreaking) dentro de sua própria área, mas também tem de ser interessante para outras áreas do conhecimento.

Uma autocrítica que é feita pelos pesquisadores brasileiros é que nossa cultura científica e nosso sistema acadêmico estimulam as pessoas a produzir trabalhos mais simples e “seguros”, no sentido de garantir um resultado para publicação ao final de cada projeto ou de cada bolsa.

Esse tipo de estratégia não produz grandes resultados científicos. É uma estratégia segura, incremental, que vai avançar a ciência do país pouco a pouco, mas não vai influenciar radicalmente o panorama da ciência global, porque é muito conservadora, não é ousada.

É possível ser ousado com pouco dinheiro?

Não dá para colocar um preço em ousadia. É mais um estado de espírito, uma forma de questionar, elaborar perguntas e conduzir experimentos. Você pode gastar muito dinheiro num trabalho puramente incremental ou pode gastar pouco para conseguir fazer um experimento revolucionário.

Como é que se cultiva essa ousadia científica?

Ser ousado implica assumir riscos, e assumir riscos implica aceitar a possibilidade de fracasso. É importante que a sociedade reconheça o valor de pessoas que já falharam uma vez, falharam de novo, e talvez de novo, até conseguirem chegar ao sucesso.

Então, as instituições e agências de fomento têm de aceitar o fracasso como um componente intrínseco do processo científico?

Sim, é assim que a ciência avança. Você apresenta suas ideias e os outros tentam derrubá-las. É só porque somos capazes de descartar hipóteses que sabemos que algo está errado e que outra coisa deve estar certa. O fracasso, portanto, é um componente importante do avanço da ciência, porque mostrar que algo está errado faz parte do processo científico de determinar o que está certo.

E como trabalhar isso dentro da academia?

É importante que os mentores (orientadores) ajudem os jovens pesquisadores a avaliar quando vale a pena arriscar, e que tipo de risco vale a pena correr. Você não quer que alguém invista cinco anos numa pesquisa de doutorado e não tenha uma publicação no final para defender sua tese. O que você quer é que eles comecem a assumir pequenos riscos ao longo da pós-graduação, de modo que eles aprendam com essa experiência e se sintam confiantes para assumir riscos maiores no futuro. 



FONTE: Agência FAPESP, 3/12/2013 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Conferência internacional defenderá livre compartilhamento do conhecimento


 
                   O diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, representará o Brasil na conferência internacional An Open World: Science, Technology and Society in the Light of Niels Bohr's Thoughts, que ocorrerá entre os dias 4 e 6 de dezembro, na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.
                  O evento reunirá pesquisadores e tomadores de decisão de vários países para discutir de que forma o livre acesso à informação e a cooperação científica podem auxiliar no gerenciamento de problemas globais.
                  As sessões plenárias da conferência serão divididas em cinco grandes temas: “Tecnologias militares do amanhã”; “Novas ameaças e oportunidades globais”; “Política e Economia face a Novas Tecnologias”; “Cientistas e Política” e “Internet – uma infraestrutura global livre?”.
                  O resultado dessa reunião dará origem a uma carta aberta à Organização das Nações Unidas (ONU), defendendo o conceito de "mundo aberto" como solução aos desafios contemporâneos em bioética, economia, política, clima, guerras e tecnologia da informação.
                 Essa nova carta reforça a atitude do físico dinamarquês Niels Bohr, que em 1950 encaminhou uma carta à ONU defendendo o compartilhamento de conhecimento e da cooperação internacional.
                A conferência ainda terá a participação de Jimmy Wales, fundador do Wikipedia; de Yukiya Amano, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica; de Rolf Dieter-Heuer, diretor-geral da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear; e de Alain Aspect, físico ganhador da Unesco Bohr Medal, entre outros.
               A próxima edição do encontro, em 2016, será realizada no Brasil.


