quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Conheça os livros que estão sendo adquiridos pela Biblioteca






                  A Biblioteca está recebendo livros novos!


                       Acesse nossa página e clique em Aquisições do Mês e Aquisições do Mês Anterior para conhecer os títulos adquiridos até o momento. 

                  Lembramos que os novos  títulos estão sendo adicionados diariamente e que só se encontram disponíveis para consulta ou empréstimo os que tiverem a cor da esfera em verde ou azul.
                          




quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O que muda na Biblioteca no período de férias




              
              A partir do dia 2 de janeiro de 2014, até o fim da semana anterior ao início do próximo ano letivo, a Biblioteca fará horário especial  de segundas a sextas-feiras,  das 8h  às 19h, não abrindo aos sábados.

               Algumas alterações que já estão em vigor.
                   
                
                  EMPRÉSTIMOS E RENOVAÇÕES

                  Todos os empréstimos de livros, teses, dissertações, CDs e DVDs,  feitos a partir do dia de ontem (11), têm data de devolução para o dia 17/02/2014
                  Neste período não será necessário fazer renovações e as multas serão abonadas. Após esta data, os prazos voltam a vigorar normalmente.

                 

                  RESERVAS

                  Durante o período de férias, não será possível fazer reservas.


                  A Biblioteca funciona normalmente até às 12h do dia 24/12, inclusive aos sábados. 
                Reabre no dia 2 de janeiro às 8h.
 
                  Em caso de dúvidas, entre em contato com a biblioteca.

                  Telefone: 3303-8735   ou  e-mail: biblio@ufcspa.edu.br

   
                                  ÓTIMAS FÉRIAS A TODOS!!
           
         

                

O ranking das universidades




Editorial do Estadão sobre o levantamento da Times Higher Education


         Não é apenas o ensino básico brasileiro que vem se saindo muito mal nas avaliações comparativas com os sistemas educacionais de outros países realizadas por organismos multilaterais. O mesmo ocorre com o ensino superior.

        No levantamento da Times Higher Education sobre a qualidade das universidades dos Brics e países emergentes, divulgado esta semana, quatro instituições brasileiras foram classificadas entre as cem melhores. Nenhuma delas, contudo, ficou no topo da lista. Há dois meses, a Times Higher Education havia divulgado um estudo mostrando que o Brasil não teve nenhuma universidade incluída na lista das 200 melhores do mundo, em 2013. A instituição brasileira melhor classificada, a USP, em 158.º lugar no ranking de 2011, despencou para a faixa entre o 226.º e o 250.º lugares, este ano.

        Os estudos comparativos da Times Higher Education avaliam o desempenho dos estudantes, o nível de internacionalização de cada universidade e sua produção acadêmica nas áreas de engenharia, tecnologia, artes, humanidades, ciências da vida, saúde, física e ciências sociais. Também levam em conta a relevância das pesquisas acadêmicas, a regularidade da publicação de artigos nas revistas científicas mais conceituadas e o número de vezes que são citados. E medem, ainda, o nível de absorção, pelas empresas, das ideias e das tecnologias inovadoras desenvolvidas pelas universidades.

        No ranking das instituições de ensino superior dos Brics e dos países emergentes, as universidades asiáticas alcançaram o mesmo destaque que suas escolas de ensino básico obtiveram na edição de 2012 do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa). Só a China classificou 23 universidades - 4 delas entre as 10 melhores. A Turquia classificou 3 universidades no topo da lista. A USP ficou na 11.ª posição, abaixo de instituições da China, da Turquia, de Taiwan, da Rússia e da África do Sul. A segunda universidade brasileira melhor classificada foi a Unicamp, em 24.º lugar. Em seguida vêm a UFRJ e a Unesp, em 60.º e 87.º lugares, respectivamente.