Mais informações sobre a conferência em http://bohr-conference2013.ku.dk/


FONTE: Agência FAPESP, 2/12/2013 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

País deverá ter 576.580 novos casos de câncer em 2014






Johanna Nublat
De Brasília

                          Estimativa divulgada pelo Ministério da Saúde, na quarta-feira (27) aponta para a ocorrência de 576.580 novos casos de câncer no Brasil, em 2014.
                          O estudo é feito pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) com base nos registros de casos e mortalidade por câncer. A estimativa é divulgada a cada dois anos, com o objetivo de desenhar o cenário da doença no país e permitir ajustes nas políticas públicas.
                          A estimativa anterior, divulgada em 2011, apontava para a potencial ocorrência de 519 mil casos em 2012 -- os dados de quantos ocorreram, de fato, não estão consolidados.
                          Do total de casos esperados, 182 mil são de tumor de pele não melanoma, o mais frequente entre homens e mulheres e com evolução geralmente bem menos grave que os demais tipos.
                          Excetuando-se o tumor de pele não melanoma, entre as mulheres, o câncer mais frequente esperado continua sendo o de mama (20,8%) -- apenas no Norte, o câncer de colo do útero lidera entre os casos esperados. De acordo com Cláudio Noronha, coordenador de prevenção e vigilância do Inca mantém-se a tendência de alta do câncer de mama pelo envelhecimento da população.
                         Diferentemente dos estudos anteriores, o levantamento de 2013 indica que, ainda entre as mulheres, o câncer de cólon e reto vai ultrapassar o do colo do útero e assumir a segunda posição entre os mais frequentes. Assim, estima-se que o de cólon e reto represente 6,4% dos casos entre as mulheres, e o de colo do útero, 5,7%.
                        "Decidimos criar uma reunião com o comitê de especialistas para ver se não está na hora de o Brasil adotar medidas de rastreamento mais precoce do intestino baixo. A maior parte dos países não tem medidas como essa, iremos discutir com especialistas a possibilidade ou não de o Brasil adotar medidas de rastreamento e campanhas específicas", afirmou o ministro Alexandre Padilha (Saúde).
                       Segundo Noronha, alguns países, como Inglaterra e Finlândia, adotam o rastreamento precoce do câncer. Uma das maneiras, diz, é pela realização de um exame que busca sangue nas fezes. A partir dele, porém, é necessário realizar exames mais complexos, como a colonoscopia.
                       Questionado sobre a capacidade de a rede pública realizar esses exames amplamente, Noronha diz que será necessário investimento. "Tem que discutir se temos infraestrutura, precisaremos de treinamento."
                        Entre os homens, excetuando-se o tumor de pele não melanoma, o câncer de próstata continua no topo do ranking (22,8%), com tendência de alta também pelo envelhecimento da população, segundo o Inca. Em seguida, vem o câncer de traqueia, brônquio e pulmão (5,4%) e o de cólon e reto (5%).
                        "O câncer cresce no Brasil seguindo uma tendência internacional, fortemente influenciado pelo envelhecimento da população. Outros fatores de risco também são importantes, o principal deles é o tabagismo", explicou o representante do Inca. 




ATRASO NO SISTEMA
 
                        Segundo o ministro Padilha, o governo prorrogou para 2014 o prazo limite para que Estados e municípios façam o registro de novos casos de câncer no sistema informatizado nacional lançado neste ano -- o prazo original era agosto de 2013.
                       O objetivo da ferramenta é, entre outros, garantir o respeito ao prazo máximo para o início do tratamento do câncer, de 60 dias a partir do diagnóstico, como determinado em lei.
                      "Alguns Estados já vêm utilizando a ferramenta de forma adequada. Por pedido de Estados e municípios, o Ministério da Saúde estabeleceu a obrigatoriedade para o começo de 2014, pelo processo de implantação", explicou o ministro. 