        O péssimo desempenho das universidades brasileiras nas avaliações internacionais causa preocupação entre os especialistas em ensino superior. Professor da Unicamp, com doutorado na Universidade de Tel-Aviv e pós-doutorado em universidades francesas, o físico Leandro Russovski Tessler classificou como "trágicas" as colocações das universidades brasileiras no ranking da Times Higher Education. Os coordenadores da pesquisa disseram que nossas universidades tiveram um desempenho "decepcionante" e afirmaram que "o ensino superior do Brasil não condiz com o tamanho de sua economia".

        Entre os principais problemas das universidades brasileiras, destacam-se a falta de recursos financeiros e humanos para pesquisa, falta de infraestrutura, falta de intercâmbio, baixo número de publicações em revistas internacionais e desconhecimento de idiomas estrangeiros. Em outras palavras, o problema está na forma como o governo vem gerindo o ensino superior, revelando-se incapaz de planejar e de estabelecer prioridades. Enquanto China, Coreia do Sul, Cingapura e Taiwan há muito tempo investem em qualificação de docentes e centros de excelência, intercâmbio cultural e internacionalização de suas universidades, o Brasil desperdiça recursos escassos com a criação de novas instituições sem, no entanto, assegurar boas condições de funcionamento para as instituições já existentes. Na última década, o País também aumentou gastos no setor sem estabelecer metas de produtividade e sem atribuir funções específicas para cada uma das universidades públicas.

        Por coincidência, o estudo da Times Higher Education foi divulgado no mesmo dia em que, ao receber o título de doutor honoris causa de uma das universidades abertas em seu governo, Lula mostrou como geriu a área de educação. "Proibimos discutir educação como gasto", disse ele, sem dedicar nenhuma palavra ao problema da má qualidade de gestão e planejamento.

(O Estado de S.Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-ranking-das-universidades-,1107082,0.htm

Matéria de arquivo do Jornal da Ciência:
Rankings de universidades reforçam assimetrias
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.php?id=90956


FONTE: Jornal da Ciência, 11/12/2013

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Renovações no período de férias


                           

 


      O prazo de devolução para empréstimos e renovações feitas a partir de hoje (10) foi estendido para o dia 17 de fevereiro de 2014.

       Após esta data os prazos voltam a vigorar normalmente.




          

UFCSPA: 2º lugar no RS e 9º no Brasil

Anexo 2 da UFCSPA

          A Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) conquistou a nota máxima (5) no Índice Geral de Cursos (IGC) 2012, divulgado pelo MEC na última sexta-feira. 
          Assim, a UFCSPA é a mais nova dentre as nove universidades consideradas as melhores do país, 
          De 2.171 avaliadas, apenas 0,4% universidades atingiram o conceito máximi.
          No Rio Grande do Sul,  a UFCSPA aparece em 2º lugar; e no ranking nacional cresceu, de 28º lugar (em 2011) para o 9º lugar (2012).
          A instituição se destaca também no Conceito Médio de Graduação, no qual ocupa a 4º posição no Brasil



FONTECorreio do Povo, 10/12/2013, p. 8

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Estudo aborda a motivação dos alunos para a utilização do Wiki no processo de ensino/aprendizagem



Por Wilson Gambeta

                E se os professores pudessem promover o desenvolvimento das competências dos seus alunos continuamente, em ambientes colaborativos, independentemente do tempo e do local, e não apenas em sala de aula?
                Esta questão teve resposta em 1995, quando Ward Cunningham desenvolveu a primeira ferramenta colaborativa chamada Ward’s Wiki cuja essência do termo assentou no princípio da ‘rapidez’. Hoje, qualquer atividade que envolva um grupo de pessoas, tal como o ensino envolve alunos e docentes, pode tirar partido das potencialidades de uma ferramenta como o Wiki, promovendo a colaboração, rapidez de resposta, novas experiências de trabalho e, provavelmente, o aumento da motivação. Esse princípio esteve na origem do artigo “Motivação dos alunos para a utilização da tecnologia Wiki: um estudo prático no ensino superior”, publicado no volume 39 número 3 do periódico Educação e Pesquisa, por três pesquisadoras da Universidade de Aveiro, Portugal.
              As autoras estudaram a motivação dos alunos para a utilização dos Wikis no processo de ensino/aprendizagem, no âmbito do ensino superior. Uma experiência prática de utilização e edição de um Wiki, envolvendo os alunos e o professor de uma disciplina, para fins de elaboração de um trabalho prático, serviu de base ao estudo. Ao longo da experiência, os alunos editaram conteúdos sobre os trabalhos, discutiram e partilharam ideias com os colegas e docente e interagiram uns com os outros comentando os trabalhos. Realça-se que, apesar das ferramentas existirem, nem sempre são utilizadas. Como tal, o primeiro passo deve ser dado pelo ‘mentor’ do grupo, neste caso, pelo docente da disciplina. Note-se que, embora os alunos envolvidos nunca tivessem editado um Wiki, não sentiram grandes dificuldades e, após a experiência, a motivação para a sua utilização foi positiva, tendo-se verificado também um aumento da proximidade entre alunos e docente. Tanto os alunos como o docente entenderam que esta tecnologia Web 2.0 tem muito potencial para promover a aprendizagem no contexto atual, em que a informação está muito disponível e à distância de um “click”.


Para ler o artigo, acesse:
COSTA, Carolina; ALVELOS, Helena e TEIXEIRA, Leonor. Motivação dos alunos para a utilização da tecnologia wiki: um estudo prático no ensino superior. Educ. Pesqui. [online]. 2013, vol.39, n.3 [citado  2013-10-18], pp. 775-790. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022013000300014&lng=pt&nrm=iso>.


FONTEScielo em Perspectivas Humanas, 8/11/2013

9 de dezembro - Dia do Fonoaudiólogo



  Parabéns a todos os Fonoaudiólogos pelo seu dia!!


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Acesse os livros eletrônicos (e-books) disponíveis no site da Biblioteca

    A Biblioteca disponibiliza para alunos, professores e funcionários, vários livros eletrônicos da Área da Saúde.


       AccessMedicine e AccessEmergency podem ser acessados através do Proxy Periódicos em casa.

       E-volution  precisa ser feito um cadastro em qualquer computador da Universidade. Após isso, pode-se acessar de casa sem o Proxy Periódicos.

       Os demais links em + Livros eletrônicos podem ser acessados livremente.

       No caso de dúvidas, entre em contato com a Biblioteca.



quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Alimentação saudável é tema do jogo educativo

Disponível também para tablets e smartphones, Coma Bem 2 foi produzido por pesquisadores da Unesp

                  Com o intuito de conscientizar as crianças sobre a importância de se ter uma alimentação saudável, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) desenvolveu o jogo educativo digital “Coma Bem 2”.
                  Produzido pelo Portal Ludo Educa Jogos, a iniciativa é resultado de uma parceria entre o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN) e o Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiados pela FAPESP.
                O projeto é coordenado pelos professores Elson Longo e Thiago Jabur Bittar.     Segundo Longo, “a interatividade digital motiva os jogadores, sendo uma maneira de demonstrar de forma divertida e lúdica os benefícios da boa alimentação”. “A utilização de recursos computacionais integrando diferentes áreas do conhecimento tem tido excelentes resultados, atraindo a atenção das pessoas de maneira muito positiva”, afirmou Bittar.
               O jogo tem como objetivo fazer com que o jogador faça escolhas saudáveis para a alimentação do personagem. O jogador ganha cinco pontos ao comer um alimento saudável e perde 10 pontos ingerindo um alimento não saudável. A pontuação alcançada serve para atingir o objetivo da fase e desbloquear conquistas presentes no jogo.
               O jogo está disponível no Portal Ludo Educa Jogos http://portal.ludoeducativo.com.br/pt/ e é possível fazer download gratuito para utilização em tablets e smartphones que possuam sistemas iOS ou Android, nas lojas App Store e Google Play.