FONTE: Folha de S. Paulo, 27/11/2013









quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Documentário sobre esclerose lateral amiotrófica em exibição no Espaço Itaú




                   Está em cartaz em seis capitais brasileiras, entre elas Porto Alegre, o documentário Eu Respiro, que conta a história de um jovem pai que tem sua vida modificada rapidamente em decorrência da esclerose lateral amiotrófica (ELA).
                   Em exibição no Espaço Itaú de Cinema, o filme dirigido pelas escocesas Emma Davie e Morag McKinnon terá a renda revertida ao Instituto Paulo Gontijo (IPG), organização não governamental sem fins lucrativos que incentiva a realização de pesquisas e estudos científicos para o conhecimento da ELA.
                  O longa já participou de diversos festivais ao redor do mundo e recebeu o prêmio de melhor documentário no RiverRun International Film Festival, nos Estados Unidos.
                 Neil Platt, personagem principal do documentário, fica completamente paralisado do pescoço para baixo. Com o corpo cada vez mais fraco, sua perspectiva sobre a vida muda e sua preocupação é deixar uma caixa de memórias para o filho Oscar, de 1 ano. Durante a reflexão dos últimos meses de vida, ele relata sua trajetória a partir de suas memórias e impressões sobre o amor, a amizade e seus passeios de moto.
                  A ELA acomete pessoas de todas as idades, com maior frequência a população entre 65 e 74 anos, e caracteriza-se pelo comprometimento da mobilidade e da fala dos pacientes. A doença ataca os neurônios motores que enviam mensagens do cérebro para os músculos e é progressiva.
                 O IPG – instituição idealizada pelo físico e engenheiro civil Paulo Gontijo (1932-2002), portador da doença – incentiva os estudos sobre a ELA nas áreas de diagnóstico, genética, tratamento e epidemiologia. Desde 2007, estimula jovens pesquisadores ao redor do mundo no estudo em busca da cura da doença por meio do Prêmio PG de Medicina e, em âmbito nacional, por meio de prêmios de Física, Química e Matemática.

Assista o trailer:



FONTE: Agência FAPESP, 27/11/2013

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue é comemorado nesta segunda-feira




                        Nesta segunda-feira, hemocentros públicos e privados comemoram o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, como forma de homenagear as pessoas que, no ano passado, realizaram cerca de 300 mil doações no Estado e ajudaram a salvar vidas.
                        Destinada para diversos fins, uma única bolsa de sangue, recheada de glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, entre outros, é utilizada em quatro situações clínicas importantes. Pode socorrer, por exemplo, pacientes que sofreram acidentes, passaram por cirurgias, transplantes ou por incontáveis horas de radioterapia e quimioterapia. 


A doação em números


3,6 milhões
       é o número de bolsas de sangue coletadas por ano no Brasil 

300 mil 
    doações foram feitas no RS em 2012.
       O dado representa 2,8% da população

65% 
    dos doadores são homens  

35% 
    são mulheres

41,3%  
    tem entre 18 e 29 anos 

 

Fonte: Ministério da Saúde, Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e Secretaria Estadual da Saúde (SES)


Leia também: 


FONTE: Zero Hora, 25/11/2013



sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Literatura pode facilitar as relações humanas, aponta pesquisa


Pesquisa norte-americana encontra indícios de que a literatura ajuda a desenvolver a capacidade de interpretar os pensamentos e as emoções alheias



Vilhena Soares

                 “Dupla delícia, o livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.” A frase do escritor gaúcho Mário Quintana fala da sensação de companhia proporcionada pela leitura. Entretanto, as vantagens de um bom livro não param por aí, aponta um novo estudo publicado na edição da revista Science. Segundo a pesquisa, a literatura pode ajudar no relacionamento com outras pessoas, ajudando o leitor a interpretar melhor as emoções alheias. O trabalho aponta ainda que não é qualquer tipo de obra que provoca esse efeito. Segundo os experimentos conduzidos durante a investigação, os livros de leitura mais “fácil”, que costumam integrar as listas de mais vendidos, não ajudam no aprimoramento da habilidade social.