Mais informações: www.unesp.br/portal#!/noticia/12152/jogo-coma-bem-2-disponivel-para-dispositivos-moveis 


FONTE: Agência FAPESP, 3/12/2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Fapergs lança edital para investir R$ 451 mil em pesquisa gastronômica gaúcha

O carreteiro é uma das receitas mais conhecidas da culinária do Rio Grande do Sul

                    A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), vinculada à Secretaria da Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (SCIT), lançou nesta terça-feira (3) a segunda edição do edital Pesquisa RS Mais Gastronomia. O objetivo é aplicar recursos de mais de R$ 451 mil para incentivar a culinária regional e o turismo em todas as regiões do Estado. O projeto é realizado em parceria com a Casa Civil e o Grupo de Trabalho em Gastronomia Regional (GT de Gastronomia).
                  O edital busca resgatar os aspectos culturais, sociais e econômicos da gastronomia gaúcha. O aporte financeiro é destinado a pesquisadores doutores nas áreas de sociologia, antropologia, gastronomia, história, geografia, química de alimentos, tecnologia de alimentos, turismo ou nutrição e interessados em executar estudos em instituições de ensino ou pesquisa, públicas ou privadas.

               As inscrições podem ser feitas até as 23h59 do dia 20 de janeiro de 2014. A divulgação final dos resultados sai no dia 24 de fevereiro. Serão apoiadas até quatro propostas, sendo uma por região. O regulamento e outras informações sobre o processo estão disponíveis no site www.fapergs.rs.gov.br, no menu Editais.

Tradicionalismo gastronômico

             Criado em dezembro de 2011 pelo governo Tarso Genro, o GT de Gastronomia tem o propósito de valorizar e integrar a diversidade cultural do Estado. O grupo promove uma grande rede institucional de pesquisa gastronômica, colocando em prática a interiorização governamental. Além de resgatar receitas tradicionais, divulga as características das etnias regionais inseridas na culinária gaúcha, como a influência das imigrações italiana, alemã, indígena, portuguesa e espanhola.

FONTE: FAPERGS, 3/12/2013


Ciência brasileira tem de ser mais ousada, diz editora-chefe da Science


Arriscar é necessário para crescer em relevância no cenário internacional,
afirmou Marcia McNutt em entrevista a O Estado de S.Paulo (foto:ABC)


                        A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional. A afirmação foi feita por Marcia McNutt, editora-chefe da revista Science, em entrevista ao O Estado de S.Paulo.
                       Segundo McNutt, é preciso arriscar para fazer grandes descobertas. Correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso devem ser encarados como parte natural do processo científico.
                       “Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, disse McNutt. E quem não arrisca produz apenas ciência incremental, de baixo impacto.

Leia a seguir a entrevista:

‘A ciência brasileira tem de ser mais ousada’

Responsável por uma das maiores revistas científicas do mundo diz que é preciso arriscar para fazer grandes descobertas

29 de novembro de 2013

Herton Escobar, enviado especial/Rio - O Estado de S.Paulo

A ciência brasileira precisa ser mais corajosa e mais ousada se quiser crescer em relevância no cenário internacional, segundo Marcia McNutt, editora-chefe da Science, uma das maiores revistas científicas do mundo. Para criar essa coragem, diz ela, é preciso aprender a correr riscos e aceitar a possibilidade de fracasso como parte natural do processo científico.
“Quando as pessoas são penalizadas pelo fracasso, ou são ensinadas que fracassar não é um resultado aceitável, elas deixam de arriscar”, argumenta Marcia. E quem não arrisca, diz ela, não produz grandes descobertas – produz apenas ciência incremental, de baixo impacto, que é o perfil geral da ciência brasileira atualmente.

Marcia conversou com o Estado no Fórum Mundial de Ciência, que terminou no dia 27 de novembro no Rio de Janeiro.

O que os cientistas brasileiros precisam fazer para publicar mais trabalhos em revistas de alto impacto, como a Science?

A mesma coisa que todo mundo faz. A Science só publica uma fração muita pequena, em torno de 5%, dos trabalhos que são submetidos à revista; então, é um desafio para qualquer cientista. O que eu costumo dizer é que nem todo trabalho científico é adequado para publicação na Science. O trabalho tem de ser original e revolucionário (groundbreaking) dentro de sua própria área, mas também tem de ser interessante para outras áreas do conhecimento.

Uma autocrítica que é feita pelos pesquisadores brasileiros é que nossa cultura científica e nosso sistema acadêmico estimulam as pessoas a produzir trabalhos mais simples e “seguros”, no sentido de garantir um resultado para publicação ao final de cada projeto ou de cada bolsa.

Esse tipo de estratégia não produz grandes resultados científicos. É uma estratégia segura, incremental, que vai avançar a ciência do país pouco a pouco, mas não vai influenciar radicalmente o panorama da ciência global, porque é muito conservadora, não é ousada.

É possível ser ousado com pouco dinheiro?

Não dá para colocar um preço em ousadia. É mais um estado de espírito, uma forma de questionar, elaborar perguntas e conduzir experimentos. Você pode gastar muito dinheiro num trabalho puramente incremental ou pode gastar pouco para conseguir fazer um experimento revolucionário.

Como é que se cultiva essa ousadia científica?

Ser ousado implica assumir riscos, e assumir riscos implica aceitar a possibilidade de fracasso. É importante que a sociedade reconheça o valor de pessoas que já falharam uma vez, falharam de novo, e talvez de novo, até conseguirem chegar ao sucesso.

Então, as instituições e agências de fomento têm de aceitar o fracasso como um componente intrínseco do processo científico?

Sim, é assim que a ciência avança. Você apresenta suas ideias e os outros tentam derrubá-las. É só porque somos capazes de descartar hipóteses que sabemos que algo está errado e que outra coisa deve estar certa. O fracasso, portanto, é um componente importante do avanço da ciência, porque mostrar que algo está errado faz parte do processo científico de determinar o que está certo.

E como trabalhar isso dentro da academia?

É importante que os mentores (orientadores) ajudem os jovens pesquisadores a avaliar quando vale a pena arriscar, e que tipo de risco vale a pena correr. Você não quer que alguém invista cinco anos numa pesquisa de doutorado e não tenha uma publicação no final para defender sua tese. O que você quer é que eles comecem a assumir pequenos riscos ao longo da pós-graduação, de modo que eles aprendam com essa experiência e se sintam confiantes para assumir riscos maiores no futuro. 



FONTE: Agência FAPESP, 3/12/2013 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Conferência internacional defenderá livre compartilhamento do conhecimento


 
                   O diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho, representará o Brasil na conferência internacional An Open World: Science, Technology and Society in the Light of Niels Bohr's Thoughts, que ocorrerá entre os dias 4 e 6 de dezembro, na Universidade de Copenhague, na Dinamarca.
                  O evento reunirá pesquisadores e tomadores de decisão de vários países para discutir de que forma o livre acesso à informação e a cooperação científica podem auxiliar no gerenciamento de problemas globais.
                  As sessões plenárias da conferência serão divididas em cinco grandes temas: “Tecnologias militares do amanhã”; “Novas ameaças e oportunidades globais”; “Política e Economia face a Novas Tecnologias”; “Cientistas e Política” e “Internet – uma infraestrutura global livre?”.
                  O resultado dessa reunião dará origem a uma carta aberta à Organização das Nações Unidas (ONU), defendendo o conceito de "mundo aberto" como solução aos desafios contemporâneos em bioética, economia, política, clima, guerras e tecnologia da informação.
                 Essa nova carta reforça a atitude do físico dinamarquês Niels Bohr, que em 1950 encaminhou uma carta à ONU defendendo o compartilhamento de conhecimento e da cooperação internacional.
                A conferência ainda terá a participação de Jimmy Wales, fundador do Wikipedia; de Yukiya Amano, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica; de Rolf Dieter-Heuer, diretor-geral da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear; e de Alain Aspect, físico ganhador da Unesco Bohr Medal, entre outros.
               A próxima edição do encontro, em 2016, será realizada no Brasil.


Mais informações sobre a conferência em http://bohr-conference2013.ku.dk/


FONTE: Agência FAPESP, 2/12/2013