                 Emanuele Castano, professor associado do Departamento de Psicologia da New School for Social Research em Nova York e um dos autores do estudo, explica que o objetivo inicial do trabalho era tentar desvendar como funciona um conceito da psicologia denominado teoria da mente, a habilidade humana de inferir os pensamentos e as emoções de outras pessoas. “Os seres humanos são claramente propensos a ter essa capacidade, mas argumentamos que ela também é afetada pelas práticas culturais”, diz o pesquisador. A partir da noção de que a prática pode aumentar a capacidade de interpretar o outro, Castano e seu colega David Kidd decidiram investigar o efeito dos livros sobre a teoria da mente. “A leitura pode ser uma experiência poderosa. Nosso objetivo era expandir o que conhecemos sobre o efeitos dessa prática em nossas mentes”, completa Kidd.

                Para isso, eles criaram um experimento em que voluntários leram diferentes tipos de texto, classificados como ficção literária, ficção popular e não ficção. As obras do primeiro grupo eram finalistas ou vencedoras da edição de 2012 do The PEN/O. Henry Prize, importante concurso de contos dos Estados Unidos. Os trabalhos de ficção populares foram retirados da lista de best-sellers do site de vendas Amazon, e os de não ficção eram artigos retirados da revista americana Smithsonian Magazine. Para realizar uma comparação mais abrangente, os pesquisadores também testaram voluntários que não leram nenhuma publicação.

               Após a leitura de um dos textos selecionados, os participantes passaram por diferentes testes para medir a capacidade de interpretar expressões humanas. Um dos experimentos, por exemplo, consistia em olhar para fotos de atores em preto e branco e afirmar, quase imediatamente, sem refletir muito, qual emoção estava sendo expressa por seus rostos. “É um teste direto, que mede a capacidade de fazer inferências sobre outros estados emocionais”, justifica Kidd. Os pesquisadores notaram que os participantes designados a ler ficção literária tiveram um desempenho significativamente melhor do que os outros voluntários nos cinco tipos de testes aplicados.

              A dupla acredita que, pelo conteúdo mais denso, a ficção literária conseguiu estimular mais a reflexão sobre os outros nos leitores. “Ao contrário da ficção popular, a ficção literária não é realmente sobre a ‘trama’, mas sobre os personagens e suas vidas interiores. O perfil psicológico não está disponível para o leitor muito explicitamente. Os personagens são complexos, por vezes contraditórios, e incompletos”, destaca Kidd. “Ficção literária obriga o leitor a se tornar coautor da história. Ele é forçado a entrar na mente do personagem. Isso aciona os processos mentais. Durante a leitura de ficção literária, treinamos essa capacidade de teorização em nosso cérebro”, avalia.

Estímulo

Cristiano Mauro Gomes, psicólogo e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), considera o resultado do trabalho interessante. “Para darmos diagnósticos de crianças autistas, por exemplo, existem testes que tentam identificar o nível de habilidade da teoria da mente. O método usado por esses cientistas é mais diversificado e sofisticado, por isso consegue mostrar a influência de uma atividade cultural como a leitura”, detalha. Para ele, o teor dos textos pode explicar o fato de a ficção literária ter levado a resultados melhores. “Quando lemos ficção literária, nós desenvolvemos a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, em uma posição ativa, que pode ter atrito com as crenças que temos.”

Silviane Barbato, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), acredita que a leitura, de forma geral, estimula o cérebro, provocando essa melhora na habilidade de compreensão do outro. “A literatura, como qualquer arte, estimula a imaginação, cria um mundo de possibilidades interpretativas”, diz. “A pesquisa se diferencia por mostrar essa habilidade (teoria da mente) como algo mutável, que pode ser aprimorado com o tempo, o que é bastante positivo”, avalia.

Castano acredita que a pesquisa pode ajudar muitas pessoas a melhorarem o seu relacionamento interpessoal com um instrumento totalmente positivo. “Os resultados que apresentamos em nosso trabalho são preliminares, mas dão suporte a aplicativos já existentes, como programas de leitura para presos. Afinal, ao contrário de medicamentos, ficção literária não tem qualquer efeito colateral negativo”, ressalta o pesquisador.


Suposição
O nome teoria da mente é utilizado pelos pesquisadores para definir essa habilidade humana por se tratar de uma capacidade em que uma pessoa supõe o que a outra está sentindo. Trata-se, portanto, de uma habilidade comandada por referências, por suposição. Esse tipo de capacidade começa a se desenvolver ainda nos anos da pré-escola. As crianças pequenas constroem inicialmente teorias da mente ingênuas, mas, do meio para o fim da infância,
começam a interpretar desejos e crenças dos outros.

Artigo:

KIDD, David Comer, CASTANA, Emanuele. Literary Fiction Improves Theory of Mind. Science, v. 342, n. 6156, p. 377-380. 

 

FONTE: Correio Braziliense, 4/10/2013 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Treinamento da EBSCO é cancelado

 


        Comunicamos que o treinamento das plataformas de busca dos editores da EBSCO Information Services,  agendado para o dia 27 de novembro (quarta-feira) foi cancelado.

       Assim que confirmarmos uma nova data, estaremos informando novamente.


Brasil é incluído em levantamento sobre uso de drogas


Pela primeira vez, o Brasil foi incluído na lista de nações participantes de uma das mais abrangentes pesquisas sobre uso de drogas no mundo.


                   Por meio da internet, o Global Drug Survey (GDS) recolhe periodicamente informações sobre a utilização de entorpecentes em mais de 30 países - utilizadas para formulação de campanhas de prevenção e políticas públicas. A participação voluntária dos brasileiros na coleta já em andamento, porém, está abaixo do esperado.
                   A adesão nacional ao estudo organizado pelo King's College de Londres permitirá a comparação dos padrões de uso entre a população e outros países. Essa é uma dificuldade enfrentada hoje por especialistas na área, já que diferenças nos critérios e parâmetros utilizados em estudos locais como o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) em relação a pesquisas internacionais quase sempre impedem esse cotejamento.
                   - A inclusão no Brasil facilita comparações com outras regiões do mundo, por isso é muito importante. E o GDS é que serve de base para a criação de políticas públicas sobre drogas na Inglaterra, por exemplo - afirma a doutora em psiquiatria e pesquisadora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Clarice Madruga, também coordenadora do II Lenad.
                   O problema é que, até o momento, apenas uma centena de voluntários acessou o site da pesquisa para participar. O ideia, segundo Clarice, que atua como parceira do GDS no Brasil, é que houvesse no mínimo 3 mil respostas até 10 de dezembro, data prevista para o encerramento da coleta de informações.
                  - A participação é anônima - diz.

PARA PARTICIPAR
Basta acessar o site

Clicar na bandeira de Portugal para acesso ao questionário em português.


FONTE: Zero Hora, 21/11/2012,  p. 39 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

I Exposição de Biomoléculas do Curso de Biomedicina



                     A I Exposição de Biomoléculas do Curso de Biomedicina está aberta até o dia 22 de novembro para visitação no mezanino da Biblioteca.
 
                     A Exposição é organizada pela professora Ângela Dutra, da Disciplina de Bioquímica, com a colaboração da professora Simone Amaral da Disciplina de Química Orgânica.

                    
O quê: I Exposição de Biomoléculas do Curso de Biomedicina
Local: Mezanino da Biblioteca
Data: de 18 a 22 de novembro 
Horário: das 7:30 às 21:45
 

                    

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Hospitais do Rio Grande do Sul oferecem exames gratuitos para câncer de pele


   Campanha será no dia 30 de novembro, das 9h às 15h, em dez pontos de atendimento

 

      A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) promove o Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele, no sábado, 30 de novembro. Especialistas irão orientar e examinar gratuitamente a população para prevenção e diagnóstico da doença.

      No Rio Grande do Sul, serão dez postos de atendimentos e 221 voluntários. A expectativa é de realizar 2.010 exames clínicos. Haverá postos em Porto de Alegre, Canoas, Pelotas, Rio Grande, Santa Cruz do Sul e Santa Maria. O paciente será submetido à avaliação clínica e, se for diagnosticado com câncer, será encaminhado para tratar gratuitamente a doença.

      Também terão palestras e folders com informações sobre o problema e proteção solar.

      — A ação que estamos promovendo é importante para conscientizar as pessoas e auxiliar na prevenção do câncer de pele — afirma o presidente da SBD-RS, Renato Bakos.

      Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), devem ser registrados mais de 140 mil casos novos este ano no Brasil. Até hoje, as ações desenvolvidas no Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele atenderam mais de 450 mil pessoas. Só no ano passado, foram cerca de 33 mil atendimentos, com média de 13,5% de incidência, índice bem acima dos anos anteriores — 63% das pessoas revelaram que costumam ficar expostas ao sol sem proteção.

     O Rio Grande do Sul está bem acima da média brasileira, com 17,5% de incidência sobre o total atendido. É o terceiro estado em número de casos, logo abaixo de Rio Grande do Norte e Santa Catarina. Porto Alegre teve uma incidência de 18,56% entre as pessoas que procuraram atendimento, um dos percentuais mais altos do país.

     — Por isso, é muito importante que as pessoas que fazem parte do grupo de risco procurem atendimento — explica o coordenador da Campanha no Rio Grande do Sul, o dermatologista Gustavo Pinto Corrêa.

Locais de atendimento no Rio Grande do Sul

O Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele será realizado no sábado, dia 30 de novembro, das 9h às 15h. A previsão é de atender mais de 2 mil pessoas. Os endereços dos locais de atendimento podem ser consultados no site da SBD ou pelo telefone 0800 701 3187.

PORTO ALEGRE

1. Ambulatório de Dermatologia Sanitária
Avenida João Pessoa, 1.327, Cidade Baixa
Informações: (51) 3901-1441
Atendimentos: 100
Horário: das 9h às 12h, com distribuição de fichas entre 8h30min e 10h

2. Hospital de Clínicas de Porto Alegre — Serviço de Dermatologia
Rua Ramiro Barcelos, 2.350
Informações: (51) 3359-8571/3359-8570 /3359-8349
Atendimentos: 100
Horário: das 8h às 12h, com distribuição de fichas

3. Hospital São Lucas da PUCRS — Serviço de Dermatologia
Avenida Ipiranga, 6.690, conj. 301
Informações: (51) 3339-5812
Atendimentos: 250

4. Complexo Hospitalar Santa Casa de Porto Alegre — Serviço de Dermatologia / Hospital Santa Rita
Rua Sarmento Leite, 170, Centro
Informações: (51) 3214-8403
Atendimentos: 200

5. Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre — Serviço de Dermatologia/ Hospital Santa Rita
Avenida Independência, 75, Centro
Informações: (51) 3214-8403
Atendimentos: 200

CANOAS

6. Hospital Universitário da Ulbra

Avenida Farroupilha, 8.001, Prédio 21
Informações: (51) 3464-9600
Atendimentos: 60, com distribuição de fichas

PELOTAS

7. Centro de Especialidades Municipal de Pelotas
Rua Voluntários da Pátria, 1.428
Informações: (53) 3222-1426
Atendimentos: 600

RIO GRANDE

8. Hospital Universitário — Dr. Miguel Riet Correa Jr.
Rua Canabarro s/nº - recepção
Informações: (53) 3233-8801/ 3233-8875
Atendimentos: 200
Distribuição de fichas a partir das 7h, com atendimento entre 8h e 12h

SANTA CRUZ DO SUL

9. Hospital Ana Nery
Rua Pereira da Cunha, 209 - Arroio Grande
Informações: (51) 2106-4400
Atendimentos: 200

SANTA MARIA

10. Hospital Universitário de Santa Maria
Av. Roraima, 1000
Informações: (55) 3220-8544
Atendimentos: 100


FONTE: Zero Hora - Vida, 19/11/2